Archive for fevereiro, 2013

Harley-Davidson apresenta três novos sonhos de consumo para Portugal e Espanha

quinta-feira, fevereiro 28th, 2013

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Colegas, motoqueiros, coisa fina na área. A mítica Harley-Davidson apresentou versões mais que especiais para o público de Portugal e Espanha. São três edições, duas criadas a partir da 883 Iron e uma a partir da Forty Eight.

Vamos falar de uma por uma.

Sweet Seventies. Criada sobre a Forty Eight, o nome já revela: inspiração nos anos 70. Restrita a 50 unidades (numeradas), a bela moto tem pintura Hard Candy Custom (uma cor especial e exclusiva desenvolvido pela própria montadora), manoplas pretas com punhos brancos, o que dá um contraste lindo com o resto da moto. O banco, show a parte, é monoposto com molas. Classicaço. Mais anos 70 que isso, impossível.

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Dark Edition. A que menos sofreu modificações perante a moto original, a Dark Edition conta com a 883 Iron como base. A moto recebeu banco de garupa (a Iron é monoposto). O guidão é mais curto e a suspensão mais baixa. Os retrovisores mudaram de lugar e foram parar embaixo da manopla, seguindo uma tradição italiana. A pintura, naturalmente, é toda preta. Uma bela moto, mas sem grandes novidades.

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Quarter Mille. Pode parar tudo. Essa é a versão mais espetacular que a H-D apresentou. Uma legítima café racer construída sobre a 883 Iron. No maior estilo James Dean, a motocicleta ganhou guidão curto e reto, o escape recebeu coloração preta fosca e o tanque recebeu grafismo em creme e vermelho. A tampa do filtro de ar segue as cores da moto. Apenas 25 unidades (também numeradas) foram produzidas.

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Qual você mais curtiu? Não vale falar todas…

Até a próxima.

O aventureiro dentro de cada um de nós

quarta-feira, fevereiro 27th, 2013

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Olá, motoqueiros de plantão. Há poucos dias falamos da moto no cinema e como essa mídia pode ser usada para divulgar novidades no mercado. No entanto, outro filme me chamou a atenção e não porque dessa vez divulga um novo produto, mas porque mexe com o “aventureiro” dentro de cada um de nós.

O filme tem um roteiro que soa batido: um homem perde o emprego e a mulher e, na companhia de sua moto, faz uma viagem para encontrar a si mesmo. Mas o filme em questão tem outro detalhe que faz com que todos gostariam de ser Sanders (personagem central). Ele é contratado para escrever um guia dos melhores bares de estrada do oeste americano. Antes de partir conhece um senhor em um bar (lógico) que parte junto.

Mas, independentemente do enredo, a ideia me tecou por outro meio. Existe uma sabedoria e tranquilidade que apenas a estrada e os bares nos dão. E em companhia de algum(s) amigo(s).

Acredito que toda ego trip deveria passar por uma estrada (real e metafórica) e por um bar (real e metafórico). E também precisa de algumas companhias.

Primeiro, a estrada. Lá, sua conexão com si próprio e com sua moto é total. O cenário, apreciado sem pressa, é um perfeito pano de fundo para nossa sensação de liberdade, para nosso momento de “meditação” e liberdade. Assim como a vida, é a moto que diz quando trocar de marcha e não quando você quiser e a intenção é encontrar uma forma confortável de seguir viagem.

Os bares. Campo para quem busca pessoas interessantes, com histórias de vida incríveis, alguém que falará sobre um livro ou um filme que você não conhece ou topará partir junto com você, bêbado, para algum lugar inusitado (real ou imaginário). Imprevisíveis como a vida. Podem ser banais e, depois de horas, você se encontra no mesmo lugar. Mas podem ocasionar algo que te tira dos eixos.

Sem contar que, como diria Nelson Rodrigues, “só na ressaca o homem é perfeito”. Tudo o que se faz no bar, para todos os efeitos, tem consequências, maiores ou menores.

E o(s) amigo(s). Essa é simples. Pense nos grandes momentos da sua vida. Em quantos deles você estava completamente sozinho? Até a mais particular conquista e felicidade foi amplificada ao ser dividida. E, ao contrário do que se pensa, dividir é mais do que somar. Dividir é multiplicar.

Por isso, querido motoqueiro, se você ainda não fez uma boa viagem e parou em um bom bar na companhia de um bom amigo, não perca mais seu tempo. E sem pressa de chegar ou voltar, não importa a distância.

Por enquanto, curta o trailer do filme, chamado de “The best bar in America”, que será lançado direto no DVD e no iTunes. O longa ainda guarda o charme de ser uma produção independente e sem contar com muitos recursos. Todos os bares que aparecem na fita realmente existem e todos os coadjuvantes são realmente frequentadores daqueles bares.

Confira o trailer:

Honda 300 com motor flex chega às lojas

terça-feira, fevereiro 26th, 2013

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Novidade na área, amigos motoqueiros. Apresentadas no final de 2012, chegam às lojas a Honda CB 300R e a Honda XRE 300 na configuração flex. E tem outra boa nova no modelo: ambas possuem opção com freios ABS.

O Valor, inclusive, já foi divulgado: a CB 300R a partir de R$11.790 e a XRE a partir de R$13.290.

Mesmo a Honda sendo pioneira em motos bicombustível, a Yamaha lançou antes essa tecnologia no mundo das 250/300 cc com o lançamento, em 2012, da Fazer Bluflex. Mas agora esse segmento vai esquentar mesmo.

E por falar em esquentar, a partida a frio ainda é um problema em motos quando abastecidas com álcool apenas. A Honda revela que é preciso cerca de 20% de gasolina para não passar por esse problema. Para não deixar o condutor numa roubada, um dispositivo muito interessante foi incorporado à moto.

No tanque das motos, o painel traz uma nova luz indicadora, que acenderá sempre que houver uma elevada concentração de etanol e a temperatura ambiente estiver abaixo de 15ºC. Isto indicará uma possível dificuldade de partida a frio do motor, informa a fabricante, e após o aquecimento do motor, a luz se apagará. Saída inteligente.

Os dois modelos também receberam alguns detalhes no visual em relação às versões apenas a gasolina. A CB abandonou os piscas laranja e assumiu os translúcidos, bem como adesivos defletores nas laterais do tanque, o que a deixou com cara de “moto maior”. A XRE ganhou apenas os adesivos.

Por hora, é uma tecnologia nova no mundo das motos e presente apenas em motocicletas pequenas. Mas, assim como foi com os carros, o motor bicombustível deve popularizar-se e chegar, no futuro, a equipar motos grandes e potentes.

Gostou da novidade? Que modelo você gostaria de ver na configuração flex?

Até a próxima.

Nova Yamaha R6 estrela sexto filme da série “Duro de Matar”

segunda-feira, fevereiro 25th, 2013

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Faz tempo que não falamos sobre motos no cinema aqui no nosso blog. Já comentamos sobre a misteriosa moto de Robocop (que continua misteriosa) e da moto do Dredd que deu origem a uma moto de rua. Então, retomando essa conversa, vem aí o novo “Duro de Matar”.

Mas as atenções ficam todas para a vilã e seu veículo. Não só por marcar a estreia em Hollywood da bela russa Yulia Snigir, mas por apresentar a Yamaha R6 especial que comemora os 50 anos da moto no Mundial de Motovelocidade.

A ciclística da R6 especial é igual da normal: motor de quatro cilindros em linha DOHC de 599 cm³ com arrefecimento líquido, capaz de gerar uma potência de 124 cv a 15 500 rpm. O que muda mesmo é a pintura extremamente caprichada.

Infelizmente a Yamaha nunca trouxe a R6 oficialmente para o Brasil, muito menos essa versão especial, da qual só 1.500 unidades foram confeccionadas.

E aí, você acha o cinema uma boa mídia para promover motos como é para promover carros?

O filme estreou sexta-feira (dia 22) no Brasil. Vai conferir? Nos vemos lá.

Até a próxima.

Uma lista pra você ler, guardar e utilizar

sexta-feira, fevereiro 22nd, 2013

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Olá, colegas motoqueiros. A gente fala sobre o mundo das motocicletas o tempo todo, mas às vezes esquecemos alguns detalhes que não tem a ver necessariamente com a moto, mas são fundamentais para quem vai pilotar (seja na cidade, no cotidiano ou numa viagem).

Eis que muitas vezes esquecemos-nos de checar detalhes banais que levariam menos de um segundo para serem verificados. Pensando nisso, decidimos criar uma lista para você ler e utilizar sempre. Também conto com a ajuda de todos para tornar a lista maior e mais completa, ok?

Então vamos lá. Separando por tópicos, o que você precisa reparar para ter um passeio tranquilo e sem surpresas inconvenientes.

Antes de sair de casa:

Momento crucial, seja um passeio curto ou uma viagem longa. A moto não é como o carro (todos sabemos) e não permite algumas regalias. Para o piloto, isso não é novidade, mas pode ser para o garupa. Confira:

- Estado de saúde do piloto e garupa.

- Estado fisiológico do piloto e garupa (fome, sede, banheiro, estado emocional – principalmente se piloto ou garupa forem iniciantes).

- Condições climáticas e previsão do tempo.

- Equipamentos em condições boas do piloto e garupa (capacetes, jaquetas, luvas, calça e botas)

- Documentos (do piloto, do garupa E DA MOTO).

- Dinheiro para abastecer e para emergências (nunca se sabe).

Conferiu tudo? Está em ordem? Então vamos pra moto. Confira:

- Condições do pneu.

- Condições dos freios.

- Fluído de freio.

- Fluído da embreagem (se houver).

- Óleo do motor; complete se for necessário.

- Estado da transmissão secundária. Esse item muita gente esquece que verificar. A não ser que sua moto tenha eixo cardã, confira e, se preciso, faça os ajustes.

- Fluído no radiador. Mesma coisa do óleo do motor: complete se necessário.

- Combustível (esse deveria ser o primeiro).

- Torneira de combustível. On (ligada) ou Res (reserva).

- Finalmente: chave geral da moto.

Agora, antes de sair, um detalhe importante e alguns, até os mais experientes, podem esquecer: cavalete lateral ou central está retraído? E a pedaleira do garupa?

Agora sim, tudo certo pra seguir em frente. Vamos dando mais dicas para deixar sua lista de “afazeres” mais completa, mas também conto com a ajuda de todos.

Até a próxima.

Como agir quando enfrentar uma enchente em sua moto?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2013

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Olá, colegas motoqueiros. Verão traz uma certeza para quase todos que vivem em cidades grandes: enchentes. E sabemos que as medidas governamentais para corrigi-las são muito ineficazes, então essa é e será a realidade por um bom tempo.

Acontece que você optou por ter uma moto (direito seu, meu, de todos). E aí? O que fazer quando encher?

O fato é que não adianta insistir. Nesses casos, o melhor a se fazer é não sair de onde está. Já saiu? Volte por aonde veio, ainda que seja contramão (quando for assim, desça da moto e ande com ela perto da calçada).

Encarar uma enchente não é recomendado para carros, quem dirá para motos. Se insistir, você estará assumindo os seguintes riscos:

- entrar água no motor;

- bater em algum obstáculo submerso e cair;

- ser arrastado pela correnteza;

- pegar alguma doença (ou você acha que aquela água é limpa?).

Ainda existem outros riscos de acidente e para a saúde, sem contar os danos para a moto em si (em caso de enchentes, o seguro não cobre a avaria).

Portanto, é dureza, mas volte pra onde estava ou para algum lugar segura da água (você e sua moto). Melhor chegar molhado de chuva, mas chegar.

Já precisou encarar alguma situação assim? Conte pra gente.

Até a próxima.

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Foto de uma moto arrastada pela enchente: o seguro não vai cobrir

Lei americana pode permitir motociclista a cruzar farol vermelho

quarta-feira, fevereiro 20th, 2013

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Olá, colegas motoqueiros. Veja que lei interessante está sendo discutida nos EUA: a moto pode cruzar farol vermelho. Mas calma lá, não é tão simples assim. Vamos apresentar fatos e argumentos para então discutir: será que daria certo no Brasil?

Todos vocês sabem que o transito e a rua não foram pensados para a presença da moto. Divisórias de algumas pontes têm vãos grandes o bastante pra prender a roda de algumas motos, os guard-rails são facas afiadas para o motoqueiro em queda, as faixas pintadas na rua são sabão em dia de chuva, espaço para estacionar na rua quase não existe e etc.

Mas a questão o semáforo é outro detalhe. Alguém já parou em um semáforo inteligente? Aqueles que só abrem quando um carro se aproxima? Então, acontece que o sensor desse tipo de farol não é acionado pelo peso da moto. Imagine a situação, você voltando pra casa de noite, sozinho na rua e encontra um desse no caminho. A menos que apareça algum carro, esse farol jamais se abrirá e você terá que cometer uma infração.

Justamente aí que entra a lei americana. Quase todas as cidades dos EUA são equipadas com esse tipo de farol. Para evitar uma infração obrigatória ao motociclista, o senador Paul Schumacher, do Estado de Nebraska, propôs a lei que permita motoqueiros passarem no sinal fechado desde que não haja pedestres ou outros veículos no local. Tem um porém: a moto precisaria esperar ao menos dois minutos para a mudança no farol.

De fato, ficar esperando um carro se aproximar pode ser incômodo com uma chuva e perigoso caso apareça um motorista distraído ou embriagado e atropelar a moto parada (nos EUA, esse crime é mais comum do que pode parecer). Tanto que muitos outros estados como Missouri, Carolina do Norte, Wisconsin, Idaho, Arkansas, Tennessee e Minnesota já têm leis que permitem aos motociclistas furarem o sinal depois de aguardarem por muito tempo parado. A proposta de Schumacher é tornar essa lei federal.

Os opositores dizem que essa lei incentiva a infração e que é impossível saber se o motoqueiro ficou mesmo parado no farol antes de atravessá-lo. Os apoiadores dizem que, mesmo incentivando furar o sinal vermelho, a lei traz mais segurança e conforto aos que optaram pela moto.

E o que você acha disso tudo? Daria certo por aqui? Já encarou um semáforo inteligente e foi obrigado a passar no vermelho?

Até a próxima.

Quanto sua moto “bebe”?

terça-feira, fevereiro 19th, 2013

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Parece estranho para alguns colegas motoqueiros, mas muita gente não sabe calcular quanto sua moto gasta de combustível. Se perguntar “quantos km sua moto faz com 1 litro de gasolina”, muita gente não sabe dizer.

Muitas motos não possuem hodômetro parcial, aqueles que podem ser zerados como de carros. Mas todo veículo possui um hodômetro central. É ele que nos “salvará” e vai nos ajudar a seguir esses cinco passos.

Passo 1: Encha o tanque da sua moto. Simples assim. Mas tem que colocar gasolina até o tanque encher, não pode ser parcialmente.

Passo 2: Anote a quilometragem da moto. Faça isso no posto de gasolina mesmo, antes de o frentista terminar de abastecer, se preferir.

Passo 3: A parte mais divertida, ande com a moto. Apenas isso, circule com ela por aí, uns 50 km no mínimo. Atenção a um detalhe apenas, o consumo na estrada é diferente do consumo na cidade. Se você pretende descobrir quanto sua moto gasta no dia a dia, não é ideal que faça essa medição em uma viagem e vice-versa, ok?

Passo 4: Aqui começa o momento de atenção. Encha o tanque outra vez, mas reparando quanto de gasolina entrou na sua moto. Basta olhar para a bomba do posto quando terminar de abastecer.

Passo 5: Anote novamente a quilometragem e faça uma conta simples. É só ver quantos quilômetros você rodou com essa quantidade de combustível. A conta é a seguinte: quilometragem atual – quilometragem anterior / litros de gasolina.

Veja um exemplo. Na primeira parada no posto, a sua moto apresentava 15.562 km rodados. Na segunda parada, apresentava 15.608 km. Quando você reparou quanto de combustível foi colocado, deu a marca de 2,672 l.

Faça a conta: 15.608 – 15.562 / 2,672 = 17,3.

Pronto! Sua moto faz 17,3 km/l. Simples não.

Até a próxima.

Honda lança uma versão (quase) pequena da Gold Wing

segunda-feira, fevereiro 18th, 2013

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Motoqueiros fanáticos por touring gigantescas (uma redundância) sorriam. A Honda lançou uma versão mais “encolhida” da gigantesca Gold Wing 1800. É a F6B.

Com a proposta de trazer mais fãs para o mundo das motos grandes de turismo, a F6B é mais baixa, mais leve, mais bonita e mais arrojada e moderna que a Gold Wing. O para-brisa mais baixo aumenta a sensação de liberdade, segundo os projetistas da marca e o bagageiro traseiro foi dispensando, restando apenas duas belas maletas rígidas laterais.

A montadora também fez alterações no assento, que traz também um pequeno encosto para o garupa. O sofisticado sistema de áudio conta com quatro alto-falantes e suporte para conectividade com iPod ou entrada USB, para reprodução de arquivos MP3, WMA ou AAC.

O motor tem a mesma configuração da Gold Wing: 1.832 cc e 118 cv, mas com um expressivo torque de 17 kgmf já a 4.000 RPM. A grande novidade nessa área é a introdução de uma quinta marcha, um tipo de overdrive e garante menor gasto de combustível, garante a Honda.

A moto ainda não foi confirmada para o Brasil, mas como a Gold Wing faz sucesso aqui, a chance de pintar uma importação oficial é muito grande.

Show!

Até a próxima.

Moveo: a moto-mala

sexta-feira, fevereiro 15th, 2013

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Não se assuste, colega motoqueiro. O título é esse mesmo. Você já viu, assim como eu, muitos motoqueiros “malas”, mas nunca viu uma “moto-mala”.

Já apresentamos alguns designs bem bizarros aqui no blog, mas acho que a Moveo, scooter húngaro, bate todos. É uma scooter elétrica que vira uma maleta. Isso mesmo.

De acordo com o grupo Antro (responsável pelo projeto), a pequena moto foi desenhada para circular em cidades por aqueles que usam a motocicleta como meio de transporte diário.  A Moveo pesa pouco mais de 25 kg e tem autonomia para 35 km a 45 km/h.

Mas o legal é que ela pode ser dobrada, se transformando em algo parecido com uma mala de viagem e podendo ser carregada como tal. Problemas pra estacionar? Nunca mais.

Segundo o Grupo, eles precisam de um investimento de US$8 milhões para produzir 15 mil scooters por ano e estão otimistas para começar a produção ainda em 2014.

Vai dizer que você não se interessou nela? Chegar ao trabalho e deixá-la “estacionada” do lado da sua mesa seria sensacional, não é mesmo?

Até a próxima.

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