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Honda Biz ganha versão Flex

sexta-feira, janeiro 7th, 2011

biz

A Biz é uma das motos mais populares em vendas e agora chegou a vez dela receber sua versão flex. Além da novidade mecânica ela chegou com um novo design que promete proteger melhor o piloto contra o vento e a chuva.
O escudo frontal cresceu e a carenagem ganhou mais área na cor da moto. O farol é novo e possui acendimento automático. Atrás, também ganhou nova lanterna e piscas independentes. O assento está maior para melhor acomodação do piloto e garupa, cuja pedaleira agora é fixada no chassi.
A motocicleta recebeu a tecnologia bicombustível que já era usada nas motos CG 150 Titan e Fan e na maior NXR 150 Bros. O propulsor de 125cc ganhou novos balancins roletados para mais suavidade no funcionamento. A potência máxima é de 9,1 cv a 7.500 rpm e 1,01 kgfm de torque a 3.500 rpm tanto com gasolina quanto com álcool. O câmbio permanece o semi-automático de quatro marchas.
O preço de R$ 5.290 para a versão KS de partida a pedal é o mesmo da antiga Biz. A versão ES de partida elétrica tem preço base de R$ 5.890. Ambas têm garantia de um ano. Gostaram?

Moto Mix e seu funcionamento

segunda-feira, setembro 21st, 2009

Um dos grandes sucessos lançados pela Honda no ano de 2009 chegou com uma certa desconfiança no mercado. Meses após seu lançamento, a Honda CG 150 Titan Mix, primeira motocicleta flex do mundo, o mercado confirmou o sucesso do novo modelo.

Até o mês de agosto, 65.616 unidades da CG 150 Titan Mix foram vendidas. A moto pode rodar só com álcool, só com gasolina ou com os dois combustíveis em qualquer proporção no tanque de combustível. Por este motivo a moto ganhou o singelo nome de “Mix”.Mas afinal, como funciona o sistema flex e o que as luzes do painel indicam?

As lâmpadas são fáceis de desvendar. Todas apagadas, a moto está rodando com gasolina. “MIX” acesa, a moto está rodando com uma proporção maiorpainelmix de álcool. Já quando a luz “ALC” está acessa, a moto está rodando 100% com álcool. Quando a luz “ALC” piscar, o recomendável é completar o tanque com 20% de gasolina. Isso pode ocorrer em regiões que apresentam invernos rigorosos e baixas temperaturas.

E como o painel identifica o combustível? Isto é possível graças a um “computadorzinho” que está ligado a sete sensores que monitoram o desempenho do motor e transmitem informações sobre a mistura que está sendo utilizada. De acordo com os dados fornecidos por estes sensores, a central eletrônica escolhe um dos quatro programas de funcionamento: tanque abastecido com gasolina, tanque contendo gasolina e álcool na mesma proporção, tanque contendo maior quantidade de álcool e tanque abastecido apenas com álcool.

Fonte: UOL

CG 150 Titan Mix ou Flex se preferir

sexta-feira, março 13th, 2009

 

O dia de postar lançamentos de motos aqui no blog é quarta, mas esta não poderia aguardar até lá: Honda lança a primeira moto flex do mundo.

Aconteceu nesta quarta (11), em Manaus (AM), o lançamento da primeira motocicleta flex produzida em série no mundo. Será a CG 150 Titan Mix, que pode ser abastecida com álcool, gasolina ou a mistura dos dois combustíveis, em qualquer proporção.

Desenvolvida por engenheiros da Honda, em um trabalho que envolveu o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento do Japão, o modelo foi projetado especialmente para o Brasil, tendo como base a já conhecida CG 150 Titan.

A marca optou por não adotar pelo reservatório de partida a frio, o famoso tanquinho que existe nos carros, que permite ao motor pegar nos dias de temperatura mais baixa.

Sendo assim, a Titan Mix necessita, nos dias em que a temperatura ambiente estiver abaixo dos 15ºC, de pelo menos 20% de gasolina no tanque. É dessa recomendação que foi inspirado o nome “Mix”.

De resto as diferenças são muito próximas às dos carros flex: o uso de gasolina permite um funcionamento mais linear do motor, com autonomia maior, enquanto o álcool proporciona um aumento de potência, mas perde em autonomia.

Com gasolina, a potência é de 14,2 cv (cavalos), com torque (força) de 1,32 kgfm; abastecida com álcool, esses valores sobem para 14,3 cv e 1,45 kgfm.

O motor é OHC, quatro tempos, de 149,2 cm³ de cilindrada. Como nos automóveis, o reconhecimento do combustível é feito por um ECM (Engine Control Module, ou módulo de controle do motor), que define o programa de funcionamento.

A nova motocicleta chega ao mercado em três versões: KS (com partida a pedal), por R$ 6.340, ES (partida elétrica), por R$ 6.890, e ESD (partida elétrica e freio dianteiro a disco com cáliper de dois pistões), por R$ 7.290.

Há quatro opções de cor: preto, vermelho, prata metálica e azul metálica. A Honda espera comercializar 164 mil unidades neste ano.

Fonte: Interpress Motor