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Moto de Ouro 2010 já tem seus finalistas

quarta-feira, março 31st, 2010

Na noite de hoje (31/03) serão conhecidos os grandes vencedores do prêmio Moto de Ouro 2010. O evento, promovido pelas revistas MOTOCICLISMO e MOTO VERDE, divulgará quais são as motos preferidas dos brasileiros e os melhores pilotos de motocicletas do país.

motoouroA escolha das motocicletas foi feita por um júri popular, composto por leitores da revista, enquanto que os esportistas passaram por um júri especializado.

O prêmio Moto de Ouro faz parte do MOTORCYCLE OF THE YEAR, o maior prêmio de motocicletas do mundo, realizado pelas revistas do Grupo Motorpress em 13 países.
Confira abaixo os finalistas e suas respectivas categorias:

City
Honda CB 300R
Yamaha YBR 125 Factor
Kawasaki Ninja 250R

Trail
Sundown STX 125 Motard
Honda XRE 300 C-ABS
Yamaha XTZ 250X

Custom
Yamaha Midnight Star
Suzuki Boulevard 800
Harley-Davidson Night Rod Special

Touring
Harley-Davidson Ultra Electra Glide
BMW K 1300 GT
Honda GL 1800 Gold Wing

Esportiva
Suzuki 1300 Hayabusa
Honda CBR 1000RR C-ABS
Yamaha YZF-R1

Naked
BMW K 1300R
Honda Hornet C-ABS
Kawasaki Z750

Scooter/Cub
Suzuki Burgman 650
Honda Lead 110
Yamaha Neo 115

Maxitrail
BMW R 1200 GS Adventure
Honda Varadero 1000
Yamaha XT 660R

Moto Verde
Honda CRF 450R
Kawasaki KX 450F
Yamaha YZ 250F

Fonte: Terra

Triumph Speed Triple

quarta-feira, janeiro 13th, 2010

triumph_triple

A moto que marcou a década de 90 e fez sucesso nas telinhas ao ser pilotada pó Tom Cruise no filme “Missão Impossível 2″ está de volta. Com o passar do tempo esta naked inglesa evoluiu e ganhou um motor maior — de 1.050 cm³ — alimentado por injeção eletrônica.

Mas como em time que está ganhando não se mexe, a moto manteve seu visual diferenciado e ótima dirigibilidade graças a sua posição de pilotagem quase esportiva, ressalvando o largo guidão de alumínio. Pedaleiras recuadas e peito no tanque, o motociclista fica em posição de ataque, para encarar curvas fechadas ou abertas sem medo de se divertir.

Ficha Técnica: Triumph Speed Triple

Motor e transmissão: Três cilindros em linha, 12 válvulas, DOHC, com refrigeração líquida, capacidade cúbica de 1.050 cm³; câmbio de seis marchas e transmissão final por corrente; partida elétrica; injeção eletrônica multiponto seqüencial
Potência e torque: 132 cv a 9.250 rpm; 10,7 kgfm a 7.550 rpm
Quadro: Dupla trave superior tubular em alumínio
Suspensão: dianteira com garfo telescópico invertido Showa com 43 mm de diâmetro totalmente ajustável com 120 mm de curso; traseira com monobraço com um conjunto mola amortecedor Showa totalmente ajustável com 134 mm de curso
Freios: dianteiro com disco duplo de 320 mm de diâmetro e pinça de fixação radial Nissin com quatro pistões; traseiro com disco de 220 mm de diâmetro e pinça Nissin de dois pistões
Pneus: dianteiro 120/70 ZR 17; traseiro: 180/55 ZR 17
Dimensões: 2.115 mm (comprimento) x 780 mm (largura) x 1.250 mm (altura); 1.429 mm de entre-eixos e 815 mm de altura do assento
Tanque de combustível: 18 litros
Peso seco: 189 Kg
Preço: R$ 46.900

Fonte: infomoto

BMW K 1300 R a “Moto do Ano 2009″

terça-feira, outubro 20th, 2009

bmw_k1300

A BMW K 1300 R recebeu o troféu de “Moto do Ano 2009″ na 12ª edição do concurso promovido pela revista “Duas Rodas”, a mais tradicional do segmento no país.

E a escolha foi quase unânime. A moto conseguiu 635 dos 660 pontos possíveis. E a fase do grupo BMW é realmente boa, a divisão de motos da montadora ainda levantou o troféu nas categorias Sport Touring (K 1300 S) e Trail (F 650 GS).

Confira a lista das eleitas:

Moto do ano 2009
BMW K 1300 R

Big Custom
Yamaha XVS 950 Midnight Star (vencedora)
Kawasaki Vulcan 900 Classic

Street até 150 cc
Honda CG 150 Titan Mix (vencedora)
Iros One 125
Yamaha YBR 125 Factor

Street até 300 cc
Kawasaki Ninja 250 (vencedora)
Honda CB 300R
Yamaha Fazer 250 ie

Naked
BMW K 1300 R (vencedora)
Honda CB 600F Hornet
Kawasaki Z750

Sport Touring
BMW K 1300 S (vencedora)
Suzuki GSX650F
BMW K 1300 GT

Esporte
Honda CBR 1000 RR (vencedora)
Kawasaki ZX-10 R
Suzuki GSX-R 750

Custom até 300 cc
Kasinski Mirage EFI (vencedora)
Drafra Kansas 250
Garinni GR 250
Traxx Shark 250
MVK Spyder
Shineray XY 250.4

Trail
BMW F 650 GS (vencedora)
Honda XRE 300
Suzuki DL 650 V-Strom

Big Scooter
Suzuki Burgman 400 (vencedora)
Fox Elite 250

Scooter até 200 cc
Yamaha Neo CVT (vencedora)
Honda Lead 110
Iros Vintage 150

Fonte: Infomoto

Kawasaki Z 750

quinta-feira, agosto 20th, 2009

kawa1

Desembarca no Brasil uma 750cc de origem japonesa: a Kawasaki Z 750, de design agressivo e motor muito potente.

Ficha Técnica - Kawasaki Z 750

Motor: Quatro cilindros, quatro válvulas por cilindro, DOHC, com refrigeração líquida.
Transmissão: Câmbio de seis velocidades com transmissão final por corrente.
Alimentação: Injeção eletrônica.
Potência: 106 cv a 10.500 rpm.
Torque: 8,00 kgf.m a 8.300 rpm.
Diâmetro e curso: 68,4 x 50,9 mm. Taxa de compressão: 11,3 :1.
Suspensão: Garfo telescópico invertido (upside-down) com regulagem da pré-carga da mola e 120 mm de curso, na dianteira; balança monoamortecida com amortecedor a gás e regulagem de 7 posições na pré-carga da mola e 125 mm de curso, na traseira.
Quadro: Espinha dorsal tubular em aço. kawasaki
Freios: Disco duplo de 300 mm de diâmetro em forma de margarida e pinça de pistão duplo (dianteiro) e disco simples de 250 mm de diâmetro em forma de margarida e pinça de pistão simples (traseiro).
Rodas e pneus: 120/70 ZR 17 na dianteira e 180/55 ZR 17 na traseira.
Dimensões: 2.085 mm de comprimento, 805 mm de largura e 1.100 mm de altura. Entre-eixos de 1.440 mm e 815 mm de altura do assento ao solo.
Peso: 203 kg.
Tanque: 18,5 litros.
Capacidade: 748 cm³.
Cores: Azul, preta e verde.
Preço: R$ 39,990.

Fonte: Infomoto

Conheça a Triumph Street Triple

quarta-feira, julho 8th, 2009

triplenaked

Mais uma moto para brigar no agitado mercado das Nakeds médias do Brasil. Do segmento, a Triumph Street Triple é a mais cara, R$ 38.900 contra os R$ 31.980 da Honda Hornet , R$ 32.200 da Yamaha FZ6 N e R$ 31.151 da Suzuki Bandit 650, suas concorrentes.

O alto preço da moto inglesa é compensado pelo seu design totalmente distinto das concorrentes e o belo motor 3-cilindros de 675cm³.

Ficha Técnica: Triumph Street Triple

Motor: Três cilindros em linha, 675 cm³, 12 válvulas, DOHC, com refrigeração líquida.
Transmissão: Câmbio de seis marchas com transmissão final por corrente.
Potência: 107 cv a 11.700 rpm.triplenakedlado
Torque: 7,03 kgfm a 9.100 rpm.
Alimentação: Injeção eletrônica multiponto sequencial.
Quadro: Dupla trave superior em alumínio.
Suspensão: Garfo telescópico invertido Showa com 120 mm de curso na dianteira; balança monoamortecida Showa com ajuste na pré carga da mola e 126 mm de curso na traseira.
Freios: Disco duplo de 308 mm de diâmetro e pinça Nissin de dois pistões na dianteira; disco de 220 mm de diâmetro e pinça Nissin de um pistão na traseira.
Rodas e pneus: 120/70 ZR 17 (dianteiro); 180/55 ZR 17 (traseiro).
Dimensões: 2.030 mm de comprimento, 736 mm de largura e 1.250 mm de altura. Entre-eixos de 1.395 mm e 800 mm de altura do assento ao solo.
Peso: 167 kg.
Tanque: 17,4 litros.
Preço: R$ 38.900

Fonte: Infomoto/UOL

Conheça a Yamaha FZ6N

quarta-feira, julho 1st, 2009

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A FZ6N não é excepcional na estrada como as touring e nem ágil na cidade como uma street mas oferece um bom nível de conforto e segurança, além de não ficar devendo nada para as esportivas de alta cilindrada.

O câmbio é um ponto positivo da FZ6N. Preciso e de acionamento suave, está bem escalonado para o uso na cidade, ambiente dessa naked. Outro destaque é o painel de instrumentos, completo. Conta com tela de cristal líquido, que traz informações como velocímetro, hodômetro total e dois parciais, nível de combustível, relógio e temperatura.yamahaf6znlado

Ficha técnica: Yamaha FZ6N

Motor: DOHC, 600 cm³, 4 tempos, 4 cilindros paralelos, refrigerado a água.
Transmissão: Câmbio de seis velocidades com transmissão final por corrente.
Potência: 98 cv a 12.000 rpm.
Torque: 6,44 kgfm a 10.000 rpm.
Diâmetro e curso: 65,5 mm x 44,5 mm. Taxa de compressão: 12,2:1.
Suspensão: Garfo telescópico, com 130 mm de curso, na dianteira; balança de amortecimento hidráulico, com 130 mm de curso, na traseira.
Freios: Duplo disco ventilado de 298 mm de diâmetro (dianteiro) e disco ventilado de 245 mm de diâmetro (traseiro).
Rodas e pneus: 120/70 ZR17M/C (58W) na dianteira e 180/55 ZR17M/C (73W) na traseira.
Dimensões: 2.095 mm de comprimento, 755 mm de largura e 1.085 mm de altura. Entre-eixos de 1.440 mm, 145 mm de altura para o solo e 795 mm de altura do assento ao solo.
Peso: 180 kg.
Cores: Preta e prata.
Preço: R$ 34.504.

Fonte: UOL

Suzuki Bandit 2009

quarta-feira, junho 10th, 2009

bandit2

No ano do centenário da Suzuki, foi lançada a versão 2009 da naked Bandit 650 no final de maio, na Inglaterra.

Disponível nas versões naked (N) e semicarenada (S), a novidade foi exposta pela primeira vez ao público no Salão de Milão, em novembro do ano passado. Seu design foi renovado para manter-se atualizada perante a concorrência: Yamaha XJ6, Ducati Monster 696, Honda CBF 600 e Kawasaki ER-6 N.

Apesar do novo visual, a base mecânica é a mesma da versão anterior. Ou seja, a Bandit 650 2009 só ganhou nova roupagem e sobrevida.

Habitual na linha Bandit, foram mantidas as versões naked e semicarenada. Ambas tiveram alterações no design, em uma tentativa de modernizá-las, o que pode gerar certa discórdia entre os fãs da saga dessa naked de sucesso.

Novidades em comum das duas versões são a rabeta mais afilada, escapamento redesenhado, novo para-lama traseiro e pintura da balança ebandit11 das bengalas na cor preta. O motor também volta a ter pintura na cor preta, como nas primeiras unidades da Bandit 650 carburadas.

No quesito segurança a Bandit deu um passo à frente, já que adotou o sistema de freios ABS em sua versão topo de linha. Além do banco da garupa ter uma saliência para evitar escorregões em freadas mais fortes.

Na versão N, as novidades são o farol multifacetado (sem a pestana entre o painel e farol da versão anterior), painel mesclando mostradores analógicos e digitais e novas letas no tanque. Já a S — semicarenada — apresenta um novo farol, porém com um único refletor, o que gera certa regressão comparada às versões anteriores que possuíam farol duplo. Compensando, a carenagem tem dois porta objetos nas pontas, facilitando a vida do piloto.

Não existem novidades gritantes da nova para a versão anterior. O motor de quatro cilindros em linha de 656 cm³ gera 85 cv de potência a 10.500 rpm e 6,27 kgfm a 8.900 rpm. A alimentação é feita por injeção eletrônica e a refrigeração é líquida. Tomando por base o modelo anterior a unidade motriz dessa naked garante boas arrancadas e disposição suficiente para rodar em ruas e estradas, seja pilotando sozinho ou com garupa.

Montada num quadro de trave dupla em aço, a “bandida” apresenta a receita padrão em motos naked: freios com duplo disco na dianteira e simples na traseira, suspensão dianteira com garfos telescópicos e monoamortecimento na roda traseira. Ambas as suspensões possuem opção de regulagem de pré-carga e retorno da mola.

Os manetes de freio e embreagem também possuem regulagens, com quatro posições de distância para ambos; a altura do banco do piloto também é ajustável e pode variar entre 790 e 810 mm.

Se você se interessou terá que esperar ou importar uma. Segundo a assessoria de imprensa da marca, não há previsão de chegada do modelo novo ao Brasil. Na Inglaterra, a moto custa a partir de 5.000 libras na versão N, sem ABS, ou seja, cerca de R$ 16.000.

Fonte: Uol/Infomoto

Cuidado quando quiser colocar um pneu mais largo

segunda-feira, maio 18th, 2009

Diversas motos — desde pequenas 125 cc até nakeds de alta cilindrada — são “alvo” da moda que prega a troca de pneus de medidas originais por modelos mais largos e pode acabar se revelando perigosa. Entenda o porquê.

Pneus com perfil mais alto ou mais largo podem trazer prejuízos com quebra de componentes, desgaste prematuro da relação e da banda de rodagem do próprio composto, além disso, o consumo aumenta. Ocorre um tem desgaste prematuro devido ao pneu ser mais pesado, afeta o velocímetro e o hodômetro.

E os problemas não param por ai. Outros componentes como a balança, pneulargoprotetor de corrente e para-lamas podem sofrer avarias com o componente fora das especificações originais.

Corre-se o risco do pneu mais largo não entrar na balança, raspar no para-lama dianteiro e na parte inferior do paralama traseiro. Neste último caso, o pneu pode raspar no para-lama antes da suspensão chegar ao final do curso, acarretando em uma possível quebra da peça plástica.

Se o motociclista não souber qual a medida original dos pneus da moto, deve consultar o manual do proprietário. Lá estão informadas as medidas e pressões corretas a serem utilizadas. Não tem como errar.

Fonte: Uol

Kawasaki Z 750

quarta-feira, abril 29th, 2009

z750

Motocicletas do estilo naked sempre tiveram muitos admiradores. No Brasil, o “boom” do estilo ocorreu com o lançamento da Honda CB 600F Hornet no final de 2004.

Com o passar dos anos, a Suzuki trouxe a nova linha Bandit com melhorias mecânicas, a Yamaha nacionalizou a FZ6 e a Honda renovou sua consagrada Hornet.

Agora em 2009, a Kawasaki entra na briga por esse acirrado mercado com a Z 750, sucesso de vendas na Europa e com a qual pretende conquistar os fãs e, quem sabe, ainda atrair clientes das outras montadoras por aqui.

O principal atributo é o seu motor com a famosa cilindrada “750″. Enquanto o padrão naked no Brasil beira os 600 centímetros cúbicos, a Z 750 vai além.

Seu motor tem exatos 748 cm³, é alimentado por injeção eletrônica e, segundo a Kawasaki, reajustado para rodar com a gasolina brasileira, despejando 106 cv a 10.500 rpm sobre a roda traseira.z750painel

Até aí nada de anormal, mas a vantagem dos centímetros cúbicos a mais está no torque. Na Z 750, o par máximo chega aos 8,0 kgfm a 8.300 rpm, o que deve proporcionar arrancadas vigorosas. As “seiscentas” geram em média 6,4 kgfm de torque.

Bem parecida com a irmã maior Z 1000, a 750 esbanja estilo tão arrojado quanto. Painel assimétrico, lanterna traseira em LED e ponteira de escape com saída dupla são algumas das peculiaridades estéticas da verdinha.

É uma moto que não passará despercebida nas ruas, principalmente pelas cores oferecidas — verde metálica com preto, azul e laranja.

Montada em um quadro tubular em aço, essa beldade pesa 226 quilos a seco. Na missão de parar a moto colaboram os pneus de medidas 120/70-17 (dianteiro) e 180/55-17 (traseiro) e também os discos de freio em formato “margarida” — são de 300 mm (discos dianteiros) e 250 mm (traseiro), acionados por pistão duplo na frente e por pistão simples atrás.

As suspensões foram recalibradas para suportar o asfalto tupiniquim. No trem dianteiro, a Z 750 exibe garfos telescópicos invertidos (upside-down) com 120 mm de curso; já na roda traseira o único amortecedor a gás com 125 mm de curso, ambos com ajuste de pré-carga da mola.

Agora a Z 750 desembarca em terras brasileiras com importação oficial da Kawasaki. Mas para ter o charme de andar em uma representante da marca verde e o design exclusivo, o motociclista terá que desembolsar R$ 39.990.

Fonte Uol

Moto Guzzi V7 Café Classic

quarta-feira, março 18th, 2009

Cada vez mais os fabricantes voltam no tempo e criam releituras de motos que fizeram sucesso no passado. Entre os estilos “ressucitados” podemos destacar as café racers.

São motos naked, mas com o motor preparado e com visual o mais parecido possível com as motos de corrida do passado. Para isso, equipavam-se as motos com guidões mais baixos, pedaleiras recuadas e sem o espaço para a garupa.

No Salão de Milão de 2008 foi apresentada mais uma nobre representante do segmento: a italiana Moto Guzzi V7 Café Classic. No velho continente ainda há outras café racers: a inglesa Triumph Thruxton 900 e a Ducati Sport 1000 S.

A V7 Café Classic é a releitura de um modelo consagrado da marca nos anos 1970, a V7 Sport de 1972. Mantendo o puro estilo café racer, a Classic exibe semi-guidões presos nas bengalas, duas saídas de escape apontadas para cima e banco moldado de tal forma que pareça uma monoposto.

Rodas raiadas e uma dupla de amortecedores na traseira - com regulagens de pré-carga na mola -, complementam o desenho retrô da V7 Café Classic.

Motor

Vista de frente, a Classic impressiona pelo formato inusitado de seu motor. A tradicional motorização das Guzzi - um “V2″ com 90º de inclinação montado transversalmente - também equipa este modelo retrô.

Com exatos 744 cm³, o propulsor gera 48,8 cv de potência a 6.800 rpm e torque de 55 Nm a 3.600 rpm. Trata-se de um motor que esbanja sua força desde os baixos giros, tornando a pilotagem fácil e segura.

É válido lembrar que essa clássica moderna não surgiu para reinar nos números de desempenho, mas sim resgatar a essência desse estilo de motocicleta e oferecer muita diversão para o piloto.

Se o formato do motor é praticamente a assinatura da marca (como o boxer para a BMW), por dentro a tecnologia reina absoluta. O motor é alimentado por injeção eletrônica de combustível da Weber-Marelli e o escapamento traz catalisador e sonda lambda para atender às rigorosas normas antipoluição européias.

Além disso, o quadro desta Guzzi é um berço duplo feito em aço, abrigando o motor “V2″. Marcas de equipamentos de ponta também não faltaram na italiana. Marzocchi (suspensão dianteira) e Brembo (freios) compõem a lista de itens de primeira linha.

Fonte: Infomoto