Posts Tagged ‘vendas’

Brasil sorriu para a Triumph em 2013

quinta-feira, janeiro 9th, 2014

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As vendas de motos no Brasil caíram em 2013. Isso é um fato, colega motoqueiro. Os motivos são muitos, desde medo de roubos e furtos até dificuldade de crédito. Quem sofreu foi o segmento de motos pequenas e utilitárias, responsável por mais de 50% de todo mercado nacional.

Porém, as marcas de “luxo” e os segmentos de motos médias e grandes viram as vendas irem muito bem, obrigado. E se tem uma montadora que comemorou, essa foi a Triumph.

A ascensão da Triumph no Brasil foi rápida. A tradicional fabricante britânica de motocicletas desembarcou no mercado brasileiro em outubro de 2012 e, com pouco mais de um ano, já aumentou a produção por conta da elevação da demanda, bateu metas de vendas e duplicou a linha de modelos.

Chegou apenas com três modelos fabricados em Manaus: a Tiger 800 XC, a Speed Triple e a espetacular Bonneville T100. Hoje, pouco mais de um ano depois, a marca já conta com 12 modelos no portfólio.

E mais: a estimativa era vender 2.500 unidades até o inicio de 2014. Em dezembro de 2013, mais de 2.900 unidades já estavam nas ruas. Tanto que, para este ano, a meta subiu para 3.500 unidades. Alguém aí duvida que os ingleses conseguem? Se depender de mim, espero que pelo menos tenha uma Bonneville a mais nas ruas em 2014…

Até a próxima.

Vendas de motos aumentam 4%

quarta-feira, outubro 23rd, 2013

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Colega motoqueiro, o mercado de motocicletas deu uma bela crescida no mês de outubro. Foram 4% em relação a setembro, segundo a Abraciclo. E isso é muito!

Talvez pela onda do Salão Duas Rodas, talvez pela facilidade de comprar alguns modelos que estavam “estocados” e, com achegada de modelos novos e redesenhados, tiveram os preços em queda. Seja como for, as vendas subiram bem.

Em média, foram vendidas 5,4 mil motos por dia útil. E o mercado está esperançoso de que novembro também seja bom. “Por conta dos recentes lançamentos que ocorreram no setor de duas rodas, as expectativas de evolução dos negócios neste mês estão mantidas”, afirma o diretor executivo da Abraciclo, José Eduardo Gonçalves.

E sabe que quando a venda de motos novas sobe, a de motos usadas também. De repente, é um bom momento pra você trocar a sua.

Até a próxima.

Venda de scooters cresce 800% em 5 anos no Brasil

segunda-feira, setembro 16th, 2013

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A gente canta a bola faz tempo, colega motoqueiro: scooters são as melhores alternativas para mobilidade urbana. Não a toa que é o segmento que mais cresce no país: 800% em 5 anos!

E estamos falando de um mercado que está deixando de crescer: de motos utilitárias 0 km.

Um bom scooter tem tudo para agradar quem quer uma moto cotidiana: bebe pouco, não é cara, é pequena e fácil de pilotar, é automática e, cada vez mais, é bem estilosa. Sem contar que hoje existem opções: Dafran, Honda, Yamaha, Kasinski, Amazonas, Suzuki, Dafra…

Ah, mas você quer um motor mais parrudo? Maxiscooter pra você! Ainda que não tenha a mobilidade e agilidade de uma “vespinha” normal, elas encaram o dia a dia numa boa e ainda são ótimas para aquela viagem no fim de semana. De 400 cc a 800 cc, é motor e conforto pra motoqueiro nenhum botar defeito.

Se você está pensando em abandonar o carro ou o transporte público para trabalhar e ganhar tempo com isso, o scooter pode ser um grande investimento. Mas fica aqui uma dica: repare no tamanho da roda dianteira, quanto maior, melhor.

O motivo é simples: com rodas pequenas e nas ruas brasileiras, o conforto vai ficar comprometido. O tamanho diminuto da motoca e o amortecedor de curso curto vão transferir para seus braços muitos impactos e solavancos.

Aposte nessa mobilidade e depois me conte.

Até a próxima.

Venda de moto teve boa alta em abril

segunda-feira, maio 6th, 2013

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Colegas motoqueiros, depois de meses (e bota meses nisso) com vendas baixas, abriu trouxe novidades otimistas para o mercado. Além de um mês histórico para a venda de automóveis, as motos também foram destaques.

Em abril foram emplacadas 140.876 unidades, um aumento de 13,7% em relação a março. O mês foi melhor inclusive que abril de 2012, tendo um aumento de 6,5% em relação àquele.

O resultado de abril confirma e renova as esperanças de um crescimento apontado por fabricantes e distribuidores, que apostam num tímido 3% de aumento de 2013 em relação a 2012. Porém, se contarmos os quatro primeiros meses, 2013 ainda está 14,2% abaixo do ano passado.

Ou seja, falta muito ainda, mesmo com o sonoro crescimento de abril. Já batemos na tecla várias vezes por aqui, mas enquanto não se repensar o preço pago pelos produtos no Brasil, o crescimento tende a minguar mesmo.

Até a próxima.

Setor de motos tem queda em janeiro

quinta-feira, fevereiro 14th, 2013

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Olá motoqueiros do Brasil. O ano de 2013 começou com vendas baixas de motocicletas. Mais baixas do que as vendas do “terrível” ano de 2012.

Segundo dados do Fenavabre e da Abraciclo, o mês de janeiro apresentou uma redução de 8,4% de emplacamentos em relação a dezembro e estrondosos 11,1% em relação a janeiro de 2012. A produção também recuou massivos 28,1%.

O mês de janeiro não é um mês bom em vendas no setor, porém a redução foi muito grande e mostra que, se houver crescimento, será muito tímido em 2013, muito abaixo do recorde de dois milhões de veículos vendidos, esperado pelos fabricantes.

Para o diretor-executivo da Abraciclo, José Eduardo Gonçalves, o grande problema continua sendo a restrição ao crédito. Dados computados pela associação revelam que em 2012 o financiamento foi a modalidade de compra de apenas 40% das motos comercializadas – em 2011 esse percentual era de 52%. “Temos buscado alternativas, pois o setor de motos depende do crédito para voltar a crescer. Os bancos públicos criaram linhas especiais, mas até o momento o mercado não apresentou sinais de recuperação”, afirma Gonçalves.

Mas, no fundo, o problema não é o crédito, é o preço!

Porém, será que ninguém pensou na “alternativa absurda” de baixar os preços? As montadoras podem estar fechando as portas, mas não pensam em não bater recorde de lucro (não de vendas, como sugerem), preferem aguardar uma “forcinha financeira” do governo.

Falando em governo, o que dizer do IPVA muitas vezes mais caro do que de carros?

E os juros abusivos para quem consegue um financiamento?

Sem contar no seguro que muitos proprietários já estão até deixando de fazer.

As explicações para os valores cobrados são inúmeras, mas todas tem o mesmo fim: lucro estratosférico do órgão responsável. No meio disso tudo, entra a restrição ao crédito, sem dúvida.

Mas o fato é que por aqui você compra uma moto e paga por duas. Se compararmos os preços dos nossos veículos – carros e motos – com de outros países (não estou falando de EUA, Japão ou Alemanha, mas de Chile, México e Argentina, por exemplo), temos a sensação de que algo anda muito errado por aqui…

Temos que ter cuidado com a falácia de “vender mais unidades”, pois o fabricante busca apenas “um lucro maior”. Isso tem diferença. No lugar de vender mais, é preferível vender menos por um preço maior.

Não estou aqui pedindo para a montadora ter prejuízo, isso não faria sentido. Ou então para cortar os preços a ponto de não valer a pena fabricar o modelo. Nem sequer estou pedindo um preço baixo, estou pedindo apenas um preço JUSTO.

Isso já seria muito menos do que estamos acostumados a pagar.

Tem opinião sobre o assunto? Mande pra gente.

Até a próxima.

Ainda sob os ecos de 2012, janeiro começa com baixas vendas de motos; indústria afirma que números apontam estabilidade

sexta-feira, janeiro 25th, 2013

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A primeira quinzena do mês fechou com mais quedas no setor das duas rodas. No entanto, os fabricantes consideram essa baixa uma “estabilidade” nos negócios.

A média diária de emplacamentos é 5% menor que o mesmo período de 2012 e 10,5% menor em relação a dezembro passado. O desempenho é pior também que o mesmo período de janeiro de 2011, conforme números divulgados pela Abraciclo (Associação dos Fabricantes de Veículos de Duas Rodas).

Mas isso não assusta a indústria.

Segundo os fabricantes e a própria Abraciclo, os resultados iniciais confirmam as projeções para 2013, quando pretendem produzir 1,7 milhão de motos e vender 1,6 milhão no mercado interno.

O consumidor está “perdendo o medo” das seminovas. Ainda que forçadamente, pois os preços altos do veículo 0 km e a dificuldade de crédito da política dos bancos em 2012 fizeram o consumidor procurar alternativas às motos novas. O quadro em 2013 não deve se alterar quanto a isso.

Venda de motos tem alta em outubro

sexta-feira, novembro 9th, 2012

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Mesmo em um ano ruim de vendas para o setor motociclístico, outubro apresentou uma curiosa alta. A notícia é boa para dar um ânimo nas montadoras que prometem inúmeras novidades para 2013 e também confirmam as previsões de que as linhas de crédito dos bancos e a manutenção do IPI reduzido aqueceriam o mercado automotor no fim do ano.

As vendas de outubro apresentaram um crescimento de quase 17% em relação a setembro, quando 115.271 unidades foram emplacadas. Em relação a outubro de 2011, o setor apresenta, porém, uma baixa de quase 8%. Se pensarmos no ano como um todo, a queda é de 12,82% em relação ao ano passado.

Os números divulgados dia 6 de novembro pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) fazem também a projeção para as vendas de motos neste ano: cerca de 1.707.000 unidades, bem abaixo dos 1.940.000 do ano passado.

Kasinski cresceu 328% em 2010

sexta-feira, fevereiro 4th, 2011

A Kasinki teve muitos motivos para comemorar o ano de 2010. Entre as motos ela foi o grande destaque em crescimento saltando de uma participação no mercado de 0,4% para 1,3%. Segundo dados da Abraciclo, Associação dos Fabricantes de Motos, a Kasinski foi a que mais cresceu em vendas, em relação a 2009: + 328%.

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Em emplacamentos, a marca foi a que mais cresceu entre as cinco principais que atuam no Brasil, tendo um aumento de 69,21%

Em 2010 a empresa abriu uma fábrica em Manaus (AM) com capacidade para produzir 110 mil motos/ano que é cerca de 6 vezes a produção atual. Ainda em 2011 ela dará início a construção de uma nova fábrica em Manaus, que vai ampliar a capacidade produtiva da fábrica atual para 180 mil unidades/ano.

A promessa para o crescimento é grande!

Kawasaki Ninja 650 R

quarta-feira, dezembro 29th, 2010

Chega ao Brasil mais uma moto de média cilindrada para competir no mercado, a Kawasaki Ninja 650 R. A moto conta com assento baixo, e curta distância entre guidão e pedaleiras, a pilotagem é considerada confortável e simples.

O motor de dois cilindros conta com refrigeração líquida e injeção eletrônica, e potência de 72,1 cv a 8.500 rpm. O câmbio é de seis marchas, conta com rodas de alumínio de 17 polegadas, frios a disco e pesa por volta de 204 kg, abastecida.

Os preços sugeridos para o modelo Ninja 650 R são, de R$ 27.770 e R$ 29.990, o último para versão com freios ABS. As vendas já ocorrem esse mês.

Fonte: Best Cars

Scooters vem tomando cada vez mais espaço na cidade

segunda-feira, outubro 18th, 2010

A praticidade das scooters parece finalmente ter agradado de vez os usuarios dos veículos sobre duas rodas. Devido ao seu tamanho, sua popularidade parece crescer cada dia mais. Hoje em dia não é dificil encontrarmos jovens estudantes, muheres e até executivos em suas scooters. Sucesso há tempos na Europa , a moda parece ter atingido o Brasil em cheio, e por isso cada vez mais são lançados novos modelos

Até meados de 2009 havia pouca concorrência no mercado, tendo como líder de vendas a Suzuki AN 125 Burgman. A principal rival era a Yamaha Neo at 115. Pouco tempo depois a Honda e a Dafra resolveram entrar na disputa com as respectivas Lead 110 , lançada em Junho de 2009 e a Smart 125 vindo logo depois. Ambas com injeção eletrõnica, fato esse que alavancou as vendas desses modelos.

Devido a imensa procura pelas scooters a Suzuki já planeja uma substituta para a Burgman 125, para ser lançada em breve. Tomando como base o Lead 110 fica fácil entender o crescimento do segmento. No ano de 2009 foram emplacadas 5.765 unidades do scooter de 110 cm3 da Honda. Neste ano, até agosto, já ganharam as ruas nada menos que 12.583 novas unidades um aumento quase dobrado em um período menor de tempo.

Agora muitos se perguntam o que atrai os motociclistas a comprarem scooters? A resposta é quase sempre unânime, praticidade. Os modelos costumam gastar muito menos combustível e também tem menor índice de poluição Os preços também agradam aos moradores, e por isso muitos estão abrindo mão de carros, para continuar somente com scooters.

No dia-a-dia é que o scooter mostra sua valentia. Apesar da maioria dos modelos ter motor de até 125 cm3, o desempenho surpreende. Com o baixo peso é fácil sair na frente dos carros e sua agilidade torna fácil a tarefa de desviar de obstáculos pelo caminho.

Outro trunfo dos scooters é o cambio CVT (transmissão continuamente variável). Primeiro porque não exige grande manutenção. E depois porque não é preciso se preocupar com marchas e embreagens. Basta apenas acelerar que o motor e o câmbio fazem todo o trabalho. Um fator positivo para quem cansou de estragar o sapato nos pedais de câmbio.

O custo-benefício também é interessante nos scooters., já que costumam vir completas por preços razoáveis e próximos entre as concorrentes. Na hora de abastecer, mais economia ainda, já que por causa de sua baixa capacidade cúbica, muitas rodam mais de 30 km com um litro de combustível.

Outro fator importante é a praticidade. Todos os modelos têm espaço sobre o banco, alguns com capacidade para levar até um capacete fechado, outros comportam pelo menos a mochila. Sem falar no espaço que há no porta-luvas no escudo frontal.