Posts Tagged ‘injeção eletrônica’

Injeção Eletrônica

terça-feira, março 24th, 2009

A injeção eletrônica é o caminho lógico para atingir o objetivo proposto pela PROMOT 3, porém, muitas montadoras não irão adotar o sistema de imediato.

Mas afinal, o que é a injeção eletrônica?

A injeção eletrônica é o componente responsável por misturar o ar e o combustível e enviar esta mistura ao motor. Antes, este trabalho era feito pelo carburador.

O carburador recebe o vácuo do motor, e este vácuo puxa o ar da caixa de filtro de ar para dentro dele, ao mesmo tempo em que puxa o combustível do reservatório inferior.

O combustível passa pelo giglê, este tem um tamanho fixo e que permite apenas a passagem de uma pequena quantidade de combustível. Então, dependendo do vácuo gerado e do tamanho do giglê, mais ou menos combustível é enviado para a mistura.

A injeção eletrônica não tem giglê, tem um (ou mais) bico injetor de combustível, e uma central eletrônica que controla quanto combustível será liberado pelo(s) bico(s) injetor(es) para que seja misturado ao ar. É ai que está a mágica.

Em um carburador, o tamanho do giglê é sempre fixo, portanto, a quantidade de combustível usado na mistura também é fixa, e é proporcional apenas ao vácuo gerado. Muito vácuo, muito combustível, pouco vácuo, pouco combustível.

Quem determina quanto vácuo será usado é o piloto ao acelerar a moto. Se ele acelera pouco, a borboleta se abre pouco e permite apenas uma pequena passagem do vácuo ao carburador.

O contrário acontece quando o piloto acelera tudo, abrindo completamente a borboleta e permitindo que o motor puxe todo o gás que puder para dentro de si.

Já na injeção eletrônica, o controlador eletrônico determina qual a melhor proporção de combustível para cada situação, independente de qualquer vácuo, e por isso normalmente é mais econômico e menos poluente que o carburador, pois não há desperdício de combustível.

Existem muitos tipos de sistemas de Injeção eletrônica, mas em todos eles, existe pelo menos um controlador eletrônico, um bico injetor e uma bomba de combustível.

O controlador possui em sua memória um mapeamento que determina a quantidade de combustível que deve ser usada para cada faixa de RPM do motor.

Este é o sistema mais simples, pois o mapeamento é fixo e não muda nunca. É como um carburador, porém, com a vantagem de ter um mapeamento mais eficiente do que o obtido por meio de um giglê.

Fonte Moto Blog

Falta de combustível pode queimar a injeção?

segunda-feira, março 9th, 2009

Muitas dúvidas ainda rondam o sistema de injeção eletrônica das motos. Dentre estas dúvidas surgiu uma dúvida interessante: Falta de combustível pode queimar a injeção?Ou seja, se a moto consumir todo o combustível até parar pode queimar o sistema ou sensor da injeção eletrônica?

A resposta é não!

O grande problema está na bomba de combustível que, se trabalhar à seco, pode ser danificada à ponto de não manter a pressão que o sistema de injeção necessita.

Em algumas motos carburadas que também possuem bomba de combustível, como é o caso da Honda Shadow 600, a falta de combustível também pode danificar a bomba

Fonte: Revista Duas Rodas

Kawasaki KX 450 F 2009

quarta-feira, fevereiro 25th, 2009

O modelo 2009 da Kawasaki KX 450 F deve passar como um furacão e levantar poeira nas pistas de motocross de todo o mundo. A KX 450 F é representante da marca na principal categoria mundial da modalidade, a MX-1, e é a primeira moto off-road da marca equipada com injeção eletrônica.A fábrica de Akashi seguiu a receita das rivais Suzuki e Honda, mas foi além: criou um sistema de alimentação que elimina o uso da bateria. O novo modelo também recebeu melhorias na sua ciclística e deve desembarcar neste primeiro semestre no Brasil.

O motor monocilíndrico tem 449cm³ de capacidade, comando de válvulas duplo (DOHC) e refrigeração líquida.

O cabeçote e os dutos de admissão e exaustão foram projetados para acomodar o novo sistema de alimentação eletrônica e oferecer desempenho em uma ampla faixa de rotação.

A Kawasaki não divulgou os números de desempenho, porém afirma que a entrega da potência foi melhorada e o torque está disponível desde as baixas e médias rotações. Tudo para garantir tração desde a largada até o salto final.

Até mesmo o sistema de exaustão, com um novo tubo de escapamento, foi desenhado para garantir o torque constante.

Estrutura Leve

O quadro da KX 450 tem tubos de seções mais estreitas — de 70 mm para 68 mm –, o que garantiu uma perda de cerca de 800 gramas. Mas a rigidez não foi esquecida, pois esta garante a estabilidade em altas velocidades.

A balança traseira, além de 200 g mais leve, também foi redesenhada e agora está fixada em um ponto mais alto do quadro. Com isso, garante-se melhor tração, além de permitir um maior curso do monoamortecedor — 315 milímetros na roda traseira.

Na dianteira, o garfo invertido (upside-down) traz a assinatura da Kayaba e se encarrega de neutralizar os maus caminhos. Na frente, o curso da roda também é de 315 mm, além de oferecer mais de 20 regulagens de retorno e compressão da mola.

Pesando apenas 112,7 kg em ordem de marcha, não será tarefa difícil para esse conjunto absorver os saltos de uma pista de motocross.
Fonte: Infomoto (Bruno Parisi)

PROMOT 3 - Nova Lei que limita emissão de poluentes

terça-feira, janeiro 6th, 2009

Como se sabe, entrou em vigor no dia 1º de janeiro no Brasil a nova lei que limita a emissão de gases poluentes nas motocicletas, a PROMOT 3 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares). Muitos usuários do transporte de duas rodas acreditam que esta lei obriga as montadoras a incluírem a injeção eletrônica nas motos, porém isto não é tão verdade, lógico que a injeção eletrônica é o caminho lógico para atingir o objetivo proposto pelo Promot 3, mas tem as montadoras que não irão adotar o sistema e para manter-se dentro da lei, vão reduzir o desempenho dos motores, incluir catalisadores de ar e outros métodos mais baratos e simples de implementar nos motores.
Muitas montadoras alegam que o custo de produção de um módulo de injeção eletrônica para motos pequenas pode encarecer muito o preço delas, por isto a preferência pela redução de seu desempenho e encher as motos com sistemas de desempenho duvidoso, como o carburador eletrônico que nada mais é do que um sensor de aceleração ou um duto de ar frio direto no escapamento, que serve mesmo para esfriar o ar do escapamento.

Fonte: Carcaras do Coriso

Ano novo com motos novas

segunda-feira, janeiro 5th, 2009

O mercado brasileiro de motocicleta teve uma queda muito brusca devido à crise mundial, o crescimento do mercado estava previsto fechar 2008 em torno dos 20% acabou fechando próximos dos 15%, lógico que houve um bom aumento nas vendas, mas não como os fabricantes, que investiram apostaravam.
Especialistas prevêem que 2009, o mercado de motocicleta deve continuar crescendo num ritmo mais lento, pouco abaixo dos 10%, outras já prevêem que para uma época de crise o melhor mercado se tem é o de moto, por ser uma opção de transporte mais barata.
Fora isto, o ano de 2009 tem-se muitas novidades e lançamentos. A Suzuki que faz tanto mistério sobre as mudanças em sua linha de 125 cc (Yes, Intruder e Burgman), já apresentou suas armas nas motos de média cilindrada, apostou na GSX-F 650 e na V-Strom DL 650.

Yamaha Ténéré

A Yamaha promete trazer a nova XTZ 660 Ténéré. Para os aventureiros irem economizando e sonhando com a nova Big-Trail, além destas promessas podemos incluir ai também a primeira moto bicombustível do mundo, a Amazonas AME C1, que é uma custom que através da tecnologia Delphi poderá rodar com álcool ou gasolina. O preço da moto de 300 cc deve ficar por volta de R$ 16.000.
Para atender a Promot 3 ( Programade Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), a Honda trouxe a nova CB 600F Hornet, a Shadow 750, a Yamaha, apresentou a nova YBR 125 Factor, que ao contrário das outras não utilizou injeção eletrônica e sim um carburador mais moderno que por sua vez deixou sua 125 cc mais “fraca”, entretanto mais econômica, as que ainda não mudaram terão de mudar o quanto antes. Já que a Promot 3, entrou em vigor no dia 1º de janeiro.

Fonte: Uol

Nova Yamaha YBR 125 Factor

segunda-feira, dezembro 29th, 2008

Mesmo não recebendo injeção eletrônica de combustível, a YBR 125 Factor 2009 traz diversas características que farão a diferença na hora da compra. Alem de seu visual arrojado, a Factor é ágil e já esta de acordo com a terceira fase do Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos, que entra em vigor em janeiro e econômica, faz até 35 km com um litro de gasolina, o preço da versão Ed que é a mais equipada, com partida elétrica, roda de liga leve e freio a disco na dianteira, é de R$ 6.585, já a CG 150 Titan ESD sua maior concorrente tem preço sugerido de R$ 6.990.

A nova YBR perdeu um pouco de torque e potência, com 11,2 cv a 8.000 rpm e o torque 1,13 kgfm a 6.000 rpm. Ela pode estar mais fraca, mas manteve sua proposta urbana com força em baixas e médias rotações, o propulsor ajuda na tarefa de largar na frente dos carros. Já nas estradas com velocidade constante de 90 km/h a moto registra 35,4 km/l e na cidade 33 km com 1 litro de gasolina.

Como herança das primeiras YBR, a nova Yamaha na pilotagem proporciona um conjunto de motor, câmbio e suspensões muito macio, já com o conjunto ciclístico (freios e suspensão), usou a receita das tradicionais, na dianteira possui garfo telescópio com 120 mm de curso, já na traseira balança com sistema de bi-choque, um sistema preciso, macio e copia com muita propriedade as imitações do piso.

Com relação ao sistema de frenagem, a Factor conta com freio a disco na dianteira o qual recebeu uma nova pinça de um único pistão maior, já na traseira o tradicional freio a tambor. Seus novos pneus Metzeler ME 22 (sem câmara na versão rodas de liga leve) oferecem excelente estabilidade, principalmente em curvas fechadas de média velocidade.

A nova Yamaha YBR 125 Factor, esta muito mais adequada para você conduzir, principalmente nas mudanças de direção e em curvas mais fechadas.

Fonte: Uol

Carburador ou injeção eletrônica

sexta-feira, dezembro 26th, 2008

Injeção eletronica

A injeção eletrônica existe desde os anos 70, principalmente em motos européias, porém nunca conseguiram ser mais eficientes em termos de potência que os carburadores. Lógico que o carburador existe há muito tempo, e já passou por muita mudança e só agora se pôs em questão o uso dos mesmos nas motos da nova geração.

Os carburadores dependem da quantidade de ar que nele entra e se mistura com o combustível, e no caso da injeção eletrônica de combustível determina a quantidade precisa de ar e combustível e calcula a melhor mistura em face de uma serie de fatores.
Em outras palavras, a injeção eletrônica é como um carburador com maior precisão e eficácia.
Agora qual destes sistemas é o melhor?
Bem, ambos têm suas vantagens, as motos equipadas com a injeção eletrônica vencem em várias categorias já que consegue calcular a mistura correta de acordo com a carga, condições meteorológicas, altitude, velocidade da moto entre outros, e aperfeiçoam o consumo e emissões de gases, resultando numa combustão mais eficiente.
Já o carburador, apesar de não se modificar para adaptar a melhor mistura em condições adversas, é bem mais fácil de funcionar com outro tipo de peças que não são de origem, logo ele permite maior liberdade para efetuar alterações á moto na própria garagem, sem precisar recorrer a técnicos especializados.

As motos atualmente já vem equipadas com injeção eletrônica, pelo simples motivo de se adequarem a qualquer altitude, levando isto e conta os fabricantes constroem motos para o mundo inteiro com as mesmas especificações, sem que seja necessário realizar alterações para cada país.

Fonte: Moto esporte

CG 150 Titan 2009

terça-feira, dezembro 2nd, 2008

Design renovado é um dos destaques da nova CG Titan, que também ganhou injeção eletrônica.

A Honda apresenta a sétima geração da moto mais vendida do País, a CG Titan mudou bastante, a começar pelo design, que segundo a montadora, teve forte inspiração nas motos naked.

O farol vem todo estilizado com os piscas embutidos, o painel de instrumentos foi integrado à carenagem frontal.

O tanque vem com uma capacidade elevada de 14 litros para 16,1 litros. A traseira traz lente fume, além dos piscas também estarem juntos à lanterna.

O escapamento é feito de aço inoxidável e pintado de preto. A grande novidade da CG é a adoção da injeção eletrônica.

A CG vem nas cores preta, prata, vermelha e azul, com o sistema conhecido como PGM-FI que foi adicionado ao motor OHC de quatro tempos, fazendo a CG se enquadrar no Promot3 ( programa que controla a poluição do ar por motociclos).

Segundo a Honda, a Titan ficou 64% menos poluente que o limite imposto pela organização.

O motor rende 14cv de potência e 1,32 Kgfm de torque e conta com câmbio de cinco velocidades.

A nova geração chega as concessionárias a partir deste mês, custando R$ 6.040,00 na versão de entrada KS, R$ 6.590,00 a ES e a linha ESD chega por R$ 6.990,00.

Fonte: autoesporte