Se a sua antecessora já incomodava as motos japonesas de 600cc tetraciclíndricas, assim vale para a 675 renovada pela Triumph para incomodar mais ainda suas rivais, que no exterior são a Honda CBR 600 RR, a Yamaha YZF R6, a Suzuki GSX-R 600, a Kawasaki Ninja ZX-6R e a Ducati 848. A nova Daytona 675 apresenta leves modificações em seu desenho, como o formato dos faróis e a entrada de ar dianteira, de resto, seu visual está muito parecido com sua entecessora esbanjando
Agressividade e beleza.
A Triumph já tem uma tradicional arquitetura britânica, então o propulsor da esportiva é um tetracilíndico em linha. Com o três em linha a Triumph consegue um resultado único, onde o giro do motor alcança rotações tão elevadas quanto as que um motor tetracilíndrico conseguiria. Outra vantagem cm esta motorização é se ganha agilidade nas mudanças de direção, entretanto nem todos gostam do ruído descompassado desse motor.
Com o quadro dupla trave em alumínio cumpre seu papel evitando torções nas curvas, com extatos 675 cilindradas o tricílindrico de doze válvulas, refrigeração líquida e comando duplo no cabeçote que agora gera 128 cv a 12.600 rpm três cavalos a mais que sua antecessora, seu torque fica nos 7,54 kgfm aos 11.750 rpm. Mesmo com um cilindro a menos ela leva vantagem nos números de potência e torque com a concorrência oriental.
O ponto fraco da Daytona 675 é seu peso a seco de 162 quilos, onde as concorrentes pesam em média 155 quilos.
Desempenho não é tudo em uma esportiva, equipada com dois discos flutuantes de 308 mm são “mordidos” por pinças radiais de quatro pistões, assinadas pela marca Nissin e na roda traseira, um disco de 220 mm cumpre o seu papel.
Suas suspensões são as tradicionais utilizadas nesse segmento de moto, garfo invertido (upside-down) na dianteria com 120 mm de curso e com ajustes de pré-carga, remoto e compressão da mola e um único amortecedor de 130 mm de curso na roda traseira com as mesmas opções de ajuste da suspensão dianteira.
Em terras brasileiras a Daytona é oferecida na versão 2008 sem a rivalidade das representantes da Suzuki e Ducati, já que nenhuma das duas é vendida por aqui.









