Archive for setembro, 2012

Yamaha entrou bem no mundo das motos bicombustível

sexta-feira, setembro 28th, 2012

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Desde agosto deste ano, a Yamaha entrou no mercado das motos bicombustível com uma versão de sua já consagrada Fazer YS250, batizada YS250 Blue Flex. Após um mês de comercialização, os resultados são muito bons.

A moto teve uma boa aceitação do público, sendo a segunda mais vendida do segmento no mês de agosto e setembro. Além da versatilidade e economia, o sucesso deve-se também a dois componentes exclusivos do modelo: O Sistema Yamaha de Segurança e Sistema PCV.

Funcionam assim: o Sistema Yamaha de Segurança é ativado assim que se liga a moto e faz acender uma luz no painel. A primeira marcha só pode ser indicada quando essa luz está apagada (coisa de 3 segundos), caso contrário, o motor desliga-se automaticamente. Segundo o fabricante, isso garante maior durabilidade do motor.

O Sistema PCV (ventilação positiva de cárter, em português) é muito eficaz e simples. Todos os vapores gerados internamente no motor devido a alta temperatura são distribuídos por meio de mangueiras para a caixa de filtro de ar. Por meio do exclusivo sistema desenvolvido pela Yamaha, ocorre a separação dos componentes do vapor, devido à diferença de temperatura entre esses vapores. O vapor se condensará e será armazenado num reservatório embutido na própria caixa de filtro de ar, sendo liberado para retornar ao cárter por meio da válvula solenoide. Este fará a liberação toda vez que a motocicleta for desligada. Assim, garante o fabricante, a moto torna-se bem menos poluidora.

O sucesso foi tamanho que, com um preço competitivo, é provável que já em 2013 a Yamaha pare de comercializar o modelo YS250 a gasolina para vender apenas a YS250 Blue Flex. Na verdade, esse deve ser o caminho natural de todas as montadoras de motos, tal qual foi para os automóveis: as motos pequenas de rua devem dar espaço às motos bicombustível.

Viajando com a sua moto: São Paulo – Santos, ótima viagem para iniciantes e iniciados

quinta-feira, setembro 27th, 2012

Quase todas as pessoas que tem moto gostam de pegar estrada, mas muitas vezes deixam de fazer isso pelos motivos mais variados. Pensando nisso, vamos dar dicas que proporcionam uma ótima viagem de moto (com estradsa boas, paisagens bonitas e destinos muito agradáveis).

Quem estiver em São Paulo, não deixe de pegar a moto e descer para Santos, no litoral. A viagem é rápida (cerca de 70 km) e a estrada guarda várias belezas, como um pedaço da Mata Atlântica. Existem duas vias possíveis: Anchieta e Imigrantes (ambas tem pistas de descida e subida da serra).

Quem optar pela Anchieta irá encontrar estradas com muitas curvas, cercadas pela floresta da Mata Atlântica, uma vista linda e alguns monumentos bem interessantes, como o Cruzeiro Quinhentista. O contra para a Anchieta é o fato de ter um tráfego intenso de caminhões e ônibus, já que esta estrada é o caminho obrigatório para esses veículos.

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Já quem preferir partir via Imigrantes, irá encontrar uma estrada melhor, mais larga, sem caminhões ou ônibus e uma vista deslumbrante do litoral do estado de São Paulo. Mas também irá se deparar com muitos túneis que podem estar perigosos por conta de óleo derramado por alguns carros.

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Chegando a Santos, não deixe de visitar a bela praia de José Menino. Além da areia clara e do mar azul, ali você encontra a belíssima Praça das Bandeiras e um museu em homenagem ao morador mais famoso da cidade: o Rei Pelé.

Para um bom almoço de frutos do mar, vá até a praia do Gonzaga conhecer o ótimo restaurante “A Balneária”, localizado na av. Presidente Wilson, nº21 (é a avenida da praia). Se ainda tiver um tempo ou quiser rodar um pouco mais, puxe até a Ilha Porchat, em São Vicente, município vizinho e mais antigo do estado de São Paulo, para um almoço em um dos vários restaurantes com uma vista espetacular para o mar.

Essa é uma viagem que pode ser feita em apenas um dia ou um fim de semana, portanto, mesmo quem está em São Paulo só de passagem, não deixe de curtir esse destino. Para mais informações sobre a cidade de Santos, clique aqui.

Até a próxima e boa viagem.

Aumentam indícios da Ninja 250R 2013 no Brasil

quarta-feira, setembro 26th, 2012

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As “mini esportivas” (motos de 205 cc com roupagem de supermotos) caíram no gosto do público brasileiro. A primeira foi a Kasinski ao lançar a Comet 250R, depois a Kawasaki chegou com a Ninja 250R (popularmente chamada de “Ninjinha”), então vieram a Honda e a Dafra e aqueceram ainda mais esse nicho de mercado.

A Kawasaki lançou em setembro, na Ásia, o modelo 2013 da Ninja 250R, mas até agora a Kawasaki do Brasil não oficializou sua venda por aqui. Contudo, desde 1º de setembro (mesma data em que a nova “Ninjinha” foi anunciada na Ásia), a pequena esportiva da Kawasaki sofreu uma queda de 10% no preço. Isso pode ser uma manobra para garantir mais consumidores perante a concorrência (sobretudo da Honda CBR 250), apesar de parecer muito mais uma tentativa de queima de estoque para “preparar o terreno” para o desembarque da Ninja 205R modelo 2013!

O modelo 2013 apresenta, além da carroceria redesenhada e um conjunto óptico duplo (a exemplo da ZX-10R), injeção eletrônica com borboleta dupla no corpo do acelerador de série (o que melhora o consumo da motocicleta), novos pistões e cilindros e a opção de freios ABS.

A Kawasaki não confirmou nada, por hora, mas tudo leva a crer que teremos novidades ainda este ano. Vamos aguardar pra ver o que o pessoal da “marca verde-limão” tem em mente, ainda mais agora que Kawasaki lançou na Europa o modelo Ninja 300, com 296cc.

Montadoras apostam no público feminino da Índia

terça-feira, setembro 25th, 2012

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Qualquer motociclista atento já notou o crescente número de mulheres pilotando suas motos. Só no Brasil, segundo dados do Denatran, entre 2008 e 2011 houve um aumento de 44% de CNHs tipo A para mulheres. Esse fenômeno não é exclusivamente brasileiro, mas mundial.

Percebendo isso, montadoras indianas decidiram apostar nesse novo nicho de mercado, criando conceitos de “motos femininas” para conquistar maior público. Mas se engana quem pensa que as tais “motos femininas” são de baixa cilindrada ou algum tipo de scooter. A maior procura tem sido pelas motos custons de grande porte que, com essa nova proposta, apresentam o banco mais baixo e maior leveza para manobrar.

Com isso, foram criados motoclubes exclusivamente de mulheres, que já existem no Brasil, como o Ladies of the Road, mas que são novidades na Índia, como o Bikerni.

Assim, aquela imagem de que homens pilotam motos e mulheres andam na garupa está, cada vez mais, ficando no passado. Motociclistas ainda garantem que, se para o homem a moto representa liberdade, para a mulher representa poder.

Confira o vídeo de uma matéria da BBC Brasil sobre o assunto clicando aqui.