Archive for the ‘Manutenção’ Category

Não vale a pena ligar a moto “no tranco”

terça-feira, maio 7th, 2013

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Motoqueiro e motoqueira, você com certeza já viu essa cena: a moto de alguém não liga e o piloto decide “dar um tranco” pra “acordar o motor”. Isso é prejudicial?

Simples: sim. Mas por que se faz isso? Normalmente, porque a bateria está fraca demais para conseguir dar a partida. Então, primeiramente, vamos pensar em como não descarregar a dita cuja.

O maior “crime” para a bateria é esquecer a chave no contato da moto na posição “on” quando chega em casa ou no trabalho. Abusar da buzina ou segurar por muito tempo o botão de partida.

Mas dada disso impediu da bateria arriar e você pretende dar um tranco mesmo assim. Primeiro saiba que se a bateria “morreu” mesmo, ou seja, se as luzes no painel nem ameaçam ascender com o girar da chave, não é o tranco que poderá ligar o motor. Nesse caso, só recarregando ou trocando de bateria.

Agora vamos aos maiores problemas dessa ação. Existe um risco de encharcar o catalisador de combustível ao ligar a moto dessa maneira. Se isso acontecer, a peça terá de ser trocada e não é nada barato.

Também existe a possibilidade (bem remota) de rolar um calço hidráulico. Em motores carburados, isso faz com que o combustível vaze para a câmara de combustão. Se isso acontecer, na hora do tranco a biela vai para o espaço. Sentiu a gravidade?

Então o melhor a se fazer é seguir aquele ditado da sua avó: “prevenir é melhor que remediar”. Fique de olho na bateria e na sua validade sempre.

Até a próxima.

Já olhou a corrente de transmissão da sua moto?

quarta-feira, maio 1st, 2013

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Colega motoqueiro, já dizia Peninha: “quando a gente gosta, é claro que a gente cuida” e acredito que todos aqui gostam de suas motos. Mas estão cuidando? Como um companheiro, se não cuidar, não reclame depois que perder…

E cuidar da moto é atentar aos detalhes. A transmissão secundária não pode ser deixada de lado. Por amor e por manutenção mesmo.

A maioria das motos tem essa transmissão feita por corrente e a corrente é um “bicho de estimação mecânico”. Precisa de atenção a carinho. Lubrificação semanal, ou no mínimo quinzenal, ajuda a alongar a vida útil, não apenas da corrente, mas também de seus parceiros, o pinhão e a coroa.

Sem uma boa lubrificação, a corrente desgasta outras peças por causa do atrito e, pior, pode arrebentar! O que uma corrente arrebentada faz?

Três possibilidades. A melhor das hipóteses é aquela que a moto simplesmente correrá solta como se estivesse em um eterno ponto morto, até parar. A pior é se a corrente enroscar na roda traseira e travá-la. Tem a terceira ainda, a “mais que pior” das hipóteses. É quando a corrente assume uma postura de vingança contra o dono que não lhe deu carinho e atenção e bate com força nas peças metálicas a seu redor, danificando tudo que encontrar (principalmente pinhão).

Essa “vingança” pode inundar o pneu traseiro da moto ou até mesmo causar estragos irreparáveis. Isso mesmo, perda total.

Nada de descuidar, então! Há lubrificantes específicos para correntes, não vá passar qualquer óleo porque não resolve.

Atenção e segurança.

Até a próxima.

“Minha moto está fazendo ruídos!”

sexta-feira, abril 26th, 2013

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Amigo motoqueiro, se não for o ruído normal do motor ou do escape, é um sinal. E não um bom sinal.

Qualquer veículo apresenta algo errado se tem perda de potência ou ruídos “estranhos”. Por que com a moto seria diferente?

É muito importante prestar atenção a barulhos que aumentam e variam. Acontece que muitos motoqueiros acham que apenas os ruídos contínuos são preocupantes, mas isso não é verdade. Aqueles ruídos estranhos que somem depois de uma certa rotação ou um certo tempo também não são normais.

Faça assim: desligue o motor e aguarde uns 15 minutos para ele esfriar. Depois religue e repare se o barulho continua lá ou sumiu.

O desaparecimento (ou diminuição) do ruído na sequência não é uma notícia boa, mas apenas que ele tem relação com a temperatura da moto.

Caso o barulho ainda continue igualzinho, pior ainda. Desligar o motor e levar a moto ao mecânico é a atitude correta.

Usei o exemplo do ruído no motor, mas essa atenção vale para qualquer comando, como  acelerador, embreagem e câmbio: endureceu, amoleceu, ficou diferente? Qualquer variação merece uma olhada especial. Pode ser só uma falta de lubrificação ou ajuste, mas também, na pior das hipóteses, pode ser um problema maior. Melhor prevenir que remediar.

Vai arriscar? Melhor não.

Até a próxima.

Honda anuncia recall de Falcon 2013

quarta-feira, abril 17th, 2013

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Colega motoqueiro, se você ou algum amigo seu tem uma Honda NX 400i Falcon 2013, é bom ficar de olho. A Honda anunciou na última sexta-feira um recall do modelo.

Segundo a montadora, é apenas uma inspeção preventiva da transmissão secundária. A Honda afirma que um problema pode travar a roda traseira, gerando uma bela queda do piloto, então, olho aberto.

Se o problema for encontrado na sua moto, pode ser necessária a troca do sistema de transmissão, serviço oferecido gratuitamente, claro.

Mas o recall atinge apenas 38 unidades da motocicleta. São aquelas com chassi de 9C2ND1010DR300876 até 9C2ND1010DR300894 e de 9C2ND1010DR300907 até 9C2ND1010DR300925. Se a sua moto está dentro desse leque, agende a inspeção pela central de atendimento da Honda, no telefone 0800-701-3432 (de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h).

Fique atento e até a próxima.

Como agir quando enfrentar uma enchente em sua moto?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2013

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Olá, colegas motoqueiros. Verão traz uma certeza para quase todos que vivem em cidades grandes: enchentes. E sabemos que as medidas governamentais para corrigi-las são muito ineficazes, então essa é e será a realidade por um bom tempo.

Acontece que você optou por ter uma moto (direito seu, meu, de todos). E aí? O que fazer quando encher?

O fato é que não adianta insistir. Nesses casos, o melhor a se fazer é não sair de onde está. Já saiu? Volte por aonde veio, ainda que seja contramão (quando for assim, desça da moto e ande com ela perto da calçada).

Encarar uma enchente não é recomendado para carros, quem dirá para motos. Se insistir, você estará assumindo os seguintes riscos:

- entrar água no motor;

- bater em algum obstáculo submerso e cair;

- ser arrastado pela correnteza;

- pegar alguma doença (ou você acha que aquela água é limpa?).

Ainda existem outros riscos de acidente e para a saúde, sem contar os danos para a moto em si (em caso de enchentes, o seguro não cobre a avaria).

Portanto, é dureza, mas volte pra onde estava ou para algum lugar segura da água (você e sua moto). Melhor chegar molhado de chuva, mas chegar.

Já precisou encarar alguma situação assim? Conte pra gente.

Até a próxima.

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Foto de uma moto arrastada pela enchente: o seguro não vai cobrir

Quanto sua moto “bebe”?

terça-feira, fevereiro 19th, 2013

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Parece estranho para alguns colegas motoqueiros, mas muita gente não sabe calcular quanto sua moto gasta de combustível. Se perguntar “quantos km sua moto faz com 1 litro de gasolina”, muita gente não sabe dizer.

Muitas motos não possuem hodômetro parcial, aqueles que podem ser zerados como de carros. Mas todo veículo possui um hodômetro central. É ele que nos “salvará” e vai nos ajudar a seguir esses cinco passos.

Passo 1: Encha o tanque da sua moto. Simples assim. Mas tem que colocar gasolina até o tanque encher, não pode ser parcialmente.

Passo 2: Anote a quilometragem da moto. Faça isso no posto de gasolina mesmo, antes de o frentista terminar de abastecer, se preferir.

Passo 3: A parte mais divertida, ande com a moto. Apenas isso, circule com ela por aí, uns 50 km no mínimo. Atenção a um detalhe apenas, o consumo na estrada é diferente do consumo na cidade. Se você pretende descobrir quanto sua moto gasta no dia a dia, não é ideal que faça essa medição em uma viagem e vice-versa, ok?

Passo 4: Aqui começa o momento de atenção. Encha o tanque outra vez, mas reparando quanto de gasolina entrou na sua moto. Basta olhar para a bomba do posto quando terminar de abastecer.

Passo 5: Anote novamente a quilometragem e faça uma conta simples. É só ver quantos quilômetros você rodou com essa quantidade de combustível. A conta é a seguinte: quilometragem atual – quilometragem anterior / litros de gasolina.

Veja um exemplo. Na primeira parada no posto, a sua moto apresentava 15.562 km rodados. Na segunda parada, apresentava 15.608 km. Quando você reparou quanto de combustível foi colocado, deu a marca de 2,672 l.

Faça a conta: 15.608 – 15.562 / 2,672 = 17,3.

Pronto! Sua moto faz 17,3 km/l. Simples não.

Até a próxima.

Tenha cuidado quando trocar as pastilhas de freio

terça-feira, fevereiro 12th, 2013

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Colegas motoqueiros, como todos sabem, existem inúmeros mitos que rondam o mundo dos veículos motorizados. Um deles é que “equipamento novo funciona melhor”. Calma, isso é verdade. Porém muitos equipamentos novos precisam ser amaciados.

Já explicamos o que acontece com pneus 0 km com um tipo de resina que precisa ser tirada no asfalto. Hoje vamos falar algo que ocorre com pastilhas de freio.

Primeiro, por que trocamos a pastilha de freio? Simples, elas desgastam a ponto de ficarem ineficazes e não preciso falar os perigos de um freio ineficaz. Acontece que muitos motoqueiros trocam as pastilhas e sentem os freios respondendo menos que antes.

Vamos explicar o motivo. Os discos de freios se desgastam também e criam pequenas ranhuras. As pastilhas são consumidas de acordo com essas ranhuras, portanto o desgaste é SEMPRE igual aos discos. Dessa forma, a área de contato entre pastilha e disco é sempre total. Uma hora a pastilha já está tão gasta que fica “lisa” e perigosa.

Quando você coloca uma pastilha de freio nova, ela está sem o formato das ranhuras do disco, por isso pode parecer que as novas são menos firmes que as antigas. Na verdade, elas precisam ser amaciadas.

Por isso, quando trocar as pastilhas de freio é necessário não exigir muito delas nos primeiros quilômetros, porque o freio não terá a mesma eficiência. Rode em baixa velocidade e acione os freios suavemente e repetidamente que logo estará tudo certo.

Sempre atenção e segurança em primeiro lugar.

Tem mais dicas a respeito? Mande pra gente.

Até a próxima.

O que precisamos saber sobre troca de óleo para motos

terça-feira, outubro 9th, 2012

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Este é um assunto rondado de mitos. “Tem que trocar toda semana” e “na metade do que o fabricante indica” são alguns dos mais comuns. Mas vamos tentar esclarecer algumas coisas.

Primeiro, vamos saber de onde vem essa neura de trocar o óleo da moto a todo o momento. Isso é uma herança lá dos anos 80, quando os óleos duravam muito menos. Acontece que, assim as motos, a tecnologia dos óleos evoluiu muito. Tanto em viscosidade quando as especificações da API (American Petrolian Institute) estão mais seguros e melhores. Hoje, um óleo de qualidade dura cerca de seis meses depois de sair da embalagem.

Uma moto pequena, como a Yamaha 125cc Factor, o manual do proprietário recomenda a troca a cada 3000 km, exceto a primeira que deve ser feita com 1000 km. Motos maiores ficam mais tempo sem a necessidade da troca.

De fato, a melhor coisa a se fazer é consultar o manual do proprietário e, se ainda tiver dúvidas, ir a uma oficina autorizada e conversar com o pessoal.

Uma recomendação é, mesmo quando não estiver na época de troca, ficar de olho no nível do óleo. Se estiver baixo, complete co o mesmo óleo utilizado. É importante que seja o mesmo óleo, pois outro fluido, em contato com o anterior, pode fazer com que o óleo perca suas garantias.

Outro ponto importante é JAMAIS utilizar óleo para carros em motos. As características são bem diferentes. Por isso que existem óleos próprios para motocicletas.

Portanto, siga as recomendações do fabricante em relação ao tempo e ao óleo a ser utilizado na moto. Aproveite para verificar se é necessário substituir os filtros na hora da troca. Trocar o óleo da motocicleta toda semana é uma grande perda de dinheiro, além de gerar resíduos poluentes desnecessários.

Fiquem de olho. Bom senso sempre nos cuidados com a sua motocicleta.

Até a próxima.

Recall do modelo Honda CB300R

segunda-feira, novembro 22nd, 2010

Na última Quinta Feira, 18, a Moto Honda da Amazônia anunciou um recall do modelo CB300R versão ABS, ano 2010. São 7.396 motos que terão que passar pela vistoria nas concessionárias.

O defeito está na fiação do sistema ABS e do turbo do freio traseiro. Caso seja necessário, os dois serão substituídos segundo a fabricante. Os chassis envolvidos estão entre os seguintes números 9C2NC4320AR000069 até 9C2NC4320AR007580.

Segundo o anuncio, algumas unidades podem apresentar um rompimento da fiação do sistema ABS e trinca no tubo do freio traseiro, assim podendo influenciar o controle da moto, devido a redução de eficiência de frenagem.

As concessionárias começarão a atender os clientes a partir de 22 de novembro. O serviço é gratuito e a Honda solicita prévio agendamento.

Diavel: a Maxiscooter da Ducati

sexta-feira, novembro 19th, 2010

Além da BMW e Honda, agora é a vez da Ducati entrar no mercado das scooters. Foi apresentada na 68ª edição do Salão do Automóvel de Milão, a Diavel. Dessa forma a marca italiana segue um caminho que parece ser muito promissor.

A Diavel conta com um visual arrojado e muito estilo, e as novidades da Ducati não param nela. Segundo informações, há um projeto de maxiscooter, que deverá ser seu maior projeto. O seguimento não para de crescer na Europa, e a empresa com seu nome e tecnologia pode conquistar parte deste mercado.

O conceito de maxiscooter surgiu para preencher um espaço que existia nas motos entre as scooter até 150 cm3, na faixa dos R$ 6.000, e os scooters acima de 400 cm3, que custam a partir de R$ 26.900. Estas servem exatamente para quem tem uma scooter e deseja um pouco mais de espaço.

A idéia é de que as Diavel cheguem às concessionárias até o fim 2011, ou inicio de 2012. Ainda não existem maiores informações sobre o valor da moto. Falamos aqui ha alguns dias da BMW Concept C, que deverá ser a concorrente direta da Diavel, cabe agora conferir as duas para saber qual lhe agrada mais. 1003