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Marcas de luxo apostam em modelos menores

segunda-feira, novembro 25th, 2013

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(Harley-Davidson Street 750, customizada para provar que é uma autêntica H-D)

Colega motoqueiro, existem marcas de moto voltadas ao público relamente rico que pode gastar mais de R$ 30 mil num modelo: BMW, Harley-Davidson, Triumph, KTM… Acontece que todas essas montadoras apresentaram um traço semelhante em 2013: pensar em novos consumidores com modelos de entrada mais baratos e menores.

De Milão veio a confirmação que a KTM voltaria para o Brasil e traria seus modelos menores de 400 cc. Isso já deixa o mercado de motos pequenas e médias mais parrudo, pois é uma amrca de luxo investindo nessa faixa de potência e preço.

A Triumph mostrou, também em Milão, o projeto que será de sua minisport de 250 cc. A marca “encolheu” de vez para abocanhar um segmento forte em mercados emergentes, como Índia e Brasil.

A Harley-Davidson impressionou ao fazer motos médias de 500 e 750 cc. A linha chamada de H-D Street desagradou alguns puristas mais ricos, que afirmaram que diminuir o motor faz perder o conceito da marca. Essa motos, também direcionadas a mercados menores, serão montadas a princípio nos EUA e na Índia, mas certamente chegarão ao Brasil.

A BMW diminui para 650 cc. Mas foi mais longe: apresentou scooters e firmou parceria com a montadora indiana TVS, o que leva a crer que pretende olhar para modelos menores também.

Ainda não sabemos como será a introdução dessas montadoras nos segmentos menores, lembrando que o diferencial delas não são apenas as motos,mas todo serviço exclusivo de auxilio ao consumidor, que começa assim que você adentra uma de suas concessionárias.

O que você acha? Uma boa proposta?

Até a próxima.

KTM ensaia retorno ao Brasil

quinta-feira, novembro 14th, 2013

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A KTM R390 pode estar perto do Brasil

Colega motoqueiro, a KTM é uma empresa austríaca de motos muito bem vista na Europa. Ela já esteve no Brasil em importação oficial até 2012, quando decidiu fechar de vez as portas por aqui.

Porém, dessa vez, aprece que o retorno será concretizado. Em 2011, vale lembrar, o grupo tentou montar suas motos em Manaus em parceria com o Grupo Izzo, mas tudo foi por água abaixo.

Em Milão veio a confirmação de que a KTM busca parceiros e meios de voltar ao país. A ideia é ter uma fábrica aqui, mas nenhum prazo foi estipulado.

Uma das especialidades da montadora é algo que agrada o consumidor brasileiro logo de saída: esportivas de baixa cilindrada. Para nosso mercado, é provável que as RC 125, RC 200 e RC 390 estejam nos planos.

Outra boa notícia é que com o retorno da KTM, a Husqvarna, monstadora suéca de espetaculares motos off-road, venha junto. A marca, que estava certa no Brasil, foi comprada de última hora junto à BMW e nós ficamos a ver navios.

Boa notícia para os motoqueiros de plantão e mais uma mostra de que as europeias encontraram um norte nas terras tupiniquins.

Até a próxima.

Esportiva da KTM terá versão de rua

quinta-feira, outubro 31st, 2013

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Muitos rumores rondavam esse boato que se contretizará, motoqueiro. A RC 310, moto esportiva da KTM para competições, ganhará uma versão de rua.

Aproveitando que as esportivas de baixa cilindrada ganharam o mercado emergente de motos no mundo, a marca austríaca preparou sua entrada rpa essa festa. A RC 390 usa motor monocilindro de 370 cc capaz de entregar 43 cv de potência e pesa, segundo a empresa, 147 kg em ordem de marcha.

Em design, ela traz traços próprios da versão de pista, mas parece maior que suas concorrente, por causa das linhas retas, rabeta alta e frente “invocada”.

Ela será apresentada oficialmente no Salão de Motocicleta de Milão, em outubro desse ano. Mas, infelizmente, não crie grandes expectativas de vê-la no Brasil.

Até a próxima.

Brasil está nos planos da KTM

segunda-feira, abril 22nd, 2013

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Motoqueiro de plantão, o Brasil não para de despertar interesse das montadoras. Quem demonstrou interesse agora foi a austríaca KTM. Segundo Stefan Pierer, diretor executivo da marca, a montadora errou na parceria com o Grupo Izzo, mas não tirou o Brasil dos planos.

Pierer garantiu que a KTM vai montar motos no Brasil e está buscando parceria para entrar no mercado nacional. Ele citou o trabalho da KTM na Colômbia, onde fabrica motos no modelo CKD (mesma fórmula usada por Ducatti, Triumph e Harley-Davidson no Brasil, por exemplo).

A idea seria usar fábricas brasileiras em Manaus para montar as motos da KTM. Hoje, há duas empresas instaladas realizando tais serviços de montagem para outras fabricantes: Bramont (Benelli/Keeway) e Dafra (BMW, Ducati e MV Agusta). Porém nada foi dito sobre contato entre elas e a montadora austríaca.

A KTM revelou que pretende lançar versões carenadas, no estilo “miniesportivas” das nakeds Duke (125 cc, 250 cc e 390 cc) ainda esse ano para serem apresentadas no Salão de Milão.

Nenhum outro detalhe, como modelo a ser montado no Brasil, foi revelado. E nem foi dito em qual pé está a negociação, mas o interesse e a certeza de entrar no mercado brasileiro é uma ideia fixa da KTM.

Vamos aguardar.

KTM apresenta seu primeiro scooter elétrico

terça-feira, março 26th, 2013

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Amigo motoqueiro, você já deve ter ouvido falar da KTM. A montadora austríaca é conhecida por motores de alta performance e motos de competição off road, mas surpreendeu a todos na semana passada ao apresentar no Salão de Tóquio um modelo inusitado: seu primeiro scooter elétrico.

Ainda conceito, o E-Speed apresenta um motor de 11 kw de potência (estranho dizer isso), o que, segundo o fabricante, é algo próximo de 15 cv. O sistema de propulsão conta com refrigeração líquida e de acordo com a marca, a moto pode atingir 85 km/h de velocidade máxima.

O alvo é, obviamente, o transporte urbano e de pequenas distâncias. Mesmo não divulgando a autonomia do veículo, não devem ser possíveis viagens muito longas. Terrenos acidentados também não é sua área.

A KTM garante que a esportividade foi um dos conceitos desse scooter, construído sobre a base de uma Freeride-E, uma off road elétrica da marca.

Como tradição da montadora, a cor predominante é o laranja brilhante presente no chassi e nas rodas. A transmissão secundária é feita por correia e a scooter vem equipada com freio a disco na dianteira e traseira.

Várias alternativas elétricas estão aparecendo como conceito para mobilidade urbana. Mas estamos querendo ver essas novidades logo nas ruas. Ansioso também?

Até a próxima.

KTM lança 125 para atrair jovens consumidores

quarta-feira, outubro 13th, 2010

kawasaki

A KTM apresentou no Salão de Colônia Intermot 2010, seu primeiro modelo street de 125cc. O objetivo da Duke 125 é atrair jovens motociclistas para a marca austríaca.

Com um visual bastante moderno, com direito a farol excêntrico e quadro tubular, a Duke 125 terá ainda diversos equipamentos de fábrica para ser personalizada.

Equipada com um motor de um cilindro, 124,7 cc e refrigeração líquida, a pequena austríaca terá 15 cavalos de potência máxima a 10.500 rpm - desempenho respeitável para um motor com essa capacidade. Com duplo comando de válvulas no cabeçote e alimentada por injeção eletrônica, a Duke 125 terá câmbio de seis marchas e embreagem com acionamento hidráulico.

A parte ciclística também impressiona. O quadro em treliça é feito em cromo-molibdênio e as suspensões dianteiras são invertidas. Já a traseira conta com um monoamortecedor. O sistema de freios é a disco em ambas as rodas de 17 polegadas.

O diretor de vendas e marketing da KTM confirmou a montagem da moto em Manaus (AM) pelo sistema CKD (completely knocked-down) em parceria com uma empresa brasileira, a partir de 2011. Vamos aguardar!!

Fotos: Moto.com.br

KTM vislumbra setor de motos populares

sexta-feira, julho 30th, 2010

A austríaca KTM é uma fabricante que está muito ligada ao esporte, seja por suas motos ou carros de cktm-logo-1ompetição. Mas não é só deste nicho que a empresa pretende viver.

Sob administração da indiana a Bajaj Auto Ltd, a KTM pretende entrar de cabeça no setor de motos populares, começando pelos mercados emergentes - onde o Brasil se enquadra.

Normalmente montadoras indianas e chinesas sofrem um certo preconceito no mundo das duas rodas, mas vale lembrar que a entrada da Bajaj no mercado popular se dará junto com a “grife” KTM, que certamente estará de olho no projeto e garantirá mais confiabilidade no produto final.

Fonte: MotorDream

O futuro é elétrico

sexta-feira, fevereiro 13th, 2009

Biocombustível, Promot 3, Inspeção Veicular. Estas são apenas três medidas que o governo está tomando para diminuir a poluição causada pelos veículos, sejam eles de duas ou quatro rodas.

A grande preocupação com os gases poluentes expelidos na atmosfera também chegou às montadoras de moto.

O presidente da Honda, Takeo Fukui, disse recentemente que, se a marca quiser continuar a desempenhar o seu papel no mercado mundial nos próximos 100 anos, precisa reforçar a sua capacidade de desenvolver tecnologias amigas do meio ambiente e aplicá-las a produtos originais e atrativos.

Para realizar o desejo do presidente, a montadora planeja colocar à venda já em 2010 um veículo elétrico alimentado a bateria e que não produz emissões de CO2 durante o seu funcionamento.
A preocupação da Honda com a questão ambiental não vem de hoje.

Em 2004 a empresa apresentou um protótipo de uma Scooter equipada com uma pilha de combustível (a hidrogênio) e outra Scooter com motorização híbrida, composta por um motor de combustão a gasolina com 50 cc destinada a produzir eletricidade, e um motor elétrico destinado a impulsionar efetivamente o conjunto.

Mas não é só a Honda que está de olho no meio ambiente. A montadora austríaca KTM anunciou para 2010 a fabricação em larga escala de sua primeira motocicleta de enduro com motor elétrico.

Segundo as informações iniciais, a motocicleta terá a potência de uma 250cc 2T, mas com o peso de uma 125cc. Desde meados de 2008 a empresa já vinha fazendo testes com a moto, mas agora anunciou oficialmente a produção em escala para o ano que vem.

Com um motor de 35 hp (corrigido), a moto terá baterias de íons de lítio, que irão proporcionar cerca de 40 minutos de funcionamento em “condições de corrida”. Para recarregar as baterias, porém, será necessário pelo menos mais uma hora na “tomada”.

Como a maioria dos veículos elétricos, o motor funcionará também como um gerador durante as frenagens, transformando e retornando a energia para as baterias e entendendo um pouco mais o tempo de uso.
Fonte: Carros Uol e Motorama