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Carro não é uma necessidade: cogite uma moto

terça-feira, abril 9th, 2013

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Olá, colega motoqueiro. Esse post é pra quem pensa em entrar no mundo das motos para uso cotidiano. Pra começo de conversa, afirmo com segurança: carro não é uma necessidade. Transporte, sim.

Se você já é motoqueiro de fim de semana, já sabe o que eu vou escrever agora. Se pretende entrar no mundo das motos ainda, repare: moto não é uma bicicleta motorizada. É um veículo completamente capaz de rodar na cidade (ou fora dela) com segurança e conforto.

Ainda existe muito medo em relação às motocicletas por conta da segurança, mas pilotando de forma segura e consciente, não tem o que temer. “Mas é muito assaltada.” Isso, infelizmente, é verdade. Também é uma triste verdade que esse tipo de violência não aflige apenas os motoqueiros.

Mas pense na economia de tempo e dinheiro que uma moto traz. Motos pequenas e mais baratas, ideias para o uso cotidiano, chegam a custar menos que transporte coletivo por mês! Com R$3 mil já se consegue comprar uma útil moto 0 km para uso urbano e consomem bem menos que um carro.

As vantagens não param por aí. É possível dormir mais tarde ou acordar mais cedo todo dia, pois a moto é muito mais rápida num trânsito intenso, chegando a ser até 4x mais veloz que um carro para o mesmo trajeto. E não estou falando de velocidade, mas de agilidade. Pilotando de maneira segura e respeitando os limites impostos nas vias.

Estacionar vai ser um problema a menos. Quantas vezes é preciso dar voltas e mais voltas no quarteirão procurando um lugar para balizar o carro? A moto você para em quase qualquer lugar. Sem contar que a maioria de shoppings e lojas não cobra estacionamento para motos.

Às vezes o que alguém precisa para o trânsito e a locomoção do dia a dia é uma moto e não um carro. Pense nisso, pode valer a pena adotar esse meio de transporte no cotidiano.

Amanhã falarei das desvantagens que podemos encontrar com uma moto.

Até a próxima.

Segurança para mulheres motoqueiras

terça-feira, março 12th, 2013

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Colegas motoqueiras, hoje a conversa é sobre os equipamentos que as mulheres usam nas motos. Não estou falando de capacetes rosinhas ou qualquer coisa do tipo (apesar de considerar brega, cada um usa o que acha bonito). A questão aqui é segurança.

Vejo no dia a dia muitas mulheres em suas motos (e cada vez mais, o que é ótimo) usando alguns acessórios que aprecem inocentes, mas podem ser perigosos. O vencedor, nesse quesito é o salto alto.

Esse tipo de sapato pode ser perigosíssimo em uma motocicleta. O salto atrapalha a mobilidade na hora de trocar as marchas e de usar o freio traseiro (tão fundamental quanto o dianteiro). Nesse caso, o melhor é levar o salto na mochila e pilotar com uma bota apropriada (chinelo, nem pensar!).

Outra coisa que às vezes a gente vê nas ruas é mulheres com shorts ou bermudas. O problema é o mesmo que muitos homens sofrem: queimar a perna no escapamento. Isso é mais comum do que parece. Não se deve usar esse tipo de vestimenta nem como garupa, o que dirá como piloto?

No mais, jamais esquecer o capacete, as luvas e tudo o mais que já estamos cansados de saber. Se for rosa, preto, branco, roxo, amarelo, azul, aí não faz diferença…

Fiquem sempre ligados e segurança em primeiro lugar.

Até a próxima.

O motociclismo cada vez mais feminino

quinta-feira, janeiro 10th, 2013

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Sempre existiu uma relação estética entre a beleza feminina e a beleza da moto. Mas se antes essa relação era visual, ela está se tornando cada vez mais vital. Tanto para as mulheres como para os fabricantes.

Depois de muita batalha e conquistas, as mulheres estão cada vez mais inclusas no mercado de trabalho, seja ele qual for. A moto aparece, portanto, nesse meio também.

Desde as garotas que buscam apenas o lazer até àquelas que utilizam a moto profissionalmente no dia a dia ou em esportes motorizados (como Erika Cunha na foto, piloto da Super Bike Series 600 cc). A indústria, já de olho nisso, está fabricando modelos mais ergonômicos que comportam tanto o corpo masculino quanto o feminino.

E a coisa tende a melhorar: a Harley-Davidson já prometeu um passeio exclusivamente de mulheres para o ano de 2013.  Na mesma linha, a BMW já promoveu o “Girls Day Out”, um passeio com direito a massagem e salão de beleza durante a parada.

A Honda dedica ainda turmas exclusivas em seus cursos de aperfeiçoamento de pilotagem, e em seu quadro de instrutores está Jaqueline Poltronieri, que também foi piloto de Motocross.

Mais: 50% dos alunos das motoescolas da cidade de São Paulo foram mulheres no ano de 2012.

Para ajudar, recebi ontem um dado interessante. Naquela conversa em família, um amigo meu médico e motociclista me assegurou: nunca atendi um acidente de moto em que a mulher estivesse pilotando. Ou seja, indo de encontro àquele velho preconceito machista, as mulheres são mais cautelosas e pilotam melhor.

Eu avisei que esse ano de 2013 tem tudo pra melhorar em muitos aspectos. Torço para mais mulheres entrarem no mundo das motos, seja para driblar o transito diário, seja para por adrenalina em dia. Também torço para que algumas pessoas coloquem o preconceito de lado e saibam apreciar o espaço conquistado pelas mulheres ao redor.

Até a próxima.

Por que não existem dispositivos de segurança em motos pequenas?

segunda-feira, outubro 8th, 2012

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Todos os motoqueiros já sabem que um acidente de transito é muito mais perigoso para um condutor de veículos de duas rodas do que para qualquer outro condutor. Algumas estatísticas dizem que uma moto é oito vezes mais perigosa que um carro. Ainda assim, não existem itens de segurança avançados para motos pequenas.

Hoje em dia é possível comprar um carro popular com freio ABS e airbag, por exemplo. Uma moto “barata”, como a Honda CG 125 (a moto mais vendida no Brasil em 2012) não dispõe de um sistema de frenagem antitravamento nem como opcional. Obviamente que essa decisão é motivada pela questão comercial e econômica, não pela segurança.

Apenas em motos a partir de 300cc que o sistema ABS é ofertado. Mesmo assim, uma Honda CB 300R torna-se quase 15% mais cara por conta de opcional de segurança. Por conta disso, apenas 3% das CB 300R foram vendidas com ABS.

Enquanto vemos avanços significativos no ramo de segurança automotiva e o barateamento de itens básicos de segurança e conforto, parece que as montadoras dão de ombros para os números de acidentes em centros urbanos que envolvem motos. Lembrando que cerca de 90% desses acidentes envolvem motos pequenas, com cilindrada abaixo de 300.

Em motos maiores, como o caso da Honda CB 600F Hornet, o sistema ABS acrescenta menos de 10% no preço final. Com isso, só em 2012, 33% desse modelo foram comercializados com o sistema de frenagem mais seguro. Ainda é pouco, mas já é um avanço.

Acontece que as motos mais vendidas no Brasil são abaixo de 250cc e esses modelos nem sequer oferecem sistemas de segurança. Enquanto a indústria automobilística anda na frente, equipando, a partir de 2014, todos os carros com airbag e ABS por exigência de leis, as motocicletas são deixadas de lado.

Não é preciso uma lei para fazer com que os fabricantes de lado percebam a urgência de avançados sistemas de segurança nas motos, visando a segurança de seus clientes. Quando o assunto é trânsito, a segurança deve estar à frente da questão comercial.

Dicas para evitar acidentes

segunda-feira, janeiro 3rd, 2011

acidentes_pare_com_isso

.Utilizar equipamentos de proteção de boa qualidade: O capacete é o principal e faz toda a diferença em caso de acidentes. É preferível que contenha adesivos refletivos aprovados pelo Inmetro. A viseira deve ser usada abaixada, e caso não esteja é recomendável o uso de óculos de proteção.

.Inspecionar a moto antes de sair: Sempre que sair, lembrar-se de verificar a calibragem dos pneus, se não há nenhum objeto preso e se a corrente de relação não está frouxa ou apertada demais, o ideal é mantê-la em condições de lubrificação. Atenção, também, com o sistema elétrico, freios e combustível.

.Usar os dois freios: Ao utilizar o sistema de freios, a dica é que tanto o pedal quanto os manetes sejam acionados. Tendo em vista que na frenagem o peso da moto recai sobre a roda dianteira, é recomendável que não se freie bruscamente, para não se perder o controle.

.Dias chuvosos: Atenção redobrada em dias de chuva. A orientação é sempre para que o condutor pare a moto, coloque a capa e espere alguns minutos até a chuva remover os resíduos de óleo e de borracha da pista.

.Transitar com atenção: Em muitas situações o motociclista não consegue ser visto pelos outros veículos, devido aos ‘ponto cegos’, por isso é essencial que a moto esteja sempre com o farol ligado, mesmo durante o dia. Não transitar costurando o trânsito, nem entre os corredores da pista, pois, desse modo, o condutor fica extremamente vulnerável a acidentes.

.Respeitar os limites de velocidade: Nunca avançar o sinal vermelho, parada obrigatória ou preferencial. Atenção redobrada à noite: mesmo com o semáforo na cor verde, reduza a velocidade, por muitos motoristas conduzem seus veículos desrespeitando a sinalização.

Fonte: Detran

Kawasaki Ninja ZX-14

segunda-feira, dezembro 13th, 2010

Devido as especificações, muitos podem ficar assustados para guiar a Kawasaki Ninja ZX-14. A moto que chegou ao Brasil em meados de 2009 conta com 203 cavalos de potência máxima a 9.500 rpm, 2,17 metros de comprimento e 261 kg de peso.

Porém nem com todos esses atributos a moto perdeu estabilidade nas retas ou maneabilidade em curvas. A moto que conta com mais de 200 cavalos, viaja de forma suave e graças ao sistema de injeção eletrônica é bastante linear.

A Kawasaki do Brasil optou por trazer somente as versões com freios ABS (decisão mais do que correta), garantindo frenagens mais seguras. O quadro perimetral foi redesenhado para oferecer a rigidez necessária.

Devido ao seu porte, o banco é generoso e sua ergonomia melhor que a de muitas outras do mesmo segmento. Por isso, a moto é extremamente confortável. Além do conforto conta com um tanque de 22 litros, iluminação e proteção aerodinâmica.

O modelo em sua versão única, conta com a cor preta e tem um preço sugerido em R$61.990,00. Sua principal concorrente é o modelo Havabusa GSX 1300R da Suzuki, que tem maior disponibilidade de cores, sendo 4, e seu preço mais baixo, em torno de R$ 56.000,00, sem frete nem seguro.

FICHA TÉCNICA: Kawasaki Ninja ZX-14

Motor: 1.352 cm³, quatro cilindros em linha, 16 válvulas, DOHC, refrigeração líquida.

Potência Máxima: 203 cv a 9.500 rpm.

Torque Máximo: 15,7 kgfm a 7.500 rpm.

Diâmetro e curso: 84,0 x 61,0 mm. Taxa de Compressão: 12:1.

Alimentação: Injeção eletrônica.
Partida elétrica.

Câmbio: Seis marchas, com embreagem multidisco em banho de óleo e transmissão final por corrente.

Suspensão: Dianteira por garfo telescópico invertido com 117 mm de curso e totalmente ajustável; traseira por balança monoamortecida com amortecedor a gás e 122 mm de curso.

Freios: Dianteiro a disco duplo de 310 mm em forma de pétala, pinça dupla de fixação radial com quatro pistões opostos (ABS); Traseiro a disco simples de 250 mm em forma de pétala, pinça com dois pistões opostos.

Pneus: Dianteiro 120/70ZR17M/C (58W); traseiro 190/50ZR17M/C (73W).

Chassi: Perimetral em alumínio.

Dimensões: 2.170 mm x 760 mm x 1.170 mm (CxLxA); 1.460 mm (entre-eixos); 800 mm (altura do assento); 125 mm (distância do solo)

Tanque: 22 litros.

Peso: 261 kg

Fábrica de motos elétricas no Brasil

segunda-feira, dezembro 6th, 2010

A Kasinski será a primeira a produzir motos elétricas no Brasil. A empresa confirmou a construção de sua fábrica na cidade de Sapucaia, Estado do Rio de Janeiro, aonde pretende investir 20 milhões e produzir 10 mil unidades/mês.

Além de motos, serão produzidas bicicletas também elétricas, a previsão é de 7 modelos até 2012. Destes, quatro já vem sendo testados e provavelmente entrarão em produção no primeiro semestre de 2011. Os modelos são dois tipos de bicicleta (Sport e City) a mini scooter Prima 500 e a Scooter Prima Electra, que já é vendida no país.

Os outros três projetos de modelos são: uma scooter de alta performance, uma moto elétrica e uma big scooter. Por trás desses projetos estão engenheiros brasileiros, chineses e coreanos. Os coreanos estão voltados principalmente para o desenvolvimento das baterias.

Atualmente o único modelo que é fabricado e comercializado no país, é a Kasinski Prima Electra. Esta conta com design europeu e baixo nível de ruído. Além de ser automática oferece três modos de pilotagem: econômica, conforto e esportiva. De acordo com a Kasinski, a velocidade máxima é de 60 km/h e pode rodar por 50 km com apenas uma carga, e seu preço sugerido é de R$5.290.

Novas cores nos modelos Pop e CG

sexta-feira, novembro 12th, 2010
Modelo Pop

Modelo Pop

As famosas motos Pop 100 3 CG 125 Fan virão com novas cores e desenhos em sua linha 2011. Essas novidades já estão disponíveis em concessionárias Honda, e podem vir em um inédito tom de roxo. Para a CG também há um tom mais vivo de vermelho, exibindo também faixas em suas laterais. A cor que agradou a todos irá continuar, o preto.

A mecânica não muda. A Pop 100 tem motor de 97,1 cm3 com potência de 6,17 cv
(cavalos) a 7.500 rpm e o da CG 125 Fan tem 124,77 cm3 e 11,6 cv a 8.250 rpm. Entre janeiro e outubro deste ano, foram comercializadas 350.706 unidades da CG 125 Fan, e 58.254 da Pop 100.

Os preços dos modelos são: Pop 100 2011 sai por R$ 3.990. Já a CG 125 Fan custa R$ 5.190 na versão KS e R$ 5.696 na ES.

Modelo CG

Modelo CG

Nova BMW S1000RR Curare

sexta-feira, outubro 22nd, 2010

O novo nome dado ao modelo da BMW S1000RR pela Wunderlich chamou a atenção de muitos por causa de suas raízes brasileiras. Curare é um veneno paralisante que pertence a uma planta brasileira.

A moto combina diferentes conceitos, iniciando com o nome “venenoso”, a comodidade foi melhorada, e também sua cor. Essa combinação formou uma moto além de bonita confortável, em diferente.

A parte estética se completa com novas carenagens laterais, posição de dirigir ligeiramente mais alta que de motos naked, parabrisas maior e assento antiderrapante com preenchimento em gel.

A mecânica também foi melhorada, o sistema de escape passa a contar com uma ponteira de titânio de menor dimensão que Akrapovic de série, outros componentes agora são em fibra de carbono, o que melhora a aceleração devido a redução de peso no modelo.

O número 25 na parte dianteira é uma homenagem ao aniversário dos preparadores Wunderlich, dando um toque comemorativo.

Fonte: Motor Dream

Divulgada a imagem do modelo da nova Triumph Tiger 800XC

quarta-feira, outubro 20th, 2010

Na primeira imagem divulgada pela Triumph Tiger 800 XC, o que mais chamou a atenção foi a nova “roupagem” voltada para o off-road, que é o que significa a versão XC.

A apresentação oficial do modelo deve ocorrer no Salão de Milão, e assim teremos maiores informações sobre a mesma. Certo é que a versão mais básica será equipada com pneus de 19″, enquanto a mais completa será equipada com pneus de 21’’.

Até onde se sabe o motor será derivado da desportiva Daytona 675 que passará a apresentar uma cubicagem de 800 cc, disponibilizando menos potência máxima mas um maior binário para enfrentar os obstáculos que os motociclistas poderão encontrar nas suas experiências off-road.

Outras informações são de que, é esperada uma potência de 10 a 15 cv, além do peso que será por volta dos 200 kg.

A imagem mostra alguns acessórios que a marca terá no novo modelo: são essas uma proteção de plástico para o guarda-lamas superior, um escape Arrow, e uma proteção de maiores dimensões para o motor.

Fontes: Motociclismo e Best Cars