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Não é porque o inverno ta aí que você vai passar frio na moto

quinta-feira, julho 4th, 2013

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Motoqueiro, você já sabe: o inverno pode ser muito rigoroso pra quem anda de moto. Mas, também, não é preciso abandonar as duas rodas quando esfria; é só ficar atento.

Primeiramente, todas as dicas dadas aqui partem de uma premissa: você usará os equipamentos de proteção (capacete, luvas, botas e jaqueta apropriada).

Vamos lá. Nunca subestime o frio. Por mais que ele pareça fraco, lembre-se que sobre a moto a sensação térmica é bem mais baixa por causa do vento. Por isso, não tenha medo de utilizar várias camadas de roupa.

Uma boa pedida é a jaqueta própria para moto com forro térmico removível, pois ela também pode ser usada em dias mais quentes. Outra opção interessante são aquelas roupas “segunda pele”, muito comum entre atletas. Feita de tecido sintético, ela fica por baixo da roupa e evita que aquele ventinho entre em contato com a pele. Mesmo mais caras que as roupas de algodão, elas são extremamente eficazes e duradouras.

As luvas devem ser mais grossas que as normais. Muitas pessoas (eu incluído) sentem muito frio nas mãos, a ponto de perder boa parte da sensibilidade. Agora imagine pilotar uma moto assim… Não descuide.

Se o frio estiver realmente forte, uma balaclava (aquele tecido usado por pilotos profissionais para colocar no rosto) é uma amiga e tanto.

E se for fazer viagens longas ou em regiões, evite sair antes do sol nascer. A geada da noite deixa a pista muito úmida e, em alguns lugares, criam até uma pequena camada de gelo muito perigosa para o motociclista. Com o sol, o asfalto aquece um pouco, o suficiente pra derreter essa camada.

Até a próxima.

Não vale a pena ligar a moto “no tranco”

terça-feira, maio 7th, 2013

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Motoqueiro e motoqueira, você com certeza já viu essa cena: a moto de alguém não liga e o piloto decide “dar um tranco” pra “acordar o motor”. Isso é prejudicial?

Simples: sim. Mas por que se faz isso? Normalmente, porque a bateria está fraca demais para conseguir dar a partida. Então, primeiramente, vamos pensar em como não descarregar a dita cuja.

O maior “crime” para a bateria é esquecer a chave no contato da moto na posição “on” quando chega em casa ou no trabalho. Abusar da buzina ou segurar por muito tempo o botão de partida.

Mas dada disso impediu da bateria arriar e você pretende dar um tranco mesmo assim. Primeiro saiba que se a bateria “morreu” mesmo, ou seja, se as luzes no painel nem ameaçam ascender com o girar da chave, não é o tranco que poderá ligar o motor. Nesse caso, só recarregando ou trocando de bateria.

Agora vamos aos maiores problemas dessa ação. Existe um risco de encharcar o catalisador de combustível ao ligar a moto dessa maneira. Se isso acontecer, a peça terá de ser trocada e não é nada barato.

Também existe a possibilidade (bem remota) de rolar um calço hidráulico. Em motores carburados, isso faz com que o combustível vaze para a câmara de combustão. Se isso acontecer, na hora do tranco a biela vai para o espaço. Sentiu a gravidade?

Então o melhor a se fazer é seguir aquele ditado da sua avó: “prevenir é melhor que remediar”. Fique de olho na bateria e na sua validade sempre.

Até a próxima.

Trombose venosa, como evitar?

segunda-feira, maio 17th, 2010

estrada56Durante ou após as viagens e devido a imobilidade prolongada (muito tempo na mesma posição) ou fatores de risco do próprio viajante pode surgir o problema da trombose venosa, que nada mais é que uma doença causada pela formação de coágulos no interior das veias.

O desprendimento destes coágulos pode resultar em embolia pulmonar, condição de emergência potencialmente fatal se não tratada em tempo hábil.

As manifestações mais comuns da trombose venosa profunda são a dor, a inchação (edema) e a vermelhidão (rubor) no local afetado (pernas, coxas, articulações).

Confira algumas medidas de preventivas para evitar a doença:

1-) Não usar roupas e calçados apertados
2-) Não colocar bagagens embaixo das poltronas (restringe o movimento das pernas)
3-) Não ficar imóvel na poltrona. Mudar de posição com freqüência (facilita a circulação)
4-) Beber líquidos, como água e sucos (evita a desidratação)
5-) Fazer exercícios com as pernas (movimentos de extensão, rotação e flexão dos pés)
6-) Andar, sempre que isto for possível e seguro

Fonte: Terra