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Honda Biz ganha versão Flex

sexta-feira, janeiro 7th, 2011

biz

A Biz é uma das motos mais populares em vendas e agora chegou a vez dela receber sua versão flex. Além da novidade mecânica ela chegou com um novo design que promete proteger melhor o piloto contra o vento e a chuva.
O escudo frontal cresceu e a carenagem ganhou mais área na cor da moto. O farol é novo e possui acendimento automático. Atrás, também ganhou nova lanterna e piscas independentes. O assento está maior para melhor acomodação do piloto e garupa, cuja pedaleira agora é fixada no chassi.
A motocicleta recebeu a tecnologia bicombustível que já era usada nas motos CG 150 Titan e Fan e na maior NXR 150 Bros. O propulsor de 125cc ganhou novos balancins roletados para mais suavidade no funcionamento. A potência máxima é de 9,1 cv a 7.500 rpm e 1,01 kgfm de torque a 3.500 rpm tanto com gasolina quanto com álcool. O câmbio permanece o semi-automático de quatro marchas.
O preço de R$ 5.290 para a versão KS de partida a pedal é o mesmo da antiga Biz. A versão ES de partida elétrica tem preço base de R$ 5.890. Ambas têm garantia de um ano. Gostaram?

Honda NXR 150 Bros Mix, a terceira mais vendida no Brasil

quarta-feira, junho 30th, 2010

honda-nxr-150-bros-mix

Feita para uso no dia a dia, a Honda NXR 150 Bros Mix já se tornou a terceira moto mais vendida no país, mostrando que a tecnologia flex caiu no gosto dos motoqueiros.Com a baixa no preço do etanol, a moto é uma opção para quem roda muito e quer gastar pouco. Para saber se vale a pena utilizar álcool o motoqueiro pode fazer uma conta simples:

Basta pegar o preço do litro da gasolina e multiplicar por 0,70. Por exemplo: se o litro custa R$ 2,50, só vale a pena abastecer com o álcool se estiver a R$ 1,75 ou menos (R$ 2,50 multiplicado por 0,70 é igual a R$ 1,75). Se o preço do litro do álcool superar R$ 1,76, é melhor escolher a gasolina.

Ficha Técnica: Honda NXR 150 Bros Mix

Motor - Monocilíndrico, OHC, 4 tempos, arrefecido a ar
Cilindrada - 149,2 cm³
Potência máxima - 13,8 cv a 8.000 rpm (gasolina) ou 14,0 cv a 8.000 rpm (álcool)
Torque máximo - 1,39 kgf.m a 6.000 rpm (gasolina) ou 1,53 kgf.m a 6.000 rpm (álcool)
Alimentação - Injeção Eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection)
Capacidade do tanque - 11 litros
Câmbio - Cinco velocidades
Transmissão final - Corrente
Suspensão dianteira - Garfo telescópico com 180 mm de curso
Suspensão traseira - Mono-shock com 150 mm de curso
Freio dianteiro - Tambor de 130 mm de diâmetro
Freio traseiro - Tambor de 110 mm de diâmetro
Chassi - Berço semiduplo
Dimensões - (C x L x A) 2.036 x 810 x 1.138 mm
Altura do assento - 830 mm
Altura mínima do solo - 224 mm
Entre-eixos - 1.335 mm
Peso seco - 117,5 kg (versão KS), 118,6 kg (versão ES) e 119,1 kg (versão ESD)
Cores - Preto, vermelho e laranja
Preço público sugerido - R$ 7.890 (KS), R$ 8.290 (ES) e R$ 8.690 (ESD)

Fonte: Infomoto

A adição de naftalina na gasolina aumenta a octanagem?

segunda-feira, janeiro 11th, 2010

Sempre buscamos um melhor desempenho de nossas motos e um mito que vem ganhando força é que a adição de naftalina na gasolina aumenta a octanagem e conseqüentemente melhora o desempenho da motocicleta.

Especialistas afirmam que a naftalina é um hidrocarboneto, ou seja,naftalina derivado de petróleo, então quando ela é combinada com a gasolina, faz com que esta aumente sua octanagem, isso possibilita que se trabalhe com taxas de compressão mais altas, gerando maior torque e potencia ao motor.

Porém, se o motor não está preparado, o piloto não perceberá nada, a não ser um efeito placebo. O dano que esta prática pode causar é que, em decorrência da má qualidade da naftalina encontrada no país, quando combinada com a gasolina, cria-se detritos no reservatório de combustível, que se chegarem ao carburador, ou bico injetor, vão causar danos maiores que os possíveis ganhos pretendidos.

Fonte: Motovrum

Motocicleta elétrica que chega a 259 km/h, existe?

sexta-feira, setembro 25th, 2009

missionone

Sim, tem cara e nome: Mission One. E não é apenas um protótipo, a moto americana já tem previsão de ser comercializada e não saem por menos de R$ 125.000 reais.

Uma curiosidade. Para comprovar a capacidade da moto elétrica, seus criadores a levaram até uma competição de velocidade organizada pelo AMA (American Motorcyclist Associated), em Salt Lake City, Utah. Competindo com motos movidas a gasolina, a Mission One alcançou a velocidade de 259km/h, deixando 70% de suas adversárias comendo poeira.

A empresa pretende vender cerca de 300 unidades no próximo ano.

Fonte: Terra

Moto Mix e seu funcionamento

segunda-feira, setembro 21st, 2009

Um dos grandes sucessos lançados pela Honda no ano de 2009 chegou com uma certa desconfiança no mercado. Meses após seu lançamento, a Honda CG 150 Titan Mix, primeira motocicleta flex do mundo, o mercado confirmou o sucesso do novo modelo.

Até o mês de agosto, 65.616 unidades da CG 150 Titan Mix foram vendidas. A moto pode rodar só com álcool, só com gasolina ou com os dois combustíveis em qualquer proporção no tanque de combustível. Por este motivo a moto ganhou o singelo nome de “Mix”.Mas afinal, como funciona o sistema flex e o que as luzes do painel indicam?

As lâmpadas são fáceis de desvendar. Todas apagadas, a moto está rodando com gasolina. “MIX” acesa, a moto está rodando com uma proporção maiorpainelmix de álcool. Já quando a luz “ALC” está acessa, a moto está rodando 100% com álcool. Quando a luz “ALC” piscar, o recomendável é completar o tanque com 20% de gasolina. Isso pode ocorrer em regiões que apresentam invernos rigorosos e baixas temperaturas.

E como o painel identifica o combustível? Isto é possível graças a um “computadorzinho” que está ligado a sete sensores que monitoram o desempenho do motor e transmitem informações sobre a mistura que está sendo utilizada. De acordo com os dados fornecidos por estes sensores, a central eletrônica escolhe um dos quatro programas de funcionamento: tanque abastecido com gasolina, tanque contendo gasolina e álcool na mesma proporção, tanque contendo maior quantidade de álcool e tanque abastecido apenas com álcool.

Fonte: UOL

Tanque de reserva

quinta-feira, março 26th, 2009

Neste post explicaremos o funcionamento da reserva de gasolina das motos. A maioria das motos possui tanques de combustível com reserva, sendo raros os modelos que não possuem tal função.Aprenda abaixo um pouco sobre o tanque de gasolina da sua moto e sobre como a reserva de combustível funciona.

A reserva é uma pequena quantidade de combustível que fica “guardada” dentro do tanque de gasolina, e que serve para que você tenha um pouco de combustível para poder chegar ao posto de gasolina mais próximo para abastecer.

Muita gente acredita que o tanque de gasolina da moto é dividido em dois: um normal e um de reserva. Não é assim, o tanque é um só.

A gasolina da reserva e a normal na verdade são a mesma gasolina. A torneira de combustível possui 3 posições: On, Off e Res:

Na posição On, a gasolina é sugada a partir da ponta deste canudo, que fica em uma parte alta do tanque, ou seja, se o tanque está cheio, a ponta do canudo está submersa na gasolina, e então a gasolina vai para o carburador.

Quando o tanque esvazia até o ponto em que a ponta do canudo já não fica mais submersa, então o carburador passa a não receber mais gasolina.

Então, basta virar a torneira para a posição Reserva (Res) e a gasolina começará a ser retirada da parte mais baixa do tanque, da base do canudo, que ainda está submersa com gasolina.

Quando você encher o tanque de novo, tanto a reserva quanto o restante do tanque serão preenchidos com gasolina, e você poderá voltar a posição da torneira para ON.

Se você esquecer a torneira na posição Res, a gasolina será sempre retirada da parte inferior do tanque, e quando ela estiver acabando, você não saberá, pois você já está consumindo a gasolina da reserva sem perceber.

Portanto, sempre que for abastecer, lembre-se de voltar a torneira para a posição ON.

Motos com injeção eletrônica geralmente não tem a torneira de combustível. No lugar dela, existe uma bomba de combustível que possui uma boia dentro do tanque, que avisa quando o nível de combustível chega a um valor pré-estabelecido.

Assim, uma luz no painel se acenderá e um novo hodômetro será iniciado, para que você saiba quanto já consumiu da reserva e quanto ainda resta.

Fonte: Motos Blog

CG 150 Titan Mix ou Flex se preferir

sexta-feira, março 13th, 2009

 

O dia de postar lançamentos de motos aqui no blog é quarta, mas esta não poderia aguardar até lá: Honda lança a primeira moto flex do mundo.

Aconteceu nesta quarta (11), em Manaus (AM), o lançamento da primeira motocicleta flex produzida em série no mundo. Será a CG 150 Titan Mix, que pode ser abastecida com álcool, gasolina ou a mistura dos dois combustíveis, em qualquer proporção.

Desenvolvida por engenheiros da Honda, em um trabalho que envolveu o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento do Japão, o modelo foi projetado especialmente para o Brasil, tendo como base a já conhecida CG 150 Titan.

A marca optou por não adotar pelo reservatório de partida a frio, o famoso tanquinho que existe nos carros, que permite ao motor pegar nos dias de temperatura mais baixa.

Sendo assim, a Titan Mix necessita, nos dias em que a temperatura ambiente estiver abaixo dos 15ºC, de pelo menos 20% de gasolina no tanque. É dessa recomendação que foi inspirado o nome “Mix”.

De resto as diferenças são muito próximas às dos carros flex: o uso de gasolina permite um funcionamento mais linear do motor, com autonomia maior, enquanto o álcool proporciona um aumento de potência, mas perde em autonomia.

Com gasolina, a potência é de 14,2 cv (cavalos), com torque (força) de 1,32 kgfm; abastecida com álcool, esses valores sobem para 14,3 cv e 1,45 kgfm.

O motor é OHC, quatro tempos, de 149,2 cm³ de cilindrada. Como nos automóveis, o reconhecimento do combustível é feito por um ECM (Engine Control Module, ou módulo de controle do motor), que define o programa de funcionamento.

A nova motocicleta chega ao mercado em três versões: KS (com partida a pedal), por R$ 6.340, ES (partida elétrica), por R$ 6.890, e ESD (partida elétrica e freio dianteiro a disco com cáliper de dois pistões), por R$ 7.290.

Há quatro opções de cor: preto, vermelho, prata metálica e azul metálica. A Honda espera comercializar 164 mil unidades neste ano.

Fonte: Interpress Motor

Falta de combustível pode queimar a injeção?

segunda-feira, março 9th, 2009

Muitas dúvidas ainda rondam o sistema de injeção eletrônica das motos. Dentre estas dúvidas surgiu uma dúvida interessante: Falta de combustível pode queimar a injeção?Ou seja, se a moto consumir todo o combustível até parar pode queimar o sistema ou sensor da injeção eletrônica?

A resposta é não!

O grande problema está na bomba de combustível que, se trabalhar à seco, pode ser danificada à ponto de não manter a pressão que o sistema de injeção necessita.

Em algumas motos carburadas que também possuem bomba de combustível, como é o caso da Honda Shadow 600, a falta de combustível também pode danificar a bomba

Fonte: Revista Duas Rodas

Evolução de uma paixão com duas rodas

terça-feira, dezembro 16th, 2008

A motocicleta para chegar aos dias atuais, com toda uma tecnologia mesmo sendo através de modelos mais básicos, foi necessário muito tempo e persistência de algumas pessoas, afinal 150 anos de evolução muita coisa aconteceu.

Conde Sirvac, na França em 1790 inventou o celerífero (bicicleta de madeira), como não havia guidão era muito difícil colocar na posição correta.

Já em 1817, o Barão Drais aperfeiçoou o celerífero colocando um eixo e um garfo na roda dianteira, batizando-o de Draisiene.

Passando-se 50 anos, o inglês Lawson inventou a transmissão e o selim, e com isto em 1885 foi lançada a Rover, de J.J Starley.

Dunlop, um veterinário escocês em 1887, queria melhorar o triciclo de madeiro do seu filho, então colocou um tudo oco de borracha preso à roda por tela. Mesmo sabendo que já existia uma patente parecida feita em 1846, Dunlop continuou. Houve maiores melhorias um ano após com os irmãos Michelin, que desenvolveram um novo sistema de fixação do pneu à roda através de cavilhas, já que antes eram por meio de tiras de pano. E cm isto surge o pneu.

O alemão Gotlieb Damler jnto com seu colega Wilhelm Maybach desenvolveram em uma oficina precária, em 1885 a primeira motocicleta. Batizada como Einspur, era equipada com um motor de 264 cc, que desenvolvia inédito para a época, 0,5 CV a 500 rpm, inicialmente movido a gás porem logo passou para a gasolina.

O americano Sylvester Roper e o Francês Louis Perreaux desenvolveram em seus respectivos países, uma espécie de motocicleta, em 1869.

Heinrich Hildebrand e Alois Wolfmuller, ao apresentar o 1º motociclo fabricado em serie, utilizaram a expressão Motor Rad (roda motorizada), equipado agora com um motor de 1500 cc, já desenvolvia 2cv de força.

Após três anos na França, em 1897 os irmãos Wener continuaram o projeto do motorrad, porem utilizando a expressão motocyclette e com o apoio do governo, criaram a marca Bianchi.

A primeira corrida de motocicleta realizada em Londres ocorreu no dia 29 d novembro de 1987, devido ao grande sucesso que a motocicleta acarretou na Inglaterra.

Em1914 surge Indian, com seu motor de 998 cc, primeira moto equipada com partida elétrica, e conhecida na época como uma moto confiável.

Em 1929, os motores estavam aprimorados e chegavam a ser 100 vezes mais potente que os primeiros.

E hoje, após a mais de 150 anos, existe motos de todos os tipos e tamanhos, com motores que vão de 8 cv beirando os 200 cv, para atender o gosto de todos.

Fonte: Duas rodas