Posts Tagged ‘combustível’

Em motos flex, misturar é preciso

sexta-feira, setembro 6th, 2013

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Olá, colegas motoqueiros. Há dez anos já estamos habituados com motores bicombustíveis em automóveis, os popularmente chamados de “flex”. Nas motos, ainda é uma novidade que cada vez mais ganha adeptos.

Como é novidade, vale a pena considerar algumas diferenças para você que está pensando em adquirir uma motoca flex. A principal é a mistura de combustíveis.

Nem Honda nem Yamaha recomendam usar apenas um único combustível no tanque porque não há em motos o tanquinho de partida a frio como nos carros, nas motos a recomendação é que, em caso de optar pelo etanol, ele seja misturado a uma parcela de gasolina na proporção indicada no manual do proprietário.

Tal regra deve ser especialmente seguida em regiões de clima mais frio ou no inverno. Se houver apenas etanol no tanque, a partida será mais difícil e o tempo para alcançar a temperatura de exercício ideal do motor, maior. Na verdade, se estiver frio, a moto simplesmente não vai deixar você partir por conta de dispositivos eletrônicos. Esses dispositivos servem para evitar as engasgadas monstruosas que o motor daria enquanto está gelado.

Usar gasolina ou etanol não altera em nada a durabilidade ou o desempenho do motor (nos carros, etanol gera mais potência). Apenas fique de olho na partida. Lembre-se também que um etanol batizado tende a ser menos nocivo que uma gasolina batizada. Então em postos desconhecidos e os famosos “beira de estrada perdida”, prefira o álcool.

Até a próxima.

Empresa cria scooter elétrico com um ingrediente inusitado: maconha

terça-feira, agosto 6th, 2013

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Colegas motoqueiros, cada vez mais surgem novidades sustentáveis e ecologicamente corretas para o mundo das motos. Nesse quesito, os scooters parecem estar um passo a frente de qualquer outra categoria e hoje eles que apresentam uma maior variedade de materiais alternativos em suas peças e propulsores elétricos.

Pois bem, uma empresa holandesa chamada Vaneko criou um scooter elétrico feito inteiramente de fibras vegetais de fontes naturais e renováveis. Entre elas, a fibra de cânhamo, derivado da cannabis.

Batizado de Be.e, a motoquinha para uso exclusivamente urbano atinge 55 km/h e seria uma alternativa para as bicicletas e ainda não poluente (lembrando que a cidade de Amsterdã tem uma cultura forte no ciclismo como meio de transporte cotidiano).

Muito similar à fibra de vidro, o composto vegetal utiliza, além da cannabis, outras fontes para as fibras, como o linho. O chassi é do tipo monocoque, ou seja, apenas uma peça forma tanto a estrutura exterior como o quadro central. Esse tipo de peça oferece mais resistência em motos menores.

Seu visual é retro de ponta a ponta, com espaço para piloto e garupa. A empresa oferece garantia total de 5 anos ou 50 mil quilômetros rodados.

E aí? Fez sua cabeça?

Até a próxima.

60km/l é a promessa da Honda para nova scoote

quinta-feira, junho 20th, 2013

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Colega motoqueiro que usa moto no dia a dia, a Honda apresentou para o mercado indiano a scooter Activa-I. É uma scooter pequena de 110 cc. Nada de mais, certo? A não ser pela promessa da montadora de ótimo consumo: 60km/l!

É isso mesmo. Segundo a marca, o método para verificação do consumo simula um deslocamento similar ao feito em vias urbanas. Para alcançar esta cifra econômica, a empresa utiliza tecnologia de baixa fricção.

Ela é pequena (do tamanho da Honda Pop, aproximadamente), tem câmbio automático CVT e entrega 8 cv de potência. O sistema de freios é arcaico: tambor nas duas rodas, mas traz um dispositivo que reparte a força dos freios entre os eixos. Suas rodas são de 10 polegadas.

Se o consumo for esse mesmo, é uma alternativa ótima para o uso cotidiano. Vamos ficar de olho.

Até a próxima.

Quanto sua moto “bebe”?

terça-feira, fevereiro 19th, 2013

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Parece estranho para alguns colegas motoqueiros, mas muita gente não sabe calcular quanto sua moto gasta de combustível. Se perguntar “quantos km sua moto faz com 1 litro de gasolina”, muita gente não sabe dizer.

Muitas motos não possuem hodômetro parcial, aqueles que podem ser zerados como de carros. Mas todo veículo possui um hodômetro central. É ele que nos “salvará” e vai nos ajudar a seguir esses cinco passos.

Passo 1: Encha o tanque da sua moto. Simples assim. Mas tem que colocar gasolina até o tanque encher, não pode ser parcialmente.

Passo 2: Anote a quilometragem da moto. Faça isso no posto de gasolina mesmo, antes de o frentista terminar de abastecer, se preferir.

Passo 3: A parte mais divertida, ande com a moto. Apenas isso, circule com ela por aí, uns 50 km no mínimo. Atenção a um detalhe apenas, o consumo na estrada é diferente do consumo na cidade. Se você pretende descobrir quanto sua moto gasta no dia a dia, não é ideal que faça essa medição em uma viagem e vice-versa, ok?

Passo 4: Aqui começa o momento de atenção. Encha o tanque outra vez, mas reparando quanto de gasolina entrou na sua moto. Basta olhar para a bomba do posto quando terminar de abastecer.

Passo 5: Anote novamente a quilometragem e faça uma conta simples. É só ver quantos quilômetros você rodou com essa quantidade de combustível. A conta é a seguinte: quilometragem atual – quilometragem anterior / litros de gasolina.

Veja um exemplo. Na primeira parada no posto, a sua moto apresentava 15.562 km rodados. Na segunda parada, apresentava 15.608 km. Quando você reparou quanto de combustível foi colocado, deu a marca de 2,672 l.

Faça a conta: 15.608 – 15.562 / 2,672 = 17,3.

Pronto! Sua moto faz 17,3 km/l. Simples não.

Até a próxima.

Honda Biz ganha versão Flex

sexta-feira, janeiro 7th, 2011

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A Biz é uma das motos mais populares em vendas e agora chegou a vez dela receber sua versão flex. Além da novidade mecânica ela chegou com um novo design que promete proteger melhor o piloto contra o vento e a chuva.
O escudo frontal cresceu e a carenagem ganhou mais área na cor da moto. O farol é novo e possui acendimento automático. Atrás, também ganhou nova lanterna e piscas independentes. O assento está maior para melhor acomodação do piloto e garupa, cuja pedaleira agora é fixada no chassi.
A motocicleta recebeu a tecnologia bicombustível que já era usada nas motos CG 150 Titan e Fan e na maior NXR 150 Bros. O propulsor de 125cc ganhou novos balancins roletados para mais suavidade no funcionamento. A potência máxima é de 9,1 cv a 7.500 rpm e 1,01 kgfm de torque a 3.500 rpm tanto com gasolina quanto com álcool. O câmbio permanece o semi-automático de quatro marchas.
O preço de R$ 5.290 para a versão KS de partida a pedal é o mesmo da antiga Biz. A versão ES de partida elétrica tem preço base de R$ 5.890. Ambas têm garantia de um ano. Gostaram?

Em época de férias, viaje tranquilo!

segunda-feira, julho 19th, 2010

Julho é época de férias escolares e de aproveitar uma folguinha na empresa para pegar a estrada. Mas para o passeio não virar um pesadelo é preciso verificar vários itens das motos, seguindo a velha máxima: é melhor prevenir do que remediar.viagemmotos2

1-) Filtros de ar, óleo e combustível: devem ser checados regularmente.

2-) Velas e cabos: sofrem desgaste com o uso e podem comprometer o desempenho do motor.

3-) Amortecedor: item de segurança que garante a estabilidade do veículo em curvas, deve ser trocado quando apresentar sinais de desgaste.

4-) Freios: verificar o estado do disco, lonas e pastilhas e fazer a troca de acordo com a recomendação do fabricante.

5-) Bateria: fazer a checagem para evitar panes inesperadas.

E lembre-se, leve sua máquina até um mecânico de confiança para que o barato não saia caro no final.

Fonte: G1

Recall da Suzuki Burgman 125

segunda-feira, março 15th, 2010

burgrecall

Os proprietários do scooter Burgman Automatic 125, anos 2008 e 2009, devem comparecer a uma concessionária para realizar a manutenção de um problema na tampa do tanque de combustível.

Segundo a Suzuki, fabricante do modelo, este problema poderá provocar vazamento de gasolina.

Confira os chassis envolvidos:

9CDCF47AJ8M036199 a 9CDCF47AJ9M079398.

Fonte: UOL

Burgman movida a hidrogênio

segunda-feira, março 1st, 2010

suzuki-burgman-fuelcell

Na onda da sustentabilidade e nas medidas para reduzir a emissão de poluentes que os países devem adotar nos próximos anos, a Suzuki Motor Corporation lançamento do Suzuki Burgman Fuel Cell, máquina movida a à célula de hidrogênio já está passando por testes.

Uma bateria de íon lítio e a célula de combustível fornecem a energia necessária para que o scooter rode cerca de 350 km, segundo a Suzuki. Ou seja, praticamente a mesma autonomia de um Burgman 400cc movido a gasolina com a grande vantagem de que o único gás emitido pelo escapamento é vapor de água.

Quando acabar o combustível é simples, basta reabastecer o pequeno cilindro de hidrogênio, o que leva cerca de cinco minutos, o duro apenas é achar postos que estejam adaptados para fornecer este serviço.

A ideia da Suzuki é que, até 2015, já estejam rodando em larga escala por ai a Burgman Fuel Cell e outras máquinas com este mesmo sistema.

Fonte: Icarro

Metalblack: moto movida a biodiesel

sexta-feira, fevereiro 12th, 2010

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Uma moto com motor V4 e aparência esportiva é sempre de se encher os olhos. Mas em seguida a isto já vem o pensamento de quanto custa a máquina e o tanto que ela deve “beber” nas ruas e estradas.

Porém a Metalblack é diferente. A moto projetada pelo renomado designer Jordan Meadows utiliza materiais recicláveis e é movida a biodiesel, o que faz dela um modelo verde, com muito mais autonomia que uma moto “normal”.

Seu chassi e carenagens são feitos de alumínio reciclado e o motor - como já falamos acima - é o biodiesel, produzido de forma renovável através de óleos vegetais ou gorduras de animais.

Quanto ao preço ainda não é possível afirmar nada pois a máquina não passa de um ousado projeto que poderá, ou não, ganhar as ruas.

Fonte: Terra

A adição de naftalina na gasolina aumenta a octanagem?

segunda-feira, janeiro 11th, 2010

Sempre buscamos um melhor desempenho de nossas motos e um mito que vem ganhando força é que a adição de naftalina na gasolina aumenta a octanagem e conseqüentemente melhora o desempenho da motocicleta.

Especialistas afirmam que a naftalina é um hidrocarboneto, ou seja,naftalina derivado de petróleo, então quando ela é combinada com a gasolina, faz com que esta aumente sua octanagem, isso possibilita que se trabalhe com taxas de compressão mais altas, gerando maior torque e potencia ao motor.

Porém, se o motor não está preparado, o piloto não perceberá nada, a não ser um efeito placebo. O dano que esta prática pode causar é que, em decorrência da má qualidade da naftalina encontrada no país, quando combinada com a gasolina, cria-se detritos no reservatório de combustível, que se chegarem ao carburador, ou bico injetor, vão causar danos maiores que os possíveis ganhos pretendidos.

Fonte: Motovrum