
Não importa, colega motoqueiro, se você a chama de cub, “vespinha” (por conta de seu modelo mais icônico), “motinha” (por conta de seu tamanho) ou qualquer outro apelido. O fato é que a scooter é um veículo muito útil e que merece mais atenção e “respeito” por parte dos próprios motoqueiros.
Acontece que muitos dos próprios motoqueiros têm certo desprezo pelas scooters, mesmo sem nunca ter dirigido uma ou sem entender o papel importante dessa classe de motos.
Primeiro, vamos pensar no trânsito diário. Quem optou por utilizar a moto no dia a dia pode até amar as superesportivas, mas com certeza terá na scooter uma companheira melhor. Vários motivos: ela é menor, por isso mais ágil para as ruas e avenidas estreitas e lotadas. Ela é mais econômica. Ela é muito mais barata, e isso inclui seguro e manutenção. E ela é mais confortável, só pelo fato de ser automática e pela posição boa de pilotagem.
Mas você é aquele cara que só tem a moto pra lazer, então nem tem porque se preocupar com as scooters, certo? Não.
Se você gosta de pegar estrada sem abrir mão do conforto e ainda leva uma garupa mesmo em caminhos longos, poderia pensar numa maxi-scooter. Se antes as “vespinhas” traziam, no máximo, 100 cc, hoje temos modelos ótimos e confortáveis de 650 cc! E mantendo as características das originais: cambio automático, conforto e simplicidade (algumas, nem tanta simplicidade assim).
Então, amigo, deixe o preconceito de lado e procure, pelo menos, dar uma voltinha nessas charmosas e carismáticas “motinhas”. Você vai se impressionar.
Até a próxima.



no país.



