A águia e os motoqueiros

Alguns dos motociclistas tem estampada em suas motocicletas ou camisetas a figura de uma águia. A pergunta é: porque a águia? Esta ave transfere muito da atitude e personalidade do motoqueiro.Ela é um animal muito especial, é a que mais tempo vive além de ser a que voa mais alto, quase sempre em voo solitário.

Ficam no alto, olhando o azul infinito. Não teme tormentas nem tempestades Nunca se escondem… Abrem suas asas, que podem voar até 90 km por hora e enfrentam as adversidades. Enquanto o mundo fica às escuras, embaixo, elas voam vitoriosas e em paz, lá em cima.

Quando chegam aos 35 anos, estão com as penas velhas, o que as impedem de voar, as unhas e o bico estão compridos demais, curvados, impedindo-as de se alimentar.

Então, numa atitude instintiva e de coragem pela sobrevivência, procuram um lugar alto, próximo à uma rocha onde batem as unhas até que se quebrem.

Em seguida, fazem o mesmo com o bico. Batida após batida, até cair. Enquanto isso, são alimentadas por outras, para que sobrevivam.

Quando as unhas começam a crescer, ela vai arrancando as penas, uma a uma. Após aproximadamente 150 dias está completo o processo e ela parte para o vôo de renovação, com mais anos de vida pela frente.

Mas as águias também morrem. Quando sentem que chegou a hora de partir, não se lamentam nem ficam com medo. Tiram as últimas forças de seu cansado corpo e voam aos picos mais altos, quase inatingíveis, e aí esperam resignadamente o momento final. Até para morrer são extraordinárias.

Prezando sempre a liberdade, a águia é forte, corajosa, obstinada e veloz, assim como Os Motoqueiros.

Fonte: site da HDpoint.com.br e Moto Revista

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One Response to “A águia e os motoqueiros”

  1. Daniele Aparecida Dariolli disse:

    Boa tarde

    Sou de Itatiba (interior de São Paulo, aproximadamente 80 km da Capital), a concessionária Rota das Bandeiras, que administra as rodovias do corredor que tem como eixo principal da Rodovia Dom Pedro I, realizou a construção de uma nova praça de pedágio na Engenheiro Constâncio Cintra, que liga Itatiba a Jundiaí, este inaugurado no dia 14 de Dezembro de 2010.
    A praça de pedágio é construída no Km 77,1 entre os bairros da Venda Nova e Parque da Fazenda, o valor da tarifa é de R$ 1,85 para veículos de passeio, essa cobrança é feita nos dois sentidos.
    Também está sendo realizada a duplicação da Itatiba-Jundiaí entre os quilômetros 66,5 e 83,35, em ambos os sentidos, mas assim que pedágio começou a funcionar parou as obras sem nenhuma explicação para a população que está indignada.
    Foram feitas várias reuniões com autoridades, mas sempre com varias desculpas um jogando a culpa no outro e não resolvendo os problemas. Acontece que a construção desse pedágio deixou muita gente revoltada, principalmente para quem mora depois do pedágio (condomínio e moradores da zona rural) que passou a ser cobrada para entrar na própria cidade, sendo que a maioria da zona rural trabalha na cidade ou no distrito Industrial, este que também está depois do pedágio, isso é um absurdo!
    Então depois de várias tentativas em vão de resolver da melhor forma, a população de Itatiba e região, decidiram após várias reuniões com as pessoas mais prejudicadas, uma manifestação que acontecerá no dia 29 de Janeiro às 14h00min. Iremos parar o funcionamento do pedágio como forma de protesto, mas será bem organizado e não terá bagunça, para não perdemos a razão.

    Se voces puderem nos ajudar, peço que me retorne uma resposta para este mesmo e-mail.
    Somente teremos sucesso com essa paralização do pedágio com ajuda de vocês!
    Desde já agradeço
    Daniele Dariolli

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