Posts Tagged ‘Triumph Daytona 675’

Daytona 675R também é apresentada e tem seu preço revelado

quarta-feira, maio 15th, 2013

15-05-2013-1

Amigo motoqueiro, já havíamos mostrado aqui que a Triumph confirmou a Speed Triple redesenhada para ser montada no Brasil. O preço sugerido foi de R$31.900. No mesmo pique, a montadora inglesa apresentou a Daytona 675R modelo 2014 montada no Brasil.

Prometendo preços competitivos, a superesportiva chega aqui por R$48.690. Se seu preço não está tão chamativo quanto da Speed Triple, mas continua abaixo das concorrentes da categoria (em média, R$51 mil) e seus itens de série, design e desempenho são incontestáveis.

Os mais especialistas nesse tipo de moto garantem que a 675R é uma “devoradora de curvas” e tem conforto “que nem aprece de esportiva”. Segundo a marca, a Daytona nova é realmente nova: chassi, design e motor.  Ela mantém o tradicional propulsor de três cilindros, mas com potência aumentada para 128 cavalos, três cv a mais que no antigo modelo. Também é 1,5kg mais leve que sua antecessora e traz freios ABS de série.

Há ainda um sistema de embreagem antideslizante de série, que evita o travamento da roda traseira em reduções de marchas bruscas. As suspensões também são novas e possuem bengala invertida na dianteira e monoamortecedor na traseira – ambos com múltiplas regulagens. O câmbio é de seis velocidades e o tanque comporta até 17,4 litros.

Uma moto e tanto, de encher os olhos. Ela será montada em Manaus e estará a venda no mês que vem.

Gostou da novidade?

Até a próxima.

Nova Daytona 675

terça-feira, dezembro 30th, 2008

Se a sua antecessora já incomodava as motos japonesas de 600cc tetraciclíndricas, assim vale para a 675 renovada pela Triumph para incomodar mais ainda suas rivais, que no exterior são a Honda CBR 600 RR, a Yamaha YZF R6, a Suzuki GSX-R 600, a Kawasaki Ninja ZX-6R e a Ducati 848. A nova Daytona 675 apresenta leves modificações em seu desenho, como o formato dos faróis e a entrada de ar dianteira, de resto, seu visual está muito parecido com sua entecessora esbanjando
Agressividade e beleza.

A Triumph já tem uma tradicional arquitetura britânica, então o propulsor da esportiva é um tetracilíndico em linha. Com o três em linha a Triumph consegue um resultado único, onde o giro do motor alcança rotações tão elevadas quanto as que um motor tetracilíndrico conseguiria. Outra vantagem cm esta motorização é se ganha agilidade nas mudanças de direção, entretanto nem todos gostam do ruído descompassado desse motor.

Com o quadro dupla trave em alumínio cumpre seu papel evitando torções nas curvas, com extatos 675 cilindradas o tricílindrico de doze válvulas, refrigeração líquida e comando duplo no cabeçote que agora gera 128 cv a 12.600 rpm três cavalos a mais que sua antecessora, seu torque fica nos 7,54 kgfm aos 11.750 rpm. Mesmo com um cilindro a menos ela leva vantagem nos números de potência e torque com a concorrência oriental.

O ponto fraco da Daytona 675 é seu peso a seco de 162 quilos, onde as concorrentes pesam em média 155 quilos.
Desempenho não é tudo em uma esportiva, equipada com dois discos flutuantes de 308 mm são “mordidos” por pinças radiais de quatro pistões, assinadas pela marca Nissin e na roda traseira, um disco de 220 mm cumpre o seu papel.

Suas suspensões são as tradicionais utilizadas nesse segmento de moto, garfo invertido (upside-down) na dianteria com 120 mm de curso e com ajustes de pré-carga, remoto e compressão da mola e um único amortecedor de 130 mm de curso na roda traseira com as mesmas opções de ajuste da suspensão dianteira.

Em terras brasileiras a Daytona é oferecida na versão 2008 sem a rivalidade das representantes da Suzuki e Ducati, já que nenhuma das duas é vendida por aqui.

Fonte: Uol

Moto biocombustível

quarta-feira, novembro 26th, 2008

Com todo este investimento mundial para automóveis com biocombustível, a revista britânica Bike Magazine, junto com os alunos da escola de química Oundle Prince William em Bruntingthorpe, estão desenvolvendo uma motocicleta movida à maçã.
Utilizando maçãs como matéria-prima para a produção de bioetanol.

Os alunos ficaram responsáveis por processar e fermentar mais de seis mil maçãs para a produção do combustível, enquanto a revista responsável pelas modificações no motor de uma Triumph Daytona 675.

O intuito deste projeto é provar que mesmo com poucos recursos é possível mover um veículo de alta performance utilizando biocombustível.

Fonte: Duas rodas