Archive for fevereiro, 2013

Setor de motos tem queda em janeiro

quinta-feira, fevereiro 14th, 2013

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Olá motoqueiros do Brasil. O ano de 2013 começou com vendas baixas de motocicletas. Mais baixas do que as vendas do “terrível” ano de 2012.

Segundo dados do Fenavabre e da Abraciclo, o mês de janeiro apresentou uma redução de 8,4% de emplacamentos em relação a dezembro e estrondosos 11,1% em relação a janeiro de 2012. A produção também recuou massivos 28,1%.

O mês de janeiro não é um mês bom em vendas no setor, porém a redução foi muito grande e mostra que, se houver crescimento, será muito tímido em 2013, muito abaixo do recorde de dois milhões de veículos vendidos, esperado pelos fabricantes.

Para o diretor-executivo da Abraciclo, José Eduardo Gonçalves, o grande problema continua sendo a restrição ao crédito. Dados computados pela associação revelam que em 2012 o financiamento foi a modalidade de compra de apenas 40% das motos comercializadas – em 2011 esse percentual era de 52%. “Temos buscado alternativas, pois o setor de motos depende do crédito para voltar a crescer. Os bancos públicos criaram linhas especiais, mas até o momento o mercado não apresentou sinais de recuperação”, afirma Gonçalves.

Mas, no fundo, o problema não é o crédito, é o preço!

Porém, será que ninguém pensou na “alternativa absurda” de baixar os preços? As montadoras podem estar fechando as portas, mas não pensam em não bater recorde de lucro (não de vendas, como sugerem), preferem aguardar uma “forcinha financeira” do governo.

Falando em governo, o que dizer do IPVA muitas vezes mais caro do que de carros?

E os juros abusivos para quem consegue um financiamento?

Sem contar no seguro que muitos proprietários já estão até deixando de fazer.

As explicações para os valores cobrados são inúmeras, mas todas tem o mesmo fim: lucro estratosférico do órgão responsável. No meio disso tudo, entra a restrição ao crédito, sem dúvida.

Mas o fato é que por aqui você compra uma moto e paga por duas. Se compararmos os preços dos nossos veículos – carros e motos – com de outros países (não estou falando de EUA, Japão ou Alemanha, mas de Chile, México e Argentina, por exemplo), temos a sensação de que algo anda muito errado por aqui…

Temos que ter cuidado com a falácia de “vender mais unidades”, pois o fabricante busca apenas “um lucro maior”. Isso tem diferença. No lugar de vender mais, é preferível vender menos por um preço maior.

Não estou aqui pedindo para a montadora ter prejuízo, isso não faria sentido. Ou então para cortar os preços a ponto de não valer a pena fabricar o modelo. Nem sequer estou pedindo um preço baixo, estou pedindo apenas um preço JUSTO.

Isso já seria muito menos do que estamos acostumados a pagar.

Tem opinião sobre o assunto? Mande pra gente.

Até a próxima.

Capacete não tem prazo de validade, mas tem especificações

quarta-feira, fevereiro 13th, 2013

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Colegas motoqueiros, os lojistas podem querer me matar agora, mas bato o martelo: CAPACETE NÃO TEM PRAZO DE VALIDADE. Existe uma lenda em alguns cantos de que um capacete velho “venceu” e tem que ser trocado. Esqueçam, ele não é um produto perecível.

O que acontece é que observando seu estado de conservação ele pode estar ou não apto para ser usado. Se você já sofreu algum acidente (e espero profundamente que não) e o capacete foi danificado, aí sim vai precisar de um novo. Isso tem a ver com o uso e não com o tempo do produto.

Porém, existem especificações.

Primeiro de tudo. Capacete “coquinho” é proibido. Ele pode ser o maior estilo “american biker”, mas deixa nuca e queixo desprotegidos. Na prática, é tão seguro quando um boné. A lei não permite seu uso para motocicletas.

Capacete sem viseira pode, mas o uso de óculos de proteção é necessário (aquele no estilo motocross). Óculos de grau não podem ser usados para essa função, eles devem ficar sob os óculos de proteção.

Os capacetes precisam ter sole do Imnetro. Aqui começa a briga. O selo deve certificar o equipamento segundo a norma de 2001, se for a de 1996, não pode e é preciso trocar. Mas capacete não tem validade! Eu sei, mas a lei obriga que seja trocado.

Segundo problema, um capacete homologado no exterior não vale para o Brasil. Não basta trazer aquele lindo e seguro AGV direto da Itália e sair usando. Você deverá levá-lo a algum órgão responsável para avaliar as condições de uso.

Todos os capacetes devem conter adesivos reflexivos na parte traseira, lateral e frontal. Esses adesivos são baratos e podem ser encontrados com facilidade.

Quanto a viseira (ou os óculos de proteção), não é permitido instalar insulfilm. Se elas foram naturalmente escurecidas, tudo bem. Mas só pode usá-las antes de anoitecer, quando apenas as cristais são permitidas.

Então fique sempre esperto com o capacete, ele é o principal equipamento de segurança, mas não caia em qualquer conversa de que “seu capacete venceu, é hora de ter um novo”…

Até a próxima.

Tenha cuidado quando trocar as pastilhas de freio

terça-feira, fevereiro 12th, 2013

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Colegas motoqueiros, como todos sabem, existem inúmeros mitos que rondam o mundo dos veículos motorizados. Um deles é que “equipamento novo funciona melhor”. Calma, isso é verdade. Porém muitos equipamentos novos precisam ser amaciados.

Já explicamos o que acontece com pneus 0 km com um tipo de resina que precisa ser tirada no asfalto. Hoje vamos falar algo que ocorre com pastilhas de freio.

Primeiro, por que trocamos a pastilha de freio? Simples, elas desgastam a ponto de ficarem ineficazes e não preciso falar os perigos de um freio ineficaz. Acontece que muitos motoqueiros trocam as pastilhas e sentem os freios respondendo menos que antes.

Vamos explicar o motivo. Os discos de freios se desgastam também e criam pequenas ranhuras. As pastilhas são consumidas de acordo com essas ranhuras, portanto o desgaste é SEMPRE igual aos discos. Dessa forma, a área de contato entre pastilha e disco é sempre total. Uma hora a pastilha já está tão gasta que fica “lisa” e perigosa.

Quando você coloca uma pastilha de freio nova, ela está sem o formato das ranhuras do disco, por isso pode parecer que as novas são menos firmes que as antigas. Na verdade, elas precisam ser amaciadas.

Por isso, quando trocar as pastilhas de freio é necessário não exigir muito delas nos primeiros quilômetros, porque o freio não terá a mesma eficiência. Rode em baixa velocidade e acione os freios suavemente e repetidamente que logo estará tudo certo.

Sempre atenção e segurança em primeiro lugar.

Tem mais dicas a respeito? Mande pra gente.

Até a próxima.

Dicas para escolher a primeira moto

segunda-feira, fevereiro 11th, 2013

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Olá amigo motoqueiro ou futuro motoqueiro. O texto hoje é direcionado para aqueles que pretendem comprar a primeira moto, seja nova ou usada.

Primeiro vamos falar de um assunto que deve ser pensando antes de comprar a moto, mas muita gente deixa pra pensar nisso só depois. Qual é a finalidade de uso?

Por mais que você ame motos grandes e estilosas como as custom, elas não foram feitas para o dia a dia, por exemplo. Já se você detesta correr e tem que levar garupa sempre, a esportiva não é sua moto.

As motos são separadas em categorias principalmente pelo seu uso. Pra quem vai usar a moto pra trabalhar, é importante que seja uma dual propose ou um street de baixa cilindrada. Já se a moto é só para finais de semana, o legal é ter uma moto maior que combine com seu estilo. Se você pretende por a moto na terra e fazer trilhas, procure por uma off road ou uma big trail e por aí vai.

Apenas depois de pensar bem o que você quer, é hora de pensar na cilindrada. Todos acreditam que isso é o primeiro a ser decidido, mas não. Existe um mito que a moto tem que ser pequena (em cilindradas) para um iniciante porque não é potente ou agressiva.

Acontece que um motor de 660 cc da XT tem 45cv e um de 600 da CBR tem 120 cv! São motores completamente diferentes e, neste caso, a cilindrada menor equipa uma moto muito mais potente, veloz, pesada e agressiva.

Pra quem utilizará a moto no dia a dia, não faz sentido ter algo maior que uma 300 cc por questões econômicas. Porém quem pretende usá-la como um “brinquedão” no fim de semana, o principal fator a se levar em conta não é o consumo, portanto nada errado em ter logo de cara uma moto maior.

Claro que um iniciante não deve procurar uma Yamaha R1 como sua primeira moto, é falta de bom senso. Mas uma Virago 575 é uma escolha coerente (lembrando que, antes disso, foi decidido o estilo de moto a ser adotado segundo sua finalidade).

Um detalhe que muitos se esquecem de analisar é a estatura. Pessoas baixas sentem-se desconfortáveis em motos grandes (eu mesmo mal consigo subir em uma V-Strom 1000, por exemplo) e vice-versa. Isso não é uma regra, mas é fundamental subir na moto, encostar os pés no chão, fazer a posição de pilotagem para sentir como ficam os braços e costas…

Agora só falta convencer a família (na maioria dos casos), mas isso é assunto para outro post…

Enquanto isso, mande outras dicas para quem pretende entrar no mundo das duas rodas.

Até a próxima.

Quero comprar uma moto usada, mas só achei com carburador, vale a pena?

sexta-feira, fevereiro 8th, 2013

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Colegas motoqueiros, vocês já ajudaram algum amigo a escolher uma moto? Aquele amigo que pretende comprar uma moto usada e não sabe direito qual? Eu procuro responder de uma forma simples: uma que tenha injeção eletrônica.

Por quê? Porque moto carburada pode ser clássica (e eu amo as clássicas) e ter um ronco mais bonito na hora de dar a partida, mas carburador dá dor de cabeça, simples assim.

Veja bem, estilo e modelo depende da pessoa, do uso que dará para a moto, da personalidade do piloto e etc. Porém todos querem, no fundo, sossego e conforto.

Pra saber a diferença da injeção eletrônica para o carburador, vamos entender pra que servem esses dispositivos. Os motores precisam de combustível para funcionar, mas o combustível não entra em estado líquido dentro da câmara de combustão, é antes pulverizado e depois que entra no motor e é queimado. Quem faz esse papel de “vaporizar” o combustível é o carburador ou a injeção eletrônica.

O carburador é uma peça essencialmente mecânica enquanto a injeção eletrônica é um mecanismo… bem… eletrônico (óbvio). Por possuir um software programável, a injeção resolve problemas que o carburador não poderia fazer.

Um exemplo, a famosa “partida a frio”. Com a injeção, isso é automático, pois ela ajusta a marcha lenta de imediato. Repare que carros e motos com injeção não possuem afogador (lembra-se disso?). Por isso, a injeção eletrônica gasta menos gasolina e polui menos o ambiente, pois a mistura “gasolina/ar” é mais precisa e regular.

Outro detalhe, a injeção não tem medo de diferentes altitudes. Um carburador “sente” diferentes pressões atmosféricas, no caso de uma viagem realmente longa (em que se pretende subir mil metros de altitude), você precisa parar a moto para regular o carburador e trocar os giclês.

E por falar em giclê, a maior vantagem da injeção vem agora. Ela não possui inúmeras peças para seu funcionamento, portanto sua manutenção é quase inexistente! Carburador pode dar “um probleminha” com boias, giclê, diafragma, afogador, parafusos e outras peçinhas difíceis de encontrar no mercado e que custam realmente muito.

Resumindo, se você gosta de deixar a moto mais tempo na oficina que pilotando, o carburador é o que você procura. Como acredito que ninguém é assim, e nem acha divertido gastar um bom dinheiro com manutenção, esqueça o carburador.

Tem outras dicas a respeito? Já passou sufoco por causa do carburador? Conta pra gente e até a próxima.

Leis para trabalhar com moto geram insatisfações

quinta-feira, fevereiro 7th, 2013

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Sob protestos, começou nessa semana a valer nova lei para todos os motoboys e mototaxis do Brasil.

Vamos entender o que acontece. A lei prevê a regulamentação da profissão e exige um certificado num curso de capacitação de motoboys e mototaxis.

Na teoria, a lei visa favorecer a classe trabalhadora, porém esbarra num senão. O curso exigido é caro e faltam escolas aptas para ministra-lo. O Sindicato dos Motoboys reclamou (com razão).

A principal reclamação do sindicato é a burocracia. Em SP, a manifestação versava sobre que a maioria das cidades ainda não regulamentou a profissão de motoboys e mototaxistas. E que na capital, onde isso já acontece, a burocracia atrasa quem quer estar em dia com a lei. Segundo a entidade, 36 mil profissionais já fizeram o curso, mas apenas 15 mil conseguiram o aval da prefeitura.

O Dentran-SP também se posicionou contra os prazos exigidos pelo novo conjunto de regras. A sugestão e que a fiscalização comece de forma educativa e cobre, a partir de junho, os equipamentos de segurança obrigatórios, e que só a partir de setembro seja cobrado o curso.

Por hora, a lei vale na íntegra, mas protestos pipocam pelo país e nós esperamos verdadeiramente que os prazos sejam revistos o quanto antes. Para o bem da classe, que não quer abrir mão da regulamentação e da segurança, mas não quer deixar de trabalhar por causa de complicações burocráticas.

Vamos ficar de olho e protestar sempre que for preciso. Até a próxima.

BMW pega todos de surpresa e vende a Husqvarna

terça-feira, fevereiro 5th, 2013

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Veja bem, colega motoqueiro, todos mesmo! Inclusive a subsidiária brasileira que já tinha anunciado que montaria alguns modelos da Husqvarna no país e importaria outros.

Tudo indica que a movimentação foi feita em segredo pela própria BMW na Alemanha, que vendeu a marca sueca para o grupo Pierer Industrie AG da Áustria. Mas a manobra não deixa de ser surpreendente por inúmeros motivos.

Quando o grupo bávaro comprou a Husqvarna, era clara a intenção de ter uma co-brand para ampliar seu arsenal de off road e atrair o público jovem para a marca BMW. A Husqvarna, por sua vez, precisava se reerguer e ganhar fama em diversas partes do globo, já que apesar da indiscutível qualidade, a marca não conseguia criar identidade com publico “não profissional”.

Mas a notícia deixou muitas perguntas no ar. Como fica a Copa EFX que estrearia em São Paulo, no dia 24 de fevereiro e com o patrocínio da Husqvarna? Quem vai pagar essa conta? Como fica a reputação da BMW perante seus clientes atuais e futuros, já que semana passada a subsidiária brasileira tinha anunciado a chegada da Husqvarna no país?

É, motoqueiros, vamos aguardar para descobrir essas respostas.

Até a próxima.

Designer australiano projeta moto movida a oxigênio

segunda-feira, fevereiro 4th, 2013

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Muito se discute, ano após ano, em uma alternativa em combustível que não agrida o meio-ambiente. A eletricidade parece ser a grande parceira dos motores nesse quesito, com montadoras gigantes já comercializando carros híbridos.

Pois bem, acontece que na Austrália um designer industrial chamado Dean Benstead resolveu radicalizar de vez e criou a O2 Pursuit, uma moto movida a oxigênio.

Montada sobre uma WR 250R da Yamaha, a moto teve seu chassi modificado para receber um pequeno propulsor movido a ar. O tanque de combustível deu lugar a um cilindro de oxigênio comprimido (o mesmo utilizado por mergulhadores). As demais alterações feitas pelo designer incluem dois pequenos faróis redondos posicionados um sobre o outro e uma discreta lanterna traseira própria dos modelos de trilha.

O motor alimentado por oxigênio foi fabricado pelo engenheiro italiano Angelo DiPietro e funciona de forma semelhante aos motores monocilíndricos à explosão. A diferença é que as válvulas que misturam ar e combustível dentro de um cilindro que funciona geralmente na vertical são substituídas por seis injetoras de ar comprimido que cercam um cilindro horizontal. O ar, portanto, é impulsionado em sequência para fazer o cilindro girar.

De acordo com Benstead, o pequeno motor pesa apenas 11 kg e é suficiente para garantir uma velocidade máxima perto dos 140 km/h, enquanto o cilindro de oxigênio que substitui o tanque tem autonomia para três horas de passeio a uma velocidade de 60 km/h. A autonomia ainda é um problema a ser resolvido.

A questão da sustentabilidade da moto não se resume ao combustível. A carenagem recebe painéis fotoativos para receber energias solar que seria armazenada em uma bateria abaixo do para-lama traseiro. Essa energia seria usada para ascender os faróis.

Para que a ideia de uma moto movida a oxigênio realmente convencesse como alternativa real de transporte urbano, foi criada toda uma estrutura de apoio. Segundo o plano de Dean Benstead, os postos de gasolina passariam a contar com pontos de troca de cilindro (localizados via GPS), uma vez que seria menos demorado substituir o reservatório vazio por um cheio e o motociclista poderia adquirir cotas que dão direito a uma quantidade mensal ou anual de cilindros.

Ele pensou em quase tudo. Todos esperavam que as baterias elétricas fossem a grande alternativa aos combustíveis fósseis e poluentes, mas a O2 Pursuit surge de forma inesperada e surpreendente. Mas será que a ideia tem futuro? Você acredita nessa alternativa?

Já tem vídeo dela em ação (não, ela não tem ronco de motor!), confira:

Ducati revela, finalmente, os modelos que serão vendidos no Brasil

sexta-feira, fevereiro 1st, 2013

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Depois de confirmar a vinda ao Brasil e a montagem em Manaus, abrindo mão de um representante e passando a ter a própria subsidiária aqui, finalmente a marca italiana Ducati revelou quais modelos trará para nosso mercado.

Além da Duvel, cinco modelos já foram confirmados: as nakeds Monster 796 e Streetfigter 848, a trail Multistrada 1200 e as superesportivas 848 EVO e 1199 Panigale. Sim, também estou surpreso com a ausência da Hypermotard, mas a Ducati disse que esses modelos são os primeiros a chegar, portanto a supermotard italiana pode pintar ao longo do ano.

Os lançamentos poderão ser vistos entre os dias 26 de janeiro e 17 de fevereiro, no Espaço Ducati, localizado na Plataforma Zero do Jurerê Open Shopping, que fica na praia de Jurerê Internacional, em Florianópolis (SC). A ação é a primeira organizada pela subsidiária brasileira da Ducati para divulgar seus modelos e iniciar relacionamento com possíveis clientes.

Ano passado a Ducati também divulgou a primeira oficina autorizada no Brasil, mas ainda não houve nenhuma divulgação a respeito de concessionárias. Vamos aguardar mais novidade da supermarca italiana.

Até a próxima.