Archive for dezembro, 2008

Nova Daytona 675

terça-feira, dezembro 30th, 2008

Se a sua antecessora já incomodava as motos japonesas de 600cc tetraciclíndricas, assim vale para a 675 renovada pela Triumph para incomodar mais ainda suas rivais, que no exterior são a Honda CBR 600 RR, a Yamaha YZF R6, a Suzuki GSX-R 600, a Kawasaki Ninja ZX-6R e a Ducati 848. A nova Daytona 675 apresenta leves modificações em seu desenho, como o formato dos faróis e a entrada de ar dianteira, de resto, seu visual está muito parecido com sua entecessora esbanjando
Agressividade e beleza.

A Triumph já tem uma tradicional arquitetura britânica, então o propulsor da esportiva é um tetracilíndico em linha. Com o três em linha a Triumph consegue um resultado único, onde o giro do motor alcança rotações tão elevadas quanto as que um motor tetracilíndrico conseguiria. Outra vantagem cm esta motorização é se ganha agilidade nas mudanças de direção, entretanto nem todos gostam do ruído descompassado desse motor.

Com o quadro dupla trave em alumínio cumpre seu papel evitando torções nas curvas, com extatos 675 cilindradas o tricílindrico de doze válvulas, refrigeração líquida e comando duplo no cabeçote que agora gera 128 cv a 12.600 rpm três cavalos a mais que sua antecessora, seu torque fica nos 7,54 kgfm aos 11.750 rpm. Mesmo com um cilindro a menos ela leva vantagem nos números de potência e torque com a concorrência oriental.

O ponto fraco da Daytona 675 é seu peso a seco de 162 quilos, onde as concorrentes pesam em média 155 quilos.
Desempenho não é tudo em uma esportiva, equipada com dois discos flutuantes de 308 mm são “mordidos” por pinças radiais de quatro pistões, assinadas pela marca Nissin e na roda traseira, um disco de 220 mm cumpre o seu papel.

Suas suspensões são as tradicionais utilizadas nesse segmento de moto, garfo invertido (upside-down) na dianteria com 120 mm de curso e com ajustes de pré-carga, remoto e compressão da mola e um único amortecedor de 130 mm de curso na roda traseira com as mesmas opções de ajuste da suspensão dianteira.

Em terras brasileiras a Daytona é oferecida na versão 2008 sem a rivalidade das representantes da Suzuki e Ducati, já que nenhuma das duas é vendida por aqui.

Fonte: Uol

Nova Yamaha YBR 125 Factor

segunda-feira, dezembro 29th, 2008

Mesmo não recebendo injeção eletrônica de combustível, a YBR 125 Factor 2009 traz diversas características que farão a diferença na hora da compra. Alem de seu visual arrojado, a Factor é ágil e já esta de acordo com a terceira fase do Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos, que entra em vigor em janeiro e econômica, faz até 35 km com um litro de gasolina, o preço da versão Ed que é a mais equipada, com partida elétrica, roda de liga leve e freio a disco na dianteira, é de R$ 6.585, já a CG 150 Titan ESD sua maior concorrente tem preço sugerido de R$ 6.990.

A nova YBR perdeu um pouco de torque e potência, com 11,2 cv a 8.000 rpm e o torque 1,13 kgfm a 6.000 rpm. Ela pode estar mais fraca, mas manteve sua proposta urbana com força em baixas e médias rotações, o propulsor ajuda na tarefa de largar na frente dos carros. Já nas estradas com velocidade constante de 90 km/h a moto registra 35,4 km/l e na cidade 33 km com 1 litro de gasolina.

Como herança das primeiras YBR, a nova Yamaha na pilotagem proporciona um conjunto de motor, câmbio e suspensões muito macio, já com o conjunto ciclístico (freios e suspensão), usou a receita das tradicionais, na dianteira possui garfo telescópio com 120 mm de curso, já na traseira balança com sistema de bi-choque, um sistema preciso, macio e copia com muita propriedade as imitações do piso.

Com relação ao sistema de frenagem, a Factor conta com freio a disco na dianteira o qual recebeu uma nova pinça de um único pistão maior, já na traseira o tradicional freio a tambor. Seus novos pneus Metzeler ME 22 (sem câmara na versão rodas de liga leve) oferecem excelente estabilidade, principalmente em curvas fechadas de média velocidade.

A nova Yamaha YBR 125 Factor, esta muito mais adequada para você conduzir, principalmente nas mudanças de direção e em curvas mais fechadas.

Fonte: Uol

Carburador ou injeção eletrônica

sexta-feira, dezembro 26th, 2008

Injeção eletronica

A injeção eletrônica existe desde os anos 70, principalmente em motos européias, porém nunca conseguiram ser mais eficientes em termos de potência que os carburadores. Lógico que o carburador existe há muito tempo, e já passou por muita mudança e só agora se pôs em questão o uso dos mesmos nas motos da nova geração.

Os carburadores dependem da quantidade de ar que nele entra e se mistura com o combustível, e no caso da injeção eletrônica de combustível determina a quantidade precisa de ar e combustível e calcula a melhor mistura em face de uma serie de fatores.
Em outras palavras, a injeção eletrônica é como um carburador com maior precisão e eficácia.
Agora qual destes sistemas é o melhor?
Bem, ambos têm suas vantagens, as motos equipadas com a injeção eletrônica vencem em várias categorias já que consegue calcular a mistura correta de acordo com a carga, condições meteorológicas, altitude, velocidade da moto entre outros, e aperfeiçoam o consumo e emissões de gases, resultando numa combustão mais eficiente.
Já o carburador, apesar de não se modificar para adaptar a melhor mistura em condições adversas, é bem mais fácil de funcionar com outro tipo de peças que não são de origem, logo ele permite maior liberdade para efetuar alterações á moto na própria garagem, sem precisar recorrer a técnicos especializados.

As motos atualmente já vem equipadas com injeção eletrônica, pelo simples motivo de se adequarem a qualquer altitude, levando isto e conta os fabricantes constroem motos para o mundo inteiro com as mesmas especificações, sem que seja necessário realizar alterações para cada país.

Fonte: Moto esporte

Como retirar o capacete em caso de urgência

quarta-feira, dezembro 24th, 2008

Antes de tudo que fique muito claro que este procedimento é em caso de EXTREMA urgência, em ultimo caso mesmo, pois não deve mexer no acidentado. Este método é o recomendado pelo Colégio Americano de Cirurgiões Ortopédicos, e requer duas pessoas.


>>> Primeiro devem retirar a viseira e a correia do queixo. Uma pessoa deve estar ao lado da cabeça da vítima e a outra deve estar por trás a estabilizar a cabeça para evitar o excesso de movimento.

>>> A pessoa que está ao lado deve colocar uma mão atrás da cabeça da vítima para apoiar a base do crânio (não o capacete). E coloca a outra mão no queixo (e não no capacete). Essa pessoa esta a dar apoio à cabeça, logo deve segurar bem ainda que evitando não machucar. Deve manter os braços rígidos para que, quando a outra pessoa retirar o capacete, a cabeça não caia.

>>> A pessoa que está atrás da cabeça da vítima, deve puxar lentamente o capacete para trás e para fora da cabeça. Deve ter cuidado com o nariz e com as orelhas da vítima.

>>> Devem colocar de imediato um casaco debaixo da cabeça da vítima. Se a pessoa que segura a cabeça deixar de fazê-lo, a cabeça pode cair alguns 4 cms o que não seria bom. Se possível seria bom que fosse uma terceira pessoa a colocar o casaco assim que o capacete for retirado. A pessoa que está atrás da cabeça deve segurar novamente a cabeça para imobilizar a coluna cervical.

** Relembrando que o capacete só deve ser retirado em último caso! **

Fonte: Moto esporte

A moto mais cara do mundo

terça-feira, dezembro 23rd, 2008

Apresentada no salão de Detroit, a Chrysler chegou com tudo com uma moto conceitual capaz de deixar famosos esportivos no chinelo. Trata-se da Dodge Tomahawk, uma motocicleta que sai do padrão comum, pois possui quatro rodas (bem próximas entre as do mesmo eixo) e u motor Viper.

Mais conhecido como V10 de 8,3 litros, todo feito de alumínio e que desenvolve absurdos 532cv de potência e 72,6 mkgf de torque. Sua distribuição de peso chega próximo do ideal com 49% à frente e 51% atrás, e sua transmissão e manual de apenas duas velocidades.

Já foram vendidas nove réplicas desta moto, pela barganha de U$ 555.000 cada, e elas não podem ser conduzidas em vias públicas.
Segundo a Chrysler, a Tomahawk é um exemplo do que os projetistas são capazes de fazer quando deixam a imaginação correr solta.

Fonte: Allpar

Capacete limpo

segunda-feira, dezembro 22nd, 2008

Você tem alguma idéia de como se lava seu capacete, afinal já que é um item de segurança que não se deve faltar, você usa o mesmo capacete por hora, faça chuva ou faça sol, querendo ou não acaba ficando aquele cheiro desagradável de suor.


Para isto, segue umas dicas de como levar seu capacete e aumentando a durabilidade dele.
Antes de tudo, não utilize sabão em pó, pois este contém uma porcentagem de sal, o que pode vir a danificar o capacete com o tempo, o ideal mesmo é utilizar produtos específicos para tal, ou detergentes suaves.
Não deixe por muito tempo insetos em sua viseira, insetos acabam soltando um ácido que com o tempo pode vir a corroer a camada da viseira.
Em caso de viajem, em dias de calor se os insetos colados a sua viseira começarem a perturbar muito, umedeça guardanapos ou lenço se esfregue, o mesmo serve para dias de chuva com a sujeira do asfalto agarrando na viseira.

Fonte: Moto esporte

Não tenha problemas ao dar a partida

sexta-feira, dezembro 19th, 2008

Muitos motociclistas têm problemas na hora de dar a partida em sua motocicleta, muitas vezes só pensam em melhor o desempenho do motor ou suspensão e acham que não tem nenhum problema se o motor pegar só em 4 ou 5 partidas. Pois não esta tudo bem, uma partida difícil geralmente indica algum problema mecânico ou elétrico, vejam quais podem ser os motivos.
Antes de qualquer coisa, é necessário ter três coisas para ligar a moto.
- Combustível
- Ar (compressão)
- Ignição
Se eles não estiverem em harmonia entre si, por exemplo, uma ignição fora-do-ponto, certeza que ocorreram problemas.
Se por acaso o motor esteja dando retrocesso, é sinal que o momento de ignição está avançado, isto acontece quando a energia da mistura do combustível é maior que a força da massa em movimento do piloto, o pistão volta na direção contrária causando uma força reversa no pedal de partida. Quanto maior o tamanho do motor e o grau de avanço da ignição, maior a força de reversão.
Andar com baixa velocidade pode superaquecer o motor, quando ocorre isto deixe o motor refrigerar até a temperatura voltar ao normal e verifique o sistema de arrefecimento (nível de água, ou colméia obstruída por jato, na lavagem). Outra possível causa pode ser a baixa compressão.
Normalmente quando se cai de moto, o carburador transborda pelos respiros, neste caso haja desta forma.
Primeiro, feche a torneira do tanque e abra o acelerador enquanto você da partida (Não utilize o afogador!).
Se mesmo assim o motor não pegar depois de umas 10 pedaladas pare e espere uns 15 minutos, para que o motor refrigere.
E se continuar a não pegar o motor, coloque uma vela nova, principalmente se a vela estiver molhada e mostrar sinais de sujeira.

Fonte: Moto esporte

Suzuki Bandit 650N

quinta-feira, dezembro 18th, 2008

A Suzuki Bandit 650N é ‘moto com cara de moto’; no exterior, porém, apelo também vem da versão 2009, já lançada pela Suzuki.

Versatilidade continua sendo a palavra-chave dessa Suzuki, que permite uma tocada esportiva com confortável posição de pilotagem.

Apesar de deitar bastante nas curvas, as suspensões da Bandit 650N 2008 são calibradas para oferecerem conforto.

Com ajuste original das suspensões, voltadas ao conforto, é preciso cuidado ao se reacelerar nas saídas de curva.

Versátil, Bandit 650 N se sai bem tanto em longas viagens como em curvas mais radicais.

Bandit tem preço sugerido de R$ 31.151 - concorrentes Honda Hornet e Yamaha FZ-6N são vendidas a R$ 32.000.

Visualmente a Suzuki Bandit 650N 2008 não mudou muito, as principais novidades estão no motor, com refrigeração líquida. O motor manteve capacidade de 656 cm³, mas ganhou injeção eletrônica, refrigeração líquida, nova pintura e mais cavalos: 85 cv a 10.500 rpm.

Graças ao largo banco em dois níveis, piloto e garupa desfrutam de muito conforto.

Freios mudaram e discos agora são flutuantes com pinças de quatro pistões opostos, A ponteira de escape maior é uma das poucas novidades visuais da Bandit 650N 2008. O Painel é exatamente o mesmo da versão anterior com dois mostradores redondos: conta-giros analógico e velocímetro digital.

Fonte: Uol

O que fazer quando o pneu furar

quarta-feira, dezembro 17th, 2008

Quando o pneu fura você tem duas opções de como proceder ou empurrar até um mecânico, ou utilizar reparadores de pneus. Estes por sua vez, como agem instantaneamente permite que você consiga chegar a algum local que conserte. Mas para evitar este tipo de situação, inspecione os pneus diariamente para ver o estado em que eles se encontram, troque-os sempre que estiverem desgastados.
Para vedar furos, o recurso mais utilizado é o remendo a frio, entretanto este necessita de muita prática do motociclista, caso contrário um simples furo pode vir a se tornar um rasgo. Porém se o motociclista souber fazer o remendo, o qual necessita de ferramentas para desmontar a roda, uma ótima dica para isto é você comprar um kit para troca, que já vem com remendo, bomba de ar, lixas, espátulas e cola.
Como a maioria dos furos acontece no pneu traseiro, o motociclista para levar a moto até o borracheiro mais próximo ele deve sentar-se no tanque para aliviar o peso da parte traseira da motocicleta, evite andar pouco tempo nesta posição para que o pneu não rasgue. Caso o furo ocorra na roda dianteira, a forma de locomover a moto é mais difícil, pois o correto é sentar-se no bagageiro, o que diminui a dirigibilidade. Em ambos os casos, sempre deve andar em baixa velocidade e evitar buracos.
Lembre-se sempre se for você mesmo que ira trocar a roda por causa de pneu furado. Quando for a roda traseira não esqueça a tensão da corrente ao recolocá-la para que a roda não fique frouxa ou solta.

Fonte:Moto Esporte

Evolução de uma paixão com duas rodas

terça-feira, dezembro 16th, 2008

A motocicleta para chegar aos dias atuais, com toda uma tecnologia mesmo sendo através de modelos mais básicos, foi necessário muito tempo e persistência de algumas pessoas, afinal 150 anos de evolução muita coisa aconteceu.

Conde Sirvac, na França em 1790 inventou o celerífero (bicicleta de madeira), como não havia guidão era muito difícil colocar na posição correta.

Já em 1817, o Barão Drais aperfeiçoou o celerífero colocando um eixo e um garfo na roda dianteira, batizando-o de Draisiene.

Passando-se 50 anos, o inglês Lawson inventou a transmissão e o selim, e com isto em 1885 foi lançada a Rover, de J.J Starley.

Dunlop, um veterinário escocês em 1887, queria melhorar o triciclo de madeiro do seu filho, então colocou um tudo oco de borracha preso à roda por tela. Mesmo sabendo que já existia uma patente parecida feita em 1846, Dunlop continuou. Houve maiores melhorias um ano após com os irmãos Michelin, que desenvolveram um novo sistema de fixação do pneu à roda através de cavilhas, já que antes eram por meio de tiras de pano. E cm isto surge o pneu.

O alemão Gotlieb Damler jnto com seu colega Wilhelm Maybach desenvolveram em uma oficina precária, em 1885 a primeira motocicleta. Batizada como Einspur, era equipada com um motor de 264 cc, que desenvolvia inédito para a época, 0,5 CV a 500 rpm, inicialmente movido a gás porem logo passou para a gasolina.

O americano Sylvester Roper e o Francês Louis Perreaux desenvolveram em seus respectivos países, uma espécie de motocicleta, em 1869.

Heinrich Hildebrand e Alois Wolfmuller, ao apresentar o 1º motociclo fabricado em serie, utilizaram a expressão Motor Rad (roda motorizada), equipado agora com um motor de 1500 cc, já desenvolvia 2cv de força.

Após três anos na França, em 1897 os irmãos Wener continuaram o projeto do motorrad, porem utilizando a expressão motocyclette e com o apoio do governo, criaram a marca Bianchi.

A primeira corrida de motocicleta realizada em Londres ocorreu no dia 29 d novembro de 1987, devido ao grande sucesso que a motocicleta acarretou na Inglaterra.

Em1914 surge Indian, com seu motor de 998 cc, primeira moto equipada com partida elétrica, e conhecida na época como uma moto confiável.

Em 1929, os motores estavam aprimorados e chegavam a ser 100 vezes mais potente que os primeiros.

E hoje, após a mais de 150 anos, existe motos de todos os tipos e tamanhos, com motores que vão de 8 cv beirando os 200 cv, para atender o gosto de todos.

Fonte: Duas rodas