Moto marcada e protegida

relevomotoO deputado Vanderlei Siraque criou um projeto de lei - já aprovado na Assembleia Legislativa - para de regulamentar a comercialização de peças usadas. Agora, segundo a legislação, as peças somente poderiam ser comercializadas com a gravação dos 17 caracteres integrantes do número do chassi do veículo em baixo relevo.

A medida surge para tentar dificultar o roubo de motos com a finalidade de desmontar a máquina para revender as peças no mercado.

A ideia é boa, mas ainda não tem surtido o efeito desejado. Segundo a Secretaria de Segurança Público houve um aumento de 72% no número de roubos e furtos de veículos, passando de 60 mil em 2008 para mais de 100 mil em 2009.

Para o deputado autor da lei isto acontece por conta da falta de fiscalização, função que fica a cargo do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

Mas isto pode mudar graças a uma ação conjunta da Associação Brasileira de Distribuidores Honda (Assohonda) que reúne mais de 700 concessionárias da marca, e da Grav System, empresa especializada em gravação de baixo relevo.

Juntas elas criaram o “Moto Protegida” que consiste em um sistema de gravação em baixo relevo que registra o número de identificação “chassi” daquela moto em várias peças, tais como para-lamas, rodas, tanque, banco, tampas laterais, escapamento, farol, painel, entre outras, impossibilitando que elas venham a ser utilizadas em outras motocicletas.

O “Moto Protegida” não vem de fábrica e cabe ao comprador da motocicleta decidir se que utilizar o serviço ou não, pagando uma taxa de R$ 180. A aplicação leva 20 minutos e após o processo o proprietário receberá um cartão que será utilizado na substituição de peças adquiridas dentro das concessionárias.

Várias concessionárias Honda da Grande São Paulo já foram habilitadas pela Grav System e estão comercializando esta proteção.

Fonte: Motovrum

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