Archive for setembro, 2013

Mais uma instuição comprova o que já sabemos: ABS salva vidas

segunda-feira, setembro 30th, 2013

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Colega motoqueiro, já batemos na tecla inúmeras vezes, mas nunca é demias falar, afinal estamos falando da nossa segurança e das nossas vidas. Mais um instituto de pesquisa comprova algo que todos sabemos: freio ABS em motos salvam vidas.

Um estudo feito pela “Insurance Institute for Highway Safety” (IIHS), organização dos Estados Unidos que realiza testes independentes de segurança, aponta que a presença de freios ABS em motos podem diminuir os acidentes fatais em 37%. Ainda segundo a experiência, o número de colisões se torna 23% menor.

Na Europa, todas as motos deverão receber obrigatoriamente ABS a partir de 2016. Assim como os carros no Brasil em 2014. Porém, para motos no Brasil, o assunto ainda é debatido e sofre até resistência.

Triste e irresponsável da parte de governo e montadoras, pois em 10 anos o número de acidentes fatais envolvendo motos no trânsito aumentou em 263,5% no país. A saída deve ser o consumidor perceber a diferença que faz esse dispositivo e exigir mudanças nas leis e exigências brasileiras.

Até a próxima.

Nada de pé de chinelo

sexta-feira, setembro 27th, 2013

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(Não é só questão de estilo)

Colega motoqueiro, você não precisa ter uma bota profissional de R$1.000, mas bom senso é sempre bom. Digo isso porque você talvez não tenha ideia de como tem gente que ainda pilota moto de chinelo.

Tudo bem que para dar uma voltinha “daqui até a padaria” quando estamos na praia de férias, ningué vai colocar todo o equipamento que usou na viagem (não sejamos hipócritas aqui). Mas o que custa colocar um tênis, ainda que seja do fuleiro?

Para moto, é importante que o calçado seja de cano alto. Para uso diário, cobrindo o tornozelo é suficiente. Para estradas e  caminhos mais longos, é importante uma bota de cano mais alto, com proteção específica e, de prefrência, sem cadarço.

Motivo? Eles podem enroscar onde você realmente não quer. Mas existem modelos com cadarços bons e seguros? Claro que sim, mas, de modo genérico, semc adarço não tem erro.

De toda forma, não importa se você optou por um modelo de bota de R$200 ou de R$1.000, jamais, nunca, nem sob decreto, saia pilotando por aí de chinelo. Nem para ïr só ali, rapidinho, tá mó calorzão e pega nada…”. Nunca, entendeu?

Até a próxima.

Luvas? Sim!

quinta-feira, setembro 26th, 2013

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Colega motoqueiro, alguns ainda relutam em ter ou não uma luva. Vamos ser claros: tenha! Se puder, duas.

Pra quê? Primeiro para os motivos óbvios de protejer do frio, da chuva e do vento. Outra é pra garantir boa aderência nas manoplas, mesmo com o tempo ou as mãos úmidas.

Além disso, quando se está numa estrada (ou mesmo na cidade), um pedrinha que acidentalmente bata na sua mão pode doer muito (acredite) e, em alta velocidade, qualquel descuido ou desvio de atenção é perigoso.

Outro fato importante é que uma quedo, por menor que seja, nos obriga, instintivamente, a por as mãos nos chão. Precisa falar o que acontece caso você não esteja com luvas?

Luvas simples, de couro, ou pior ainda, as de pano, custam (e protegem) pouco. Melhor usá-las a não vestir nada. Mas, com cifras que vão dos R$ 130 até R$ 500, há luvas específicas para motociclistas que garantem ótima proteção.

Nelas, geralmente é usado couro associado a plástico injetado aplicado nas regiões com maior possibilidade de impacto e/ou abrasão em caso de acidente. No entanto, há luvas excelentes de material têxtil sintético que, além de mais apropriadas ao nosso clima, oferecem mais conforto.

Mas e aqueles modelos que chegam a custar R$1.500, valem a pena?

Vamos analisar. Esses modelos são projetados para uso em pista de altíssima velocidade. Cheios de proteção, eles aguentam impactos de mais de 200 km/h, poré, não são nada confortáveis. Seja sincero: você realmente precisa disso no dia a dia?

Prefira ter dois modelos, um pro calor e um mais quente pro frio, a ter um par apenas de mais de mil reais destinado à pista.

Tem mais dicas? Manda pra gente.

Até a próxima.

Hora de comer poeira

quarta-feira, setembro 25th, 2013

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Amigo das duas rodas, se você tem algum espírito aventureiro, já deve ter pensando em tirar a moto do asfalto e por na terra. Primeiramente devemos saber que existem duas situações de andar na terra: um trecho de alguma estrada ou caminho ou para a prática de esporte, seja por lazer, seja profissionalmente. Se o seu caso for o último, nós que precisamos de dicas. Mas se, assim como eu, você só pensa em curtir, então vamos compartilhar algumas informações.

Vamos ao ponto: motos pra terra são preparadas pra isso. Nem pense em colocar sua naked urbana ou sua estradeira cheia de cromados numa pista barrenta. Caso encontre trechos não asfatados pelo caminho, reduza (bem) a velocidade.

Lembre-se que esses trechos são mais irregulares que o asfalto, a aderencia é menor (ainda mais quando não estamos com os pneus próprios para esse uso) e não há sinalização. A saída é trafegar realmente devagar e seguro.

Mas se você foi mesmo curtir um terrão e está iniciando nessa aventura, já deve ter separado uma moto para a ocasião. Porém é necessário alguns equipamentos diferentes também.

É fundamental estar acompanhado para evitar qualquer imprevisto. A terra obriga você a usar mais o frei dianteiro que o asfalto, por isso fique bem atento. Outra coisa comum é ver gente pilotar em pé na terra. Isso porque com o numero de buracos e solavancos castigam as costas do piloto.

Lembre-se que você precisa de alguns equipamentos específicos. Procure lojas especializadas que possam te ajudar. Mas capacete é sempre obrigatório.

No mais, boas aventuras.

Até a próxima.

Pense numa moto grande

terça-feira, setembro 24th, 2013

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Quando a gente fala que bizarrice não tem limites, colega motoqueiro, tem gente que duvida. Pense numa moto grande. Maior. Bem maior. Multiplique por dois. Agora pense em como pilota-la. Você nem chegou eprto da moto que entrou para o Livro dos Recordes.

Estamos falando de uma moto de 5,1m de altura, 2,5m de largura e 10,03m de comprimento (!!!). Entendeu?

O proprierario e idealizador dessa maluquice garante que a moto é pilotável. Na verdade, ele garante e procvou, por isso ela foi incluída no Guinness Book. É a maior moto pilotável do mundo.

Pra tirar tudo isso do lugar, ela tem um motor V8 (não é V2, não) de 5.7 litros, comum a alguns Mavericks e Chargers estadunidenses. Obviamente que a motoca precisa de marcha à ré, além de câmbio de seis velocidades.

A “pequena”foi idealizada e criada pelo designer de produtos Fabio Reggiani. O italiano de Reggio Emilia, norte da Itália, pode pilotar a moto por meio de controles no guidão e instalou rodas adicionais para melhorar a estabilidade da moto que quebrou o recorde mundial passando a Monster Cycle da Califórnia, que tinha “apenas” 3,43 m de altura. “Coloquei as rodinhas porque não queria correr o risco de que a moto ‘capotasse’”, brincou o italiano.

Você consegue imaginar isso andando? Nem eu, e ainda não achei vídeos. Assim que achar, postaremos no blog.

Até a próxima.

Entre 50 e 5 mil

segunda-feira, setembro 23rd, 2013

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(Nem todo capacete funciona pra moto…)

O assunto de hoje, colega motoqueiro, é aquele que não pode sair da sua cabeça: capacete. A lei brasileira não só obriga seu uso como tem tem um sistema de “legitimação”, o famoso “selinho o INMETRO”. Ter o selinho, então, basta? Não, infelizmente.

Os valores de capacetes variam entre R$50 e R$5 mil. Qual a diferença entre eles? A principio, todas, mas principalmente o material utilizado e a forma de construir.

Os capacetes mais baratos são feitos de plástico injetado. Um pouco melhor que esses, estão aqueles fabricados com fibra de vidro. Os mais seguros e mais caros são de materiais compostos, como fibra de carbono e kevlar.

Um capacete top de linha oferece proteção maior, mas, sobretudo, oferece maios conforto, durabilidade, ventilação, leveza, visibilidade entre outros itens. De fato, uma pancada muito forte será fatalmente sentida pela sua cabeça independentemente do capacete. Em néveis diferentes, mas será.

Mas não precisa sair por aí gastando suas economias em um AGV exclusivo assinado por Valentino Rossi. Há capacetes confiáveis e confortáveis na faixa de R$300. Regra básica: experimente-o.

Ele não pode ficar folgado jamais. Coloque-o e balace vigorosamente a cabeça. Se o casco ocilar, deixe-o na loja. Ele deve pressionar seu cabeça e rosto uniformemente. Em alguns dias, o forro interno cederá um pouco e não pode sobrar espaços.

Outro aspecto importante é a viseira. Ela deve ser fácil de operar e não pode comprometer a visão de forma alguma. Fundamental também é, no teste, afivelar a cinta jugular que nunca pode ser incômoda, ficar folgada ou ser de difícil manuseio.

Feito os testes e escolhendo um casco para seu gosto e estilo, saiba que terá um ítem fundamental e inseparável.

Até a próxima.

Capitã América

quarta-feira, setembro 18th, 2013

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Não é de hoje que a combinação motos e cinema dá samba. Desde James Dean e Marlon Brando esse casamento existe, seja para divulgar um novo modelo, seja para “compor”o personagem. Já falamos disso aqui no blog algumas vezes, inclusive.

Por isso não é uma grande surpresa que a Harley-Davidson faça um “lançamento” nas telonas.A esolha do filme foi precisa: “Capitão América 2”. Amoto símbolo dos EUA estará no filme do heroi símbolo dos EUA.

No primeiro filme do Capitão, uma Harley foi utilizada. Na ocasião foi uma clássica WLA de 1942 modificada (me perdoem as meninas que consideram o Chris Evan lindo, mas a H-D é a coisa mais bela do filme…). Vale lembrar que o filme é ambientado na Segunda Guerra Mundial, não faria sentido uma moto nova.

Para agora, porém, uma Softail Breakout 2014 com pintura exclusiva foi escolhida. A continuação do filme do supersoldado se passa no tempo presente e é cronologicamente pós “Vingadores”. A Softail possui um belo V2 de 1.690 cc e oferece configuração de cinco ou seis marchas.

Não sei você, mas eu já estou babando.

Até a próxima.

Partindo pra rodovia

terça-feira, setembro 17th, 2013

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Hoje vamos falar com aqueles colegas motoqueiros iniciantes. Na verdade, com aqueles que, por mais que já pilotem suas motos no dia a dia, nunca pegaram estrada ou, se fizeram, foram poucas vezes.

A primeira coisa que você deve saber é que na estrada a velocidade média aumenta. Portanto, os equipamentos de segurança e os dispositívos de funcionamento da moto devem estar em ótimo estado. Cheque freios, corrente de transmissão, manoplas e etc antes de partir.

Importante também é manter um distância do veículo da frente para que seja possível enxergar obstáculos. Em alta velocidade, é fundamental que se tenha um espaço para reações.

Não invente: ultrapassagens devem ser feitas sempre pela esquerda. E nada de pilotar “em pé”, na posição normal, além de mais confortável, você tem mais controle da moto.

Durante a curva, não tangencie, siga a pista demarcada no chão. Em situação de neblina, como sempre, diminua a velocidade. Uma antena “corta-fio” é um item importante para de livrar de linhas de pipa, perigosíssimas. Em motos estradeiras, a bolha frontal faz esse papel.

No mais, atenção sempre. Boas viagens.

Até a próxima.

Venda de scooters cresce 800% em 5 anos no Brasil

segunda-feira, setembro 16th, 2013

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A gente canta a bola faz tempo, colega motoqueiro: scooters são as melhores alternativas para mobilidade urbana. Não a toa que é o segmento que mais cresce no país: 800% em 5 anos!

E estamos falando de um mercado que está deixando de crescer: de motos utilitárias 0 km.

Um bom scooter tem tudo para agradar quem quer uma moto cotidiana: bebe pouco, não é cara, é pequena e fácil de pilotar, é automática e, cada vez mais, é bem estilosa. Sem contar que hoje existem opções: Dafran, Honda, Yamaha, Kasinski, Amazonas, Suzuki, Dafra…

Ah, mas você quer um motor mais parrudo? Maxiscooter pra você! Ainda que não tenha a mobilidade e agilidade de uma “vespinha” normal, elas encaram o dia a dia numa boa e ainda são ótimas para aquela viagem no fim de semana. De 400 cc a 800 cc, é motor e conforto pra motoqueiro nenhum botar defeito.

Se você está pensando em abandonar o carro ou o transporte público para trabalhar e ganhar tempo com isso, o scooter pode ser um grande investimento. Mas fica aqui uma dica: repare no tamanho da roda dianteira, quanto maior, melhor.

O motivo é simples: com rodas pequenas e nas ruas brasileiras, o conforto vai ficar comprometido. O tamanho diminuto da motoca e o amortecedor de curso curto vão transferir para seus braços muitos impactos e solavancos.

Aposte nessa mobilidade e depois me conte.

Até a próxima.

Suzuki estaria disposta a entrar no mundo das miniesportivas?

sexta-feira, setembro 13th, 2013

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Já falamos inúmeras vezes das miniesportivas. Você bem sabe, motoqueiro de plantão, que é um segmento que faz muito sucesso no Brasil e no mundo. Isso atrai montadoras e investimentos.

Até agora a Suzuki, porém, não tinha se pronunciado sobre o assunto. Será que, de repente, a gigante japonesa decidiu entrar na briga com suas conterrâneas? É o que parece, pelo menos.

Visitando alguns sites da internet, encontrei a foto que ilustra esse post no UOL. Não entendo bulhufas de japonês (alguém ajuda aí?), mas notei que ali está bem claro: SUZUKI GSX 250F. GS é a linha esportiva da Suzuki e a foto não deixa muitas dúvidas.

A montadora já garantiu a Inazuma 250 no Brasil (http://www.osmotoqueiros.com.br/?p=3166). Essa GSX 250F poderia dividir o mesmo motor com a street. Repare também no banco bipartido, próprio de esportivas maiores. O desenho da moto, obviamente, segue da família esportiva GSX-R.

Curtiu? Se alguém souber de mais “boataria”, manda pra gente.

Até a próxima.