
Sob protestos, começou nessa semana a valer nova lei para todos os motoboys e mototaxis do Brasil.
Vamos entender o que acontece. A lei prevê a regulamentação da profissão e exige um certificado num curso de capacitação de motoboys e mototaxis.
Na teoria, a lei visa favorecer a classe trabalhadora, porém esbarra num senão. O curso exigido é caro e faltam escolas aptas para ministra-lo. O Sindicato dos Motoboys reclamou (com razão).
A principal reclamação do sindicato é a burocracia. Em SP, a manifestação versava sobre que a maioria das cidades ainda não regulamentou a profissão de motoboys e mototaxistas. E que na capital, onde isso já acontece, a burocracia atrasa quem quer estar em dia com a lei. Segundo a entidade, 36 mil profissionais já fizeram o curso, mas apenas 15 mil conseguiram o aval da prefeitura.
O Dentran-SP também se posicionou contra os prazos exigidos pelo novo conjunto de regras. A sugestão e que a fiscalização comece de forma educativa e cobre, a partir de junho, os equipamentos de segurança obrigatórios, e que só a partir de setembro seja cobrado o curso.
Por hora, a lei vale na íntegra, mas protestos pipocam pelo país e nós esperamos verdadeiramente que os prazos sejam revistos o quanto antes. Para o bem da classe, que não quer abrir mão da regulamentação e da segurança, mas não quer deixar de trabalhar por causa de complicações burocráticas.
Vamos ficar de olho e protestar sempre que for preciso. Até a próxima.

regularizada.
Levar o filho (sobrinho, primo, cunhado etc) para a escola, para aproveitar um sábado de sol ou então curtir um simples passeio pelas ruas da cidade em cima de uma motocicleta somente deve ser feito se o passageiro for maior de 7 anos.
Das medidas aprovadas na 1ª revisão do código de trânsito brasileiro pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara, está a proibição das motocicletas de circular entre os outros veículos.
Na última quarta (02) uma polêmica voltou a tona durante reunião Comissão de Transporte e Comunicações da Assembléia Legislativa de São Paulo: cobrança de pedágio de motocicletas.
Bolsonaro recolheu cerca de 90 assinaturas no recurso, sendo que eram necessárias apenas 51 para barrar a medida 2650/03, aprovada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) no último dia 7 de abril.
