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Caminho inverso: o sucesso das miniesportivas chega às pistas

segunda-feira, janeiro 21st, 2013

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No mundo dos veículos motorizados, o caminho normal de uma grande novidade é começar nas pistas e só depois chegar às ruas. Foi assim com o sinto de segurança, o freio ABS, a tração integral, o uso do capacete e outros incontáveis exemplos. Mas uma novidade foge do padrão: as miniesportivas de 250 cc.

Quando a Kawasaki lançou a “Ninjinha”, ninguém saberia que sucesso poderia se esperar dali. Eis que a moto vendeu como água no deserto e fez a cabeça dos aficionados por design esportivo, mas que usavam a moto no dia a dia de uma cidade.

Logo surgiram concorrentes, o mercado cresceu nesse segmento e tomou as ruas.

O fato chamou a atenção de uma empresa: a Dorna.

Nunca ouviu falar? A Dorna é a organizadora do MotoGP e do Mundial de Superbike. Explicando. No MotoGP competem motos protótipos e na Superbike competem motos de linha modificadas para a pista.

Viu o quadro que se desenhou?

A Dorna já prometeu que uma nova categoria figurará na Superbike: 250 cc, com as miniesportivas de rua. A Honda, Kawasaki e a Duke já mostraram interesse na competição que só irá para as pistas em 2014. A Yamaha ainda não se manifestou, mas como a R1 é uma das maiores estrelas da Superbike, é provável que a marca dos diapasões entre nessa categoria das “esportivinhas” também.

Agora é esperar pra ver, mas não deixa de ser curioso o caminho dessa categoria: sair das ruas e chegar às pistas. Isso será ótimo para o segmento, pois motivará avanços tecnológicos e de segurança para esse tipo de moto.

Fique de olho. Até a próxima.

Kasinski Comet GT 250 R

quarta-feira, janeiro 27th, 2010

kasinski

No último post demos algumas dicas de como pilotar um superesportiva. Deu vontade de pilotar uma? Então olhe com bons olhos para a Kasinski Comet GT 250 R. Ela não é uma superesportiva mas é uma boa opção para um modelinho mais invocado.

De origem sulcoreana, o modelo 2010 da Hyosung, que chega ao país com a marca Kasinski, ganhou injeção eletrônica de combustível para alimentar seu motor de dois cilindros em “V”, único no segmento. Com carenagem e tanque volumosos, a Comet tem aparência de moto de maior cilindrada. Seu design, digno de elogios, e o bom nível de acabamento chamam a atenção.

O design da moto não é muito convidativo para os que desejam percorrer longas distâncias com ela pois o condutor adota uma postura “Racing”. Destaque para o painel simples mas funcional, equipado com mostrador digital multifuncional e com conta-giros analógico.

Ficha Técnica: Kasinski Comet GT 250 R EFI

Motor: Dois cilindros em “V”, 249 cm³, OHC, 4 tempos, arrefecido a ar e óleo.
Potência: 29,2 cv a 10.500 rpm.
Torque: 2,31 kgfm a 8.000 rpm.
Diâmetro e curso: 57 mm x 48,8 mm.
Alimentação: Injeção Eletrônica; partida elétrica.
Câmbio: Cinco velocidades.
Suspensão: Garfo telescópico invertido, com 120 mm de curso (dianteira); balança monochoque com 120 mm de curso e ajuste na pré-carga da mola (traseira).
Freios: Disco duplo de 300 mm de diâmetro e pinça de dois pistões (dianteiro); disco de 230 mm de diâmetro com pinça de dois pistões (traseiro).
Pneus e rodas: 110/70-17M/C 54H (dianteiro); 130/70 - 17 62 H (traseiro).
Dimensões: 2.095 x 720 x 1.135 mm (CxLxA); 1.430 mm (entre-eixos).
Tanque: 17 litros.
Peso: 173 kg
Cores: Preta, vermelha, branca/preta, vermelha/preta.
Preço: A partir de R$ 15.100

Fonte: Infomoto