Archive for abril, 2009

Telefones para uma viagem tranquila

quinta-feira, abril 30th, 2009

estrada-motoqueirosTenha sempre em mãos os contatos para uma viagem tranquila. As concessionárias informam sobre condições da estrada, trânsito, entre outras informações interessantes.

Obs: Números das estradas de São Paulo:

Concessionárias de Rodovias Estaduais:

AutoBan - Atendimento ao usuário: 0800-555550
Autovias - Serviço ao usuário: 0800-183363
CentroVias - Serviço ao usuário: 0800-178998
Colinas - Serviço ao usuário: 0800-7035080

Dersa - Desenvolvimento Rodoviário S/A - Serviço ao usuário: 0800-555510

Ecovias dos Imigrantes - Serviço ao usuário: 0800-197878
Intervias - Serviço ao usuário: 0800-7071414

Renovias - Serviço ao usuário: 0800-559696
SPVias - Serviço ao usuário: 0800-7035030
Tebe - Serviço ao usuário: 0800-551167

Triângulo do Sol - Serviço ao usuário: 0800-7011609

Via Norte - Serviço ao usuário: 0800-7013070
Viaoeste - Serviço ao usuário: 0800-7015555

Rodovias Federais:

DNIT - Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes
Polícia Rodoviária Federal
Tels.: (11) 6955-4700 / 6954-4555 / 6954-2049 / 6954-1814 (Plantão)

Concessionárias de Rodovias Federais:

NovaDutra - Serviço ao usuário: 0800-173536

Do Rio de Janeiro:

Concessionárias de Rodovias Estaduais:

Via Lagos - Serviço ao usuário: 0800-7020124
Tel.: (21) 2734-4141

Rota 116 - Serviço ao usuário: 0800-2820116
Tel: (22) 2521-0116

Kawasaki Z 750

quarta-feira, abril 29th, 2009

z750

Motocicletas do estilo naked sempre tiveram muitos admiradores. No Brasil, o “boom” do estilo ocorreu com o lançamento da Honda CB 600F Hornet no final de 2004.

Com o passar dos anos, a Suzuki trouxe a nova linha Bandit com melhorias mecânicas, a Yamaha nacionalizou a FZ6 e a Honda renovou sua consagrada Hornet.

Agora em 2009, a Kawasaki entra na briga por esse acirrado mercado com a Z 750, sucesso de vendas na Europa e com a qual pretende conquistar os fãs e, quem sabe, ainda atrair clientes das outras montadoras por aqui.

O principal atributo é o seu motor com a famosa cilindrada “750″. Enquanto o padrão naked no Brasil beira os 600 centímetros cúbicos, a Z 750 vai além.

Seu motor tem exatos 748 cm³, é alimentado por injeção eletrônica e, segundo a Kawasaki, reajustado para rodar com a gasolina brasileira, despejando 106 cv a 10.500 rpm sobre a roda traseira.z750painel

Até aí nada de anormal, mas a vantagem dos centímetros cúbicos a mais está no torque. Na Z 750, o par máximo chega aos 8,0 kgfm a 8.300 rpm, o que deve proporcionar arrancadas vigorosas. As “seiscentas” geram em média 6,4 kgfm de torque.

Bem parecida com a irmã maior Z 1000, a 750 esbanja estilo tão arrojado quanto. Painel assimétrico, lanterna traseira em LED e ponteira de escape com saída dupla são algumas das peculiaridades estéticas da verdinha.

É uma moto que não passará despercebida nas ruas, principalmente pelas cores oferecidas — verde metálica com preto, azul e laranja.

Montada em um quadro tubular em aço, essa beldade pesa 226 quilos a seco. Na missão de parar a moto colaboram os pneus de medidas 120/70-17 (dianteiro) e 180/55-17 (traseiro) e também os discos de freio em formato “margarida” — são de 300 mm (discos dianteiros) e 250 mm (traseiro), acionados por pistão duplo na frente e por pistão simples atrás.

As suspensões foram recalibradas para suportar o asfalto tupiniquim. No trem dianteiro, a Z 750 exibe garfos telescópicos invertidos (upside-down) com 120 mm de curso; já na roda traseira o único amortecedor a gás com 125 mm de curso, ambos com ajuste de pré-carga da mola.

Agora a Z 750 desembarca em terras brasileiras com importação oficial da Kawasaki. Mas para ter o charme de andar em uma representante da marca verde e o design exclusivo, o motociclista terá que desembolsar R$ 39.990.

Fonte Uol

Encontro de Motociclistas – Barretos Motorcycles

terça-feira, abril 28th, 2009

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O Parque do Peão de Barretos, tradicional reduto dos cowboys e apaixonados pela vida e cultura sertaneja, está prestes a ser invadido por uma outra tribo, as dos cavalos de aço com suas potentes motos vindos de toda parte do Brasil.

De 30 de abril a 03 de maio o local receberá motociclistas, motoclubes e apaixonados por motos de todo país.

Os Independentes organizador do evento, espera receber cerca de 85 mil pessoas nos quatro dias de evento com uma vasta grade de programação focadas neste público.

Em sua VII edição o Barretos Motorcycles já tem confirmada a participação de mais de 240 motoclubes brasileiros que se reunirão em um espaço de cerca de 1,3 milhões de metros quadrados.

Dentro do Parque do Peão espaços não faltam para as atrações entre elas: shows de acrobacias em uma estrutura especialmente montada com pista e arquibancada para 5 mil pessoas; shows musicais; museu de motos antigas; Campeonato Regional de Motocross; concurso de motos e até música eletrônica em um espaço montado dentro do Estádio de Rodeios.

Nos shows de acrobacias vale destacar a presença de grandes nomes do país como Joaninha, Cachorrão Moto Show, Tubarão Chev Show, Cacinelli Show, Neno Cobras Moto Show, Alto Giro e Phyra Show.

Já entre os shows musicais estão: Fresno, Edinho Santa Cruz e Olysson 4 (dia 01) e Titãs (dia 02).

Mais informações: www.independentes.com.br / 17 3321 0000

Zero S: 1ª supermotard elétrica do mundo

segunda-feira, abril 27th, 2009

motoeletrica

Entre os exemplos de veículos “verdes” temos carros movidos a hidrogênio, scooters elétricos e agora é a vez das supermotards.

A americana Zero Motorcycles apresenta em sua gama de motocicletas — todas movidas a eletricidade — a primeira supermotard elétrica do mundo para rodar nas ruas: a Zero S.

Custando US$ 9.950 à vista nos Estados Unidos, a novidade elétrica pode se tornar uma boa opção de locomoção urbana para os americanos. Para isso atributos não lhe faltam.

Andar na cidade com a Zero S será uma tarefa agradável. A potência de 31 cv e a incrível cifra de torque de 8,62 kgfm são mais que suficientes para o ir-e-vir diário de uma motocicleta que pesa 102 quilos montada em um quadro de dupla trave de alumínio.motoeletrica2

Para termos uma noção da força dessa moto elétrica, a superesportiva Suzuki GSX-R 750 com seus 150 cv de potência gera 8,8 kgfm de torque a 11.200 rpm. A tarefa de transmitir a força para a roda traseira é feita por corrente e o câmbio é do tipo sem embreagem e com uma única marcha.

A velocidade final divulgada pelo fabricante é de 60 milhas por hora, algo em torno dos 96 km/h. Para um veículo de proposta urbana os números estão mais que suficientes.

Garantindo a estabilidade da motard elétrica, rodas raiadas de 16 polegadas calçadas em pneus de perfil esportivo estão presentes na Zero S. Estes são de medidas generosas: 110/70-16 na roda dianteira e 140/70-16 na traseira.

Colaborando com os pneus as suspensões possuem receita tradicional de uma supermotard a gasolina, com garfo telescópico invertido na dianteira (203 mm de curso) e monoamortecedor na traseira (229 mm de curso).

A autonomia prometida é de quase 100 quilômetros, o que acaba não sendo uma marca ruim. E a recarga leva menos de quatro horas, com a moto ligada em uma tomada comum de 110 ou 220 volts.

Fonte: Infomoto

Recurso derruba projeto de lei que proíbe tráfego de motos entre os carros

sexta-feira, abril 24th, 2009

Nesta quarta-feira (22), o recurso 254 contra a apreciação conclusiva das comissões - que previa a proibição das motocicletas de circularem entre os carros - foi apresentado na Câmara dos Deputados.

De acordo com o parlamentar Jair Bolsonaro (PP-RJ), agora o projeto precisa ser apreciado pelo plenário da Câmara antes de ir ao Senado Federal.

Juntamente com o deputado federal Willian Woo (PSDB-SP), Bolsonaro recolheu cerca de 90 assinaturas no recurso, sendo que eram necessárias apenas 51 para barrar a medida 2650/03, aprovada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) no último dia 7 de abril.

A lei determina que o motociclista deverá observar a distância lateral de 1,5 m dos carros em circulação

Assim, o projeto de lei entra na ordem do dia e não existe prazo normal para ser votada, já que as medidas provisórias têm prioridades na pauta do legislativo.

Fonte: Terra

Motoqueiros não comparecem a inspeção veicular

quinta-feira, abril 23rd, 2009

Menos de 10% das motocicletas com final de placa 1 já realizaram a inspeção veicular obrigatória exigida pela Prefeitura de São Paulo.

De acordo com o levantamento da concessionária Controlar, empresa que venceu a licitação para realizar a inspeção veicular, das 55 mil motocicletas de placa 1, pouco mais de 5,1 mil já fizeram ou agendaram a inspeção. O prazo para este final de placa termina dia 30.

O índice de absteção no exame obrigatório é muito superior ao dos carros - mais de 60% dos automóveis com final de placa 1 já fizeram ou agendaram a inspeção.

A falta de informação é o principal motivo pela ausência dos motociclistas nos postos de inspeção da capital paulista.inspecaomoto

A inspeção das motocicletas dura no máximo quatro minutos, de acordo com a empresa. No exame são medidas as emissões de monóxido de carbono (CO) da moto comparando a quantidade emitida com os respectivos limites estabelecidos por lei.

Se o valor corrigido de CO não atender aos padrões permitidos, o motor deve ser acelerado rapidamente, por três vezes consecutivas, até atingir cerca de 5.000 rpm, e retornar para o regime de marcha lenta.

Caso o valor continue fora dos padrões, a motocicleta é reprovada. Também é feito uma avaliação visual das conduções da moto para ver se não há vazamentos, por exemplo.

Os proprietários de motocicletas com final de placa 1 têm até o dia 30 para realizar a inspeção em um dos postos de atendimento de São Paulo.

Passado este prazo, o veículo fica em situação irregular e poderá ser multado em R$ 550 caso seja parado por um agente de trânsito.

O proprietário fica também impedido de fazer o licenciamento do documento ou vender a moto para outra pessoa enquanto a inspeção não for realizada. O exame pode ser feito após o prazo estabelecido pela Prefeitura.

Para agendar a inspeção é preciso entrar no site da Controlar, imprimir o boleto, realizar o pagamento da taxa de inspeção de R$ 52,73 na rede bancária credenciada e, em até 72 horas, agendar a inspeção também via site ou pelo telefone (11) 3545-6868.

A Prefeitura vai reembolsar o pagamento da taxa este ano.

Fonte: G1

Benelli Café Racer 1130

quarta-feira, abril 22nd, 2009

beneelli-cafe-racer

Fundada na Itália, mas atualmente controlada pelo grupo chinês Qianjiang, a Benelli é representada no Brasil pelo Grupo Izzo.

As motos ainda fabricadas em Pesaro, no país da bota, e têm como marca registrada o design inusitado e os motores de três cilindros em linha. Com a Café Racer não é diferente.

Do conjunto óptico dianteiro à grande ponteira única de escape, o modelo surpreende por suas linhas ousadas e diferentes de tudo que já se viu.

A inspiração café racer aparece nos dois semiguidões de alumínio, que têm os retrovisores montados na extremidade, e também no banco monoposto.

Antes de acelerar a Café Racer 1130, vale analisar as linhas que parecem saídas de um filme de ficção científica. O conjunto óptico é dominado pelos faróis e traz uma pequena cobertura para desviar o vento frontal.

Na lateral, destacam-se as aletas que trazem embutidos os piscas e dois ventiladores do sistema de refrigeração líquida. O quadro de aço em treliça envolve o motor. E a traseira dessa Benelli termina em duas luzes de freio, uma de cada lado da grande e única ponteira de escape.benelli-cafe-racer2

Outra peça que chama a atenção é a mesa que sustenta os dois semiguidões. Para destacar a época de ouro do motociclismo britânico, a Café Racer está disponível apenas na cor dourada.

Depois de admirar o desenho inusitado, é hora de acordar o motor de arquitetura também diferenciada. São três cilindros paralelos, como nas inglesas Triumph, quatro válvulas por cilindro e duplo eixo de comando no cabeçote (DOHC) com refrigeração líquida.

Ficha Técnica:

Motor: 1.130 cm³, três cilindros em linha, quatro válvulas por cilindros, DOHC com refrigeração líquida.
Diâmetro e curso: 88×62 mm. Taxa de compressão: 11,2:1.
Potência: 137 cv a 9.500 rpm.
Torque: 11,2 kgfm a 7.750 rpm.
Alimentação: Injeção eletrônica com três corpos de aceleração de 53 mm de diâmetro.
Transmissão: Embreagem em banho de óleo, com câmbio de seis marchas e transmissão final por corrente.
Ciclística: Quadro de aço em treliça desmontável com sub-quadro em liga de alumínio.
Suspensão: Dianteira por garfo telescópico invertido com bengalas de 43 mm de diâmetro, totalmente ajustável, com curso de 120 mm. Traseira por balança em treliça monoamortecida, totalmente ajustável com curso de 120 mm.
Freios: Dois discos de 320 mm de diâmetro com pinça de quatro pistões na dianteira. Disco simples de 240 mm de diâmetro e pinça de dois pistões na traseira.
Pneus: Dunlop Sportmax 120/70-ZR17 na dianteira e 190/50-ZR17 na traseira.
Dimensões: 2.128 mm de comprimento; 750 mm de largura; 1.050 mm de altura; 820 mm de altura do assento; 1443 mm de entre-eixos.
Peso: 208 kg a seco.
Tanque: 16 litros.

Preço: R$ 68.900.

Fonte: Infomoto

Queima da bomba de combustível

terça-feira, abril 21st, 2009

O que contribui para queima da bomba de combustível?

Vários fatores que prejudicam o funcionamento da bomba de combustível podem ser evitadas pelo proprietário.

Utilizar a motocicleta com o combustível sempre na reserva é um gasosacomportamento que prejudica a bomba, pois o próprio combustível serve também de lubrificante do sistema.

Problemas na parte elétrica ou a instalação de faróis que consomem mais energia do que a demanda do alternador também podem prejudicar a bomba de combustível.

Fonte: Duas Rodas

Problemas de audição

segunda-feira, abril 20th, 2009

Existe uma ameaça que afeta particularmente aqueles motociclistas que gostam de pegar estrada. É a perda auditiva. Você perde a capacidade de ouvir aos poucos, e o dano vai se acumulando viagem após viagem.

E o que é pior, seu capacete, mesmo integral, não oferece proteção suficiente. E não se trata do caso de motos custom de escape aberto. Ele só reduz 3 dB, e somente se for 3/4 ou mais, e colocado corretamente.

Os danos são cumulativos e irreversíveis.

O que pode ser feito a respeito? Como proteger nossa audição do ruído do vento?

Primeiro, use um capacete integral. Ele abafa melhor os sons. Compre um que assente bem em sua cabeça.

Segundo, use plugs de ouvido. São aqueles plugs laranjas que os operários utilizam. São bem pequenos e podem ser usados com capacete. protetor

Se você não colocá-lo corretamente, vai proporcionar pouca redução de ruído e vai machucar em pouco tempo. Portanto, coloque-o da maneira certa que é perfeito.

Chumaços de algodão, bem amassados, dentro de seus ouvidos também podem ser utilizados, mas eles não são tão bons quanto os plugs de ouvido.

Usá-los abaixo de 50 Km/h não é muito necessário. Mas a 70 Km/h já faz uma boa diferença.

Curiosidade: um restaurante barulhento produz 80 dB de ruído. Um metrô, 90 dB. Uma banda de rock faz 110 dB. Uma buzina de carro, 115 dB, e um tiro, 140 dB, em números aproximados.

Observações:

1-) A perda de audição pode começar em 90 dB.

2-) Uma hora de exposição a 110 dB danifica sua audição

3-) 115 dB só necessita de 15 minutos de exposição para fazer o mesmo estrago!

Fonte: Moto Mania

Transporte de Passageiros e Cargas

sexta-feira, abril 17th, 2009

O passageiro, ou garupa, deve permanecer atento a uma série de detalhes fundamentais para a sua segurança e o bom desempenho do veículo.

As primeiras medidas devem ser tomadas antes mesmo de a motocicleta entrar em movimento.

Devido às características de cada modelo e suas diferentes reações ao peso extra do garupa, é preciso estar atento às recomendações sobre os limites constantes no Manual do proprietário.

Chegada a hora de trafegar nas ruas, é importante que o garupa ajuste os pés nas pedaleiras traseiras assim que subir no veículo e mantenha-se o mais próximo possível do condutor, com as duas pernas fixas firmemente no banco.Garupa

Para manter a estabilidade do veículo durante a pilotagem, o passageiro tem de permanecer com seu ângulo de visão ao lado da cabeça do piloto, de forma que possa se antecipar às manobras e acompanhar os principais movimentos - inclusive as inclinações necessárias durante as curvas.

Na frenagem da motocicleta, quando o corpo do garupa é projetado para frente, é necessário que ele pressione as pernas no quadril do piloto, para que este não sofra a transferência de peso e perca o equilíbrio.

Quando a motocicleta parar, o passageiro deve manter os pés nas pedaleiras traseiras avisando o piloto de que já está pronto para saltar. O passageiro deve descer primeiro, sempre pelo lado esquerdo da moto.

Afinações:

Outro ponto muito importante é o amortecimento sobrecarregado. Procurando que as reações da moto se pareçam o mais possível com a condução individual, devem-se retocar diversos parâmetros.

Siga as instruções do fabricante e não esqueça que para viajar acompanhado, ao reabastecer deve efetuar dois ajustes, de gasolina e ar, este último com o pneu o mais frio possível, porque uma leitura a quente falseia o resultado.

Cargas:

Ainda que as motocicletas não estejam realmente desenhadas para levar cargas, alguns pequenos pacotes podem ser transportados de forma segura se este estejam bem colocados e presos.

Fonte: Moto Segurança